VI Passeio Pedestre do Arrudense
Março 16, 2009
VI Passeio Pedestre do Arrudense
Dia: 29 de Março de 2009 (Domingo).
Hora de Partida: 9h
Dificuldade: Média Alta
Distância: +/- 17 Quilómetros
Local de encontro: Clube Recreativo Desporto Arrudense (Sede)
Recomendações:
- Calçado apropriado.
- Comida para o passeio: sandes, barras energéticas, fruta, etc.
- Água
- Boa disposição.
Organização:
Clube Recreativo Desportivo Arrudense (Arruda dos Vinhos)
Contactos:
Clube Recreativo Desportivo Arrudense
Site: http://aventura.arrudense.com
Mail: aventura@arrudense.com
Telefone: 962897225
Mudança de sitio
Fevereiro 7, 2009
O blogue sobre Arruda dos Vinhos mudou de sítio.
Podem encontrá-lo em http://arrudadosvinhos.arrudense.com
Até lá!
Chafariz de Arruda dos Vinhos
Fevereiro 3, 2009
Definido um amplo largo no centro da vila, o chafariz pombalino de Arruda impõe-se, hoje, mais pelo seu aparato cenográfico que marca decisivamente a malha urbana, do que pelas razões utilitárias que, em 1789, estiveram na origem da sua edificação. Na verdade, o século XVIII dedicou especial atenção à questão do abastecimento da água às populações, sendo que as construções decorrentes desta preocupação, por parte da coroa, dos municípios ou dos nobres e eclesiásticos era, simultaneamente, uma forma de reforço do seu poder, ao qual não deixavam de associar a sua própria imagem, habitualmente através da exibição de brasões.
Assim, a pedra de armas de Portugal no coroamento do chafariz de Arruda dos Vinhos, denuncia uma mais que possível iniciativa ou colaboração régia na sua edificação.
O espaldar é seccionado por pilastras, encimadas por fogaréus assentes sobre bases piramidais. O remate contracurvado dos três panos converge, ao centro, no arco canopial que coroa e faz destacar o eixo do monumento. Este, é formado pela bacia e respectivas bicas, a que se segue um motivo vegetalista relevado ligando-se à pedra de armas, e terminando com a urna que remata o arco.
Acede-se à plataforma das bicas através de duas escadas nos extremos do chafariz, abrindo-se, entre elas, um amplo tanque rectangular, antecedido, no alçado frontal, por um conjunto de pilares. A água que o abastece jorra de uma bica que se liga directamente à bacia superior.
A sua construção, já do final do século XVIII, denota a influência pombalina na depuração das linhas, mas revela ainda o dinamismo barroco em determinados pormenores, como os fogaréus que rematam as pilastras.
(Rosário Carvalho)
Fonte: http://www.ippar.pt/pls/dippar/pat_pesq_detalhe?code_pass=71268
Arruda dos Vinhos: Origem do nome
Fevereiro 3, 2009
Arruda dos Vinhos fica a 36 Km de Lisboa, distrito a que pertence.
Fica num vale cercada por serras e montes.
A Norte é limitada pelo concelho de Alenquer, a Sul pelo de Loures, a Este pelo de Vila Franca de Xira e a Oeste pelo de Sobral.
Nesta região sempre existiu uma erva com um cheiro muito activo e mal cheiroso. É uma erva medicinal muito frequente nesta zona.
Esta planta chama-se Arruda e durante algum tempo foi ela que deu o nome a esta região. Assim o primeiro nome de Arruda foi ”Ruta” depois, em 711 passou a chamar-se “Al Ruta” quando os muçulmanos invadiram a Península Ibérica. Só em 1828 é que aparece, em documentos antigos o nome de Arruda dos Vinhos.
Pela qualidade dos vinhos e da vinha e pela sua abundância mais tarde veio juntar-se ao nome já existente, “ Vinhos” passando a chamar-se Arruda dos Vinhos.
Otro certamen para enmarcar
Fevereiro 3, 2009
No pudo tener mejor epílogo el III Certamen de Rejoneo de Canal Sur Televisión, con la Puerta Grande del Coliseo ‘Ciudad de Atarfe’ abierta de par en par para rendir tributo a Miguel Ángel Martín, el joven caballero de Ciudad Real que se había hecho acreedor al ‘Rejón de Oro’ por dos actuaciones vibrantes y de incuestionable mérito.
También, aunque de forma simbólica, se abrió la Puerta Grande para el propio certamen, que ha sumado un éxito más a su corto pero brillante palmarés, no sólo por la extraordinaria respuesta de los aficionados, que ayer cubrieron en su totalidad las más de 5.500 localidades del Coliseo, sino igualmente por la calidad e interés de los festejos, con jóvenes promesas del rejoneo que han puesto alto el listón y con grupos de forcados que han vuelto a entusiasmar al respetable por su enorme valor y la espectacularidad de sus pegas.
El rejoneador manchego Miguel Ángel Martín se proclamó triunfador del certamen tras sumar en la final un total de 57 puntos y tres orejas, que pusieron en sus manos la salida a hombros en solitario, el ‘Rejón de Oro’ de Canal Sur y una potra donada por el rejoneador Joao Moura. Como ocurriera en su primera actuación, en el segundo de los festejos clasificatorios del ciclo, el de Ciudad Real volvió a tener la suerte de cara, arropado siempre por el cariño del respetable y por una legión de seguidores, y favorecido nuevamente por el lote más propicio de la tarde. Para mayor casualidad, con premio de vuelta al ruedo para uno de sus novillos, concretamente el que cerró plaza, que tuvo acometividad y nobleza.
Pero azares del destino aparte, Miguel Ángel Martín volvió a dar rienda suelta a su toreo valiente y carismático para trabajarse el triunfo y convencer al éxigente jurado -integrado por Lola Enríquez, Ramón Olmo, Manuel Carvajal y José Gómez- que también ha estado a la altura del certamen por su rigor y conocimiento.
En segundo puesto, con 48 puntos, quedó el madrileño Mariano Rojo, cuyas buenas cualidades permiten augurarle un prometedor futuro. No le ayudaron demasiado sus novillos, como le ocurriera en su primer día -siguiendo con lo del destino caprichoso- pero se justificó mejor con el primero de ellos en una labor muy pura y esforzada, pero mal rematada con el rejón de muerte.
El vallisoletano Sergio Vegas, tercer clasificado con 42 puntos, se decantó por la línea tremendista para ganarse pronto el éxito. Estuvo acelerado y no dudó en comprometer en muchas ocasiones a sus caballos. Mejor con su primero, ya que en el cuarto tiró más de la puesta en escena.
Los otros triunfadores del certamen, los Forcados Amadores de Arruda dos Vinhos, redondearon su paso por el ciclo atarfeño con otras tres pegas de alto voltaje y exposición.
Fonte: http://www.ideal.es/granada/20090202/cultura/otro-certamen-para-enmarcar-20090202.html
A Bruxa da Arruda
Janeiro 22, 2009
A mais famosa bruxa portuguesa é ainda hoje conhecida pelo nome de «Bruxa da Arruda». Não foi apenas uma mas sim toda uma sucessão de várias mulheres da mesma familia que ao longo de várias gerações foram passando o seu secreto saber (e possivelmente também alguns bens) de mães para filhas. Não se sabe a que época remonta a primeira Bruxa da Arruda, mas supõe-se que terá herdado os seu conhecimentos de algumas Comendadeiras de Ordem de Santiago que ficaram em Arruda dos Vinhos. As primeiras terão sido analfabetas, a partir de certa altura terão passado a utilizar o Livro de S. Cipriano. Consta que existem ainda algumas descendentes destas senhoras que exercem a sua actividade nos arredores de Lisboa.
Sabe-se que existiu no século passado uma bruxa (curandeira?) de nome Ana Lérias na Aldeia das Neves, a primeira cujo nome ficou conhecido. Uma neta sua, Adelina da Piedade Louro, terá conseguido salvar uma rapariga de Setúbal. A rapariga terá sido posta num quarto, sem nada para comer para além de sementes de abóbora, e apenas com um alguidar com leite junto dela. Consta que passados dois dias deitou uma cobra pela boca.
A rapariga estaria provavelmente atacada de lombrigas, que podem chegar a ter trinta centímetros de comprimento, podendo ser confundidas com pequenas cobras, e que, molestadas pelas sementes de abóboras, que hoje sabemos que contêm um poderoso vermicida, e procurando comida, lhe terão subido até à garganta atraídas pelo cheiro do leite.
Aquilo que hoje pode ser explicado como um fenómeno perfeitamente natural foi na altura considerado um verdadeiro prodígio de feitiçaria que tornou famosa a Curandeira D. Adelina.
AS PRÁTICAS DO OCULTISMO de Teresa Castro dÁire e os agradecimentos ao Marco Paulo Antunes, um jovem universitário de Arruda dos Vinhos, muito interessado nos seus valores culturais da sua terra, que procedeu à recolha destes dados.
Fonte: http://www.comunidade-espiritual.com/groups/?id=252&link=view_topic&topic_id=16831&group_id=252
Semana de Cultura Taurina da Tertúlia ‘O Periquita’
Janeiro 7, 2009
Ao entrarmos em 2009, é justo enaltecer a organização da Semana de Cultura Taurina da Tertúlia ‘O Periquita’, com sede em Arruda dos Vinhos. Houve colóquios, houve tendas na praça de toiros e até uma aula prática de toureio na mesma arena. Jovens de Portugal, Espanha e França conviveram e partilharam sonhos de, mais tarde, virem a ser gente importante na Festa de Toiros. Os ganadeiros Casquinha, Jorge de Carvalho e Joaquim Alves (‘S. Torcato’), colaboraram com diversas rezes, cujo comportamento em muito ajudou ao êxito, registando-se também o brilho das intervenções do tentador ‘Rafael Trancas’.
De parabéns, pois, a Tertúlia ‘O Periquita’, que é, também, detentora da exploração da Praça de Toiros de Arruda dos Vinhos. Um exemplo de saber entrar e estar no plano taurino, promovendo intercâmbios de ordem cultural e prática, que muito deverão contribuir para o futuro imediato e longínquo da Festa de Toiros em Portugal.
Entre iniciativas de ordem cultural e festivais, já se fala em Mourão, Coruche e Cuba, estando esta também já a preparar a sua corrida de 4 de Abril. Bem, pode dizer-se, por isso, que já cheira a toiro neste início de ano!
Razões que a razão reconhece (…) como optimismo para os amantes da Festa de Toiros em Portugal.
Venerable Peter Dias & 11 Companions
Dezembro 31, 2008
Born: March 28, 1548
Died: September 13, 1571
Fr Peter Dias was one of the Jesuits from Portugal who volunteered his services during Fr Ignatius de Azevedo’s visit to Portugal in 1570 to seek Jesuits to join him for the Brazil mission. He was born in Arruda dos Vinhos, near Lisbon, Portugal and entered the Society on March 28, 1548. After his ordination he was procurator at the Jesuit college in Coimbra where he also taught moral theology.
Fr Dias was one of the seventy over Jesuits missionaries who set sail in three vessels for the Brazil mission. He was put in charge of some twenty Jesuits aboard the vessel carrying Dom Luis de Vasconcelos, the new governor, on his way to Brazil. The other two vessels were headed by Fr Azevedo and the third had Fr Francis de Castro. When the flotilla stopped at Funchal on the island of Madeira, off the African coast, all the ships stayed behind except the Santiago, which carried Fr Azevedo and his group. The ship’s captain was eager to do some trading in the Canary Islands but when in sight of Santa Cruz de la Palma, Fr Azevedo’s ship was attacked by Huguenot pirates and he and thirty –nine Jesuits were martyred.
Fr Dias received news of the martyrdom of his forty Jesuits on the Santiago. He wrote to his Portuguese Provincial informing him of the sad event. When the seas were free of corsairs the other two ships left Funchal for Brazil. After some weeks crossing the Atlantic, while they were still nowhere near Brazil, they were caught in a terrible storm. Although their ships survived the gale they were many miles off course and sought haven in a small port of Santiago in Cuba while the other ship led by Fr Castro was blown towards Santo Domingo. Fr Dias had to abandon his ship and he and his passengers and crew made the long trek over the island to Havana where in late July/early August, 1571, they secured passage returning to Europe. When they arrived in Angra, in the Azores, they found that Fr Castro and his missionary companions had arrived there earlier.
As the governor and Fr Dias were not prepared to cave in to adversity, they immediately set sail for Brazil a second time after Fr Dias had ensured that his companions who had fallen sick had been sent home to Portugal. So together with thirteen of his Jesuit companions they set out on the outfitted ship for Brazil on September 6, 1571. After six days at sea, they met five pirate ships in the vicinity of the Canary Islands. Four were French under the command of Jean Capdeville, a French Huguenot who was in the crew which massacred Fr Azevedo and his companions, while the other was an English marauder. The governor’s crew boldly faced the enemy and with a salvo, brought down the mast of the Huguenot’s vessel and killed twenty men. However, Dom Luis’ ship was surrounded and they were outnumbered five against one. Although they fought valiantly, he and his men soon fell victims to the corsairs. Fr Dias, Fr Castro and some scholastics went among the wounded to bandage their wounds and carried them to safety. The ships were soon overrun with pirates brandishing swords.
They quickly picked out the black cassocks of the Jesuits; they hacked Fr Castro to pieces and then dealt countless blows to Fr Dias. With the two priests, a scholastic and two novices were killed that day, September 13, 1571.
The remaining nine Jesuits were kept below deck until the next day and then in groups of three, brought up, subjected to torture and indignity and then thrown alive into the sea. Of the nine, seven drowned.
The two scholastics, Sebastian Lopes and James Fernandes, both strong swimmers, stayed afloat and were eventually rescued by one of the pirate ships. They were given freedom and taken back to France.
They later made their way to Portugal, where they narrated their sad story.
The 11 companions of Fr Peter Dias were:
Bro Ferdinand Alvares, Portuguese, native of Viseu, born in 1534, entered the Society on May 28, 1660; thrown alive into the sea on Sep 14.
Scholastic John Alvares, Portuguese, native of Estreito, born about 1545, entered the Society on Nov 1, 1564; thrown alive into sea on Sep 14.
Scholastic Michael Aragonez, Spaniard, native of Guisona, born 1543, entered the Society on Aug 1567; wounded and thrown into sea alive on Sep 14.
Bro James de Carvalho, Portuguese, native of Tondela; thrown into the sea alive on Sep 14.
Fr Francis de Castro, Spaniard, born in Montemolin about 1535, entered the Society on Aug 19, 1560; killed, then thrown into the sea on Sep 13.
Scholastic Peter Dias, Portuguese, born in Bouzela about 1541; thrown into sea alive on Sep 14.
Scholastic Alphonsus Fernandes, Portuguese, native of Viana do Alentejo, born about 1548, thrown alive into sea on Sep 14.
Bro Peter Fernandes, Portuguese, born about 1544, thrown into sea alive on Sep 14.
Scholastic Gaspar Goes, Portuguese, native of Portel, born about 1546; killed and body thrown into the sea on Sep 13.
Scholastic Andrew Paes, Portuguese, born in Oporto about 1549; thrown alive into sea on Sep 14.
Bro Francis Paulo, Portuguese, thrown alive into the sea on Sep 13.
Fonte: http://www.jesuit.org.sg/html/companions/saints.martys/september/peter.dias.html
Em 2007 existia um computador por cada 9,5 alunos em Portugal
Dezembro 30, 2008
No ano lectivo de 2006 e 2007, existia um computador por cada 9,5 alunos nas escolas portuguesas. O maior número de alunos por cada computador era verificado no primeiro ciclo do ensino básico e nas regiões mais populosas.
“No ano lectivo de 2006/2007, nos estabelecimentos de ensino básico e de ensino secundário do Continente, existia um computador por 9,5 alunos. O número médio de alunos por computador era mais elevado no 1º ciclo do ensino básico (13,9 alunos por computador), diminuindo nos estabelecimentos de ensino do 2º e 3º ciclos (9,0 e 8,8, respectivamente), e ensino secundário (6,9)”, segundo o estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Numa análise pelo território português, as escolas de Alcoutim e de Vila Velha de Ródão eram as que dispunham de um menor número de alunos por computador, com uma média de 2,1 e de 2,6.
Já as que se encontravam no extremo oposto estavam nos municípios com uma maior população como é o caso da área metropolitana de Lisboa e do Porto. No entanto, os valores mais elevados são os de Arruda dos Vinhos, com 18,1 alunos por computador, e de Penafiel, com uma média de 17,4 alunos.
Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=346616
População das Cardosas preocupada com derrube de casas para passar o TGV
Dezembro 29, 2008
A população da freguesia de Cardosas, em Arruda dos Vinhos, está preocupada com o TGV pelo facto do traçado ir obrigar à demolição de algumas casas e por não saber ainda que solução lhes será apresentada.
“A passagem do TGV vai acarretar dificuldades a muita gente, uma vez que são sete casas, um barracão e algumas garagens [que serão demolidos] e portanto há toda uma questão a resolver”, começou por explicar à Agência Lusa o presidente da Junta de Freguesia de Cardosas, Ilídio Fernandes.
A freguesia de Cardosas é uma das afectadas com a passagem da linha de alta velocidade, projecto cuja Avaliação de Impacte Ambiental vai estar em fase de consulta pública até 16 de Janeiro.
Segundo o presidente da Junta de Freguesia, da parte da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE) já veio a garantia que o projecto irá avançar, com as expropriações para 2009 e as necessárias demolições para final de 2010.
Entre a população impera a incerteza em relação ao futuro.
“Como é que eu vou ficar deve estar nos segredos dos Deuses”, diz Carlos Batista, 62 anos e a viver há perto de 20 anos nas Cardosas, na casa que ele próprio ajudou a construir.
Carlos Batista já se mentalizou que o mais certo é a sua casa ser uma das que vai ser totalmente demolida, mas gostava de saber que solução lhe vai ser apresentada porque, como explicou, o assunto indemnizações “nunca foi abordado”.
Horácio Santos, 59 anos, outro habitante de Cardosas que se vê na iminência de ficar sem a casa que construiu com o sogro e onde vive há 30 anos, disse que desde que a família soube, há cerca de dois meses, que a linha do TGV iria atravessar a freguesia, a família nunca mais teve sossego.
“A nossa vida é aqui, o meu sogro não dorme de noite, a minha mulher a mesma coisa. Isto é uma coisa muito complicada”, justifica.
Para Horácio Santos quando as obras avançarem “vai ser o pandemónio”, mas espera que lhe seja dada uma alternativa.
“Isto terá de ser resolvido. Eu quero uma casa igual a esta ou então ser indemnizado com condições para comprar outra casa como esta”, adianta.
“Para estas pessoas não há solução. Talvez haja quando for formalizado o projecto final”, remata o presidente da Junta de Freguesia.
Fonte: http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=27226&idSeccao=479&Action=noticia


