Archive for Agosto, 2007


A 2ª Corrida de Toiros TouroBravo.com realizada no dia 16 de Agosto na Arruda dos Vinhos, andou muito longe de ser uma inesquecível noite de toiros. Não só pelas lides, que pouco ou nada transmitiram às bancadas, mas também pela longa duração do espectáculo, que se arrastou durante algumas horas, fruto das demoradas recolhas dos toiros e da lesão do segundo da noite.

João Salgueiro andou longe do seu melhor. Apesar de asseado não conseguiu romper para o triunfo nas suas duas intervenções, protagonizando duas lides frias e com pouca história para contar.

Manuel Caetano andou irregular nesta noite. O cavaleiro de Vila Franca imprimiu demasiada velocidade às montadas e esteve desacertado no momento da cravagem dos ferros, tendo nos violinos a única via de conecção com as bancadas.

O novilheiro Agustín de Espartinas demonstrou boas maneiras mas viu-se prejudicado com a qualidade dos seus novilhotes, mansos e de pouco jogo. O primeiro saí-a solto no fim dos muletazos, viajando para tábuas, e o segundo tinha meias investidas e criou algumas complicações durante a labuta.

Noite dura para a forcadagem, com os Amadores de Vila Franca de Xira a sentirem na pele as investidas bruscas dos toiros de Pontes Dias, sendo caras Diogo Pereira, à quarta, Márcio Francisco, à primeira, e Bruno Casquinha, à terceira tentativa. O segundo da noite lesionou-se durante a tentativa de cernelha e teve que ser recolhido.

Os toiros de Pontes Dias, para a lide a cavalo, saíram bem apresentados mas mansotes no geral, mais manejáveis o segundo e quarto, apesar das debilidades deste último. Quanto aos novilhotes de David Ribeiro Telles, com três anos de idade, saíram pequenotes e mansos no geral, sem opções para o novilheiro espanhol.

Direcção acertada de António Barrocal com assessoria veterinária do Dr. Jorge Moreira da Silva perante ½ casa preenchida. Noite fria e que não trará saudades…

Fonte: http://www.tourobravo.com/cronicas/2007/arrudadosvinhos3.html

A Feira Taurina de Arruda dos Vinhos encerrou com um mano-a-mano entre António Ribeiro Telles e Vitor Ribeiro perante um concurso de ganadarias, onde os toiros deram comportamento desigual, a saírem para o mansote, com algum sentido, a acusarem os seis e sete anos ostentados por algumas divisas, e a exigirem muito dos cavaleiros e forcados em praça.

A António Ribeiro Telles couberam os melhores momentos da noite, numa prestação sempre a crescer, iniciando-se na primeira lide com um Lopes Branco que se viria a “rachar” após a primeira série de curtos com o “Pintor”. O seu segundo toiro pertenceu à ganadaria Vinhas e revelou-se distraído, com o cavaleiro da Torrinha a realizar uma lide plena de maestria, a interessar o oponente na garupa de forma templada para de seguida deixar uma correcta série de curtos com o “Piri-Piri”. Contudo, foi ao quinto toiro, o melhor de toda a noite e que viria a vencer o prémio em disputa, que António alcançou o êxito, tendo no “Paquirri” a chave para o triunfo, em ferros emocionantes à meia volta e em terrenos cambiados, com o toiro de Pontes Dias a vir a mais.

Mais dificuldades teve Vitor Ribeiro para levar de vencida a sua “batalha” diante toiros complicados e exigentes, valendo a entrega e o valor do cavaleiro. Os seus três toiros, de António Silva, Conde Cabral e Varela Crujo, tiveram comportamento muito semelhantes. Distraídos, incertos nas investidas e com sentido durante as reuniões, com realce para o último, um toiro de sete anos, perigoso e violento, a que Ribeiro conseguiu resolver, e bem, a papeleta com o “Nicotina”.

Noite bastante dura para a Forcadagem, a sentirem na pele as violentas investidas destes trabalhosos toiros. Pela Chamusca pegaram, o cabo Nuno Marques, à quarta, Pedro Henriques, à segunda, e Márcio Duarte, na pega da noite à primeira tentativa. À semelhança do primeiro grupo, o cabo Pedro Espinheira viria a abrir praça à segunda tentativa, João Fialho fechou-se à terceira, e Telmo Salgueiro encerrou a noite de forma “heróica” à terceira após dobrar João Espinheira que se lesionou na primeira tentativa, diante um violento e poderoso toiro de sete anos e a rondar os 600 kg.

O prémio para melhor toiro foi ganho pelo oponente de Pontes Dias, com os restantes a serem reservados, com investidas incertas para os cavaleiros. O de Lopes Branco também resultou manejável, mas veio a menos após os primeiros curtos.

Direcção acertada de Ricardo Pereira com assessoria veterinária do Dr. Salter Cid perante ¾ de entrada, neste que viria a ser último festejo da Feira Taurina de Arruda dos Vinhos 2007.

Fonte: http://www.tourobravo.com/cronicas/2007/arrudadosvinhos4.html

Vai para a estrada no próximo dia 23 de Setembro, o 1º Passeio de Cicloturismo da Casa do Benfica da Arruda dos Vinhos. O evento que terá um percurso de cerca de 50 quilómetros, terá concentração pelas 8 horas junto às instalações da Casa do Benfica, estando a partida marcada para as 9 horas.

O evento que percorrerá o concelho, por alguns locais sem duvida bem bonitos, onde as suas paisagens são compostas na maioria, por muitas vinhas, uma das principais fontes de riqueza da região, a qual produz um dos vinhos sem duvida muito apreciado por muitos.

Para complemento do passeio, o evento terá no final uma prova de vinhos para todos os participantes, seguido de um grande almoço, com um grande convívio entre todos tarde dentro.

As informações e inscrições devem de ser feitas pelos telefones: 263974942 – 914268059 – 919876701

Inscrições até dia 20 de Setembro

O evento que tem organização da Casa do Benfica da Arruda dos Vinhos, conta com os apoios das Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos, Junta de Freguesia de Santiago dos Velhos, e Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), já que faz parte integral do seu calendário nacional. Tem ainda na divulgação do evento a colaboração da Super Ciclismo On-line, Rádio Vida de Arruda dos Vinhos, e do Notícias do Pedal On-line, que ira acompanhar pedalada a pedalada todo o evento.

E não esqueça, dia 23 de Setembro marque já na sua agenda, Arruda dos Vinhos promete ser em grande.

Fonte: http://www.superciclismo.pt/content/view/708/97/

O Hospital Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira, inaugura esta sexta-feira uma nova incubadora de cuidados intensivos a instalar na unidade de neonatologia para substituir um equipamento com mais de 20 anos.

As Câmaras Municipais de Vila Franca de Xira, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja e Benavente comparticiparam cada uma com dois mil euros a aquisição do equipamento que custou dez mil euros.

A unidade de neonatologia do hospital tem uma lotação de nove camas e possui um parque de nove incubadoras, tendo a mais antiga cerca de vinte anos carecendo por isso de substituição atendendo “à evolução tecnológica na área médica”.

Fonte: O Mirante

http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=17047&idSeccao=424&Action=noticia

Casa onde nasceu Irene Lisboa votada ao abandono

Mais de 100 anos depois de Irene Lisboa ter nascido na Quinta da Murzinheira, no concelho de Arruda dos Vinhos, o espaço, propriedade dos descendentes dos irmãos da poetisa, está agora em total abandono. Pertencendo há 100 anos à família Vieira Lisboa, a casa onde a escritora nasceu na Quinta da Murzinheira «está em ruínas desde há sete anos quando se tentou comprar», relatou à Lusa o presidente da Junta de Freguesia de Arranhó, Joaquim Luís, referindo que o imóvel permanece «sem portas e janelas» e com as «telhas a cair».

Localizada em A-dos-Arcos, freguesia de Arranhó, a quinta, com uma extensão de 36 hectares, estende-se por terrenos agrícolas onde continua a predominar a vinha, e mantém ainda uma adega «completamente degradada», que noutros tempos era usada como apoio aos trabalhos do campo, também retratados por Lisboa nas suas obras.

Rodeada de pinheiros e eucaliptos, a casa possui um pátio onde cresce «muita vegetação selvagem», em consequência do estado de abandono a que a casa está votada.

Desde há vários anos que a Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos tem vindo a estabelecer contactos com a família paterna de Irene Lisboa para comprar o espaço e «fazer ali inicialmente a casa-museu Irene Lisboa», mas «a família nunca se mostrou muito receptiva», revelou à Lusa a vereadora da cultura, Gertrudes Cunha.

Todas as tentativas foram goradas e a autarquia inaugurou, no final de Junho, o Museu Irene Lisboa, em instalações antigas da Junta de Freguesia de Arranhó, reunindo pela primeira vez todo o acervo documental da vida e obra da poetisa. Mas continua a ser «um objectivo adquirir a quinta».

«O irmão de Irene Lisboa morreu há dois anos e estamos a negociar com os vários herdeiros», adiantou a autarca, explicando que a quinta está a ser alvo de partilha entre os descendentes, o que torna difícil a venda do imóvel.

O moroso processo de divisão dos bens foi confirmada à Lusa por familiares da escritora, que se recusaram, no entanto, a prestar declarações.

A Quinta da Murzinheira confina com a Quinta do Monfalim, já no concelho de Sobral de Monte Agraço, também propriedade da família e cujo estado de degradação é igualmente visível.

Há muito deixou de ser um local idílico «de grande beleza», como a poetisa escreve sob o pseudónimo João Falco em «Começa uma vida», perpetuando na memória, um pouco na senda do saudosismo de Teixeira de Pascoaes, «as remotas tardes da quinta» e as «temporadas inigualáveis» que marcaram a sua infância, num registo autobiográfico em que contrapõe esses tempos aos anos em que estudou num colégio interno em Lisboa.

A autora de «13 Cantarelos», a sua primeira obra publicada, nasceu a 25 de Dezembro de 1892 na Quinta da Murzinheira, fruto de uma relação entre Luís Emídio Vieira Lisboa e uma criada, «a rapariga do campo enganada», como escreve em «Começa uma vida».

O pai renegou a sua paternidade, separando para sempre a criança da mãe aos três anos de idade.

Nessa altura, Irene Lisboa passou a residir com a madrinha, Ilda Gouveia, entre a casa da Baixa de Lisboa e a Quinta do Monfalim, propriedade da madrinha.

Só aos seis anos foi baptizada com o nome do pai, não que se vislumbrasse uma aproximação entre ambos, mas porque ia entrar num colégio interno em Lisboa que a isso obrigava.

Fonte: Diário Digital

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=291355

Padre Pero Dias

“Nascido em Arruda dos Vinhos, Lisboa, Portugal, em 1526. Estudou latim, aprendeu Cirurgia e trabalhou numa loja de panos. Em 28 de março de 1548 entrou para a Companhia em Coimbra. Como cirurgião serviu o ofício de enfermeiro. Não se sabe se foi ordenado em Lisboa ou Roma, pois lá foi acompanhando o Pe. Mestre Simão Rodrigues, demorando-se ano e meio na cidade. Santo Inácio de Loyola, ainda vivo, o chamava de “pomba sem fel”.

Voltou a Portugal em 1551, e se ocupou de estudar Teologia Moral em Coimbra e depois passou 5 a 6 anos em Sanfins do Minho. Em 1555 foi destinado à missão do Congo, mas não pode ir por problemas advindos na própria missão. Em 1558 era procurador do Colégio de Coimbra. Tornou-se um renomado mestre de Casos de Consciência. Em 1567 foi destinado a acompanhar o Pe. Gonçalo Álvares, visitador na Índia, mas também desta vez não foi as missões. Seguiria três anos depois para o Brasil, por vivo desejo do Pe. Inácio de Azevedo, pois seria pessoa muito útil e necessária, mais do que em Portugal (LEITE, Serafim, História da Companhia de Jesus no Brasil, p. 256). Pe. Pero Dias desejava-o mais do que ninguém, e foi-lhe concedido.

Já em Val de Rosal passou a ocupar-se do ensino de Casos de Consciência dos irmãos que se preparavam para o sacerdócio. Morto a estocadas e lançado depois ao mar, dia 13 de setembro”

Fonte: http://www.santosdobrasil.org/?system=news&action=read&id=285&eid=282

“Em 1448, a viúva, D. Brites de Menezes, oriunda da nobre família dos marqueses de Cantanhede e 3.ª mulher de Aires Gomes da Silva, aia da infanta D. Isabel, reavê por Alvará régio lavrado em Sintra os bens confiscados, na condição de doar a quinta de S. Marcos para ali se fundar um convento de monges hieromitas.

Para o efeito vai ao convento de Arruda dos Vinhos junto de seu confessor Fr. João Velho (monge do mosteiro da Mata) e Fr. Álvaro (prior do mesmo) a dar conta da sua decisão e solicitar-lhes que os seus procuradores compareçam em Lisboa a receber a doação.

O acto de doação ocorreu em Lisboa nos Paços de El-Rei, a 28 de Julho de 1451, através de uma carta lavrada pelo tabelião Álvaro Vaz, outorgada por D. Brites e Fr. João Velho, testemunhada por Gonçalo Vaz (escudeiro da duquesa de Borgonha), Fr. Alvaro Anes e o provincial da Trindade.

Nos primórdios do ano de 1452, dois monges de S. Jerónimo, João Velho e Espírito Santo, tomam posse de S. Marcos e em Abril do dito ano iniciam as obras sob a orientação do arquitecto Gil de Sousa (autor do mosteiro da Penha Longa) e regência de Fr. João Velho. Gil de Sousa orientou as obras durante 12 anos, até ao momento da sua morte e sequente enterramento na igreja. As obras irão continuar sob a direcção de Nuno Gonçalves, um pedreiro do vizinho lugar de Zouparria.

Desde 1452, S. Marcos funcionou como um autêntico estaleiro de obras e de arte. Aqui lavraram os maiores arquitectos, escultores e imaginários do tempo, com incidência maior nos altares e mausoléus da igreja, dormitórios e claustros, botica, celeiros e oficinas.”

Fonte: http://www.mensageirosantoantonio.com/messaggero/pagina_articolo.asp?IDX=235IDRX=45

O cavaleiro amador João Soller Garcia e os Forcados Amadores de Agualva-Cacém aproveitaram da melhor maneira a oportunidade “cedida” pela empresa de Arruda dos Vinhos para a novilhada do dia 12 de Agosto, onde saíram em plano de triunfadores. Foi um festejo com poucos motivos de interesse, onde houve novilhos a mais para toureiros ainda em plano inicial de carreira, desaproveitando-se assim as qualidades oferecidas pelos hastados da ganadaria Conde Cabral e S. Pedro.

João Soller Garcia foi o cavaleiro que mais convenceu nesta tarde. Mostrou bons apontamentos e alguma noção dos terrenos a pisar, onde as sortes foram desenhadas com gosto, assim como os remates das mesmas, resultando numa actuação de bom nível que lhe valeu o troféu em disputa.

Gonçalo Fernandes protagonizou uma actuação fria com pouco entendimento diante o seu novilhote de Conde Cabral, sobressaindo no violino e no palmito a encerrar lide.

Alexandre Gomes andou irregular na cravagem dos ferros apesar do excelente comportamento da sua montada dos curtos, a entrar ao pitón contrário, pena que não fosse melhor aproveitada.

Marcelo Mendes enfrentou o melhor novilho da tarde, um bravo hastado de Conde Cabral, com codícia e muita nobreza. Os sucessivos toques na montada e o perlongamento desnecessário da lide fizeram baixar o nível razoável da actuação, pois só à terceira tentativa é que conseguiu concretizar o par de bandarilhas.

Paulo d’Azambuja baseou a sua lide em ferros à tira e em redondo, em sortes algo aliviadas apesar da garra demonstrada.

Por fim, Filipe Ferreira protagonizou uma actuação demasiado modesta, a acusar os primeiros compromissos da sua carreira, em ferros demasiado dianteiros e descaídos.

Quanto à Forcadagem, tarefa acertada para o Grupo de Agualva-Cacém com três pegas ao primeiro intento por intermédio dos Forcados da Terra, Pedro Sabino, Carlos Carvalho e Vasco Lúcio, na pega da tarde que lhe valeu o prémio em disputa. Já os Amadores da Chamusca também não tiveram dificuldades para cumprir as suas funções, com duas pegas ao primeiro intento pelos forcados Luís Isidro e João Vasconcelos, sendo o último concretizado à primeira por João Sampaio após duas tentativas falhadas de Francisco Luz.

Direcção acertada de Lourenço Luzio com assessoria do médico veterinário Dr. José Manuel Lourenço, neste que foi o primeiro festejo da Feira Taurina de Arruda dos Vinhos.

Fonte: http://www.tourobravo.com/cronicas/2007/arrudadosvinhos2.html

“Mais perto do meio do século a situação da pintura portuguesa tende a clarificar-se. Nos anos 40 desaparecem quase todos os grandes pintores com experiência manuelina – Jorge Afonso, que talvez à muito não pintasse já, morre em 1540, Cristovão de Figueiredo é referido pela última vez nesse mesmo ano, Gregório Lopes falecerá apenas em 1550, mas a última obra que lhe conhecemos é o conjunto de quadros feitos para o Conventinho de Valverde em 1544-45, Vasco Fernandes desaparece provavelmente neste último ano. Nesta conjuntura, e antes da entrada em cena dos bolseiros com experiência directa italiana, que só acontecerá por volta dos anos de 1560, Diogo  de Contreiras assume-se como o mais importante pintor nacional em actividade, a par de um Garcia Fernandes que deve ter continuado a pintar, mas cuja última fase está pouco definida. A par dos mestres que fomos referindo aparecem outros cujo italianismo é cada vez mais desenvolto como o desconhecido pintor que conhecemos pelo nome de conveniência de “Mestre de Arruda dos Vinhos”, autor do desmembrado retábulo da Matriz dessa vila e de outras pinturas como um quadro do Hospital da Luz de Lisboa e o retábulo de Santa Cruz na Graciosa (Açores). Ainda dentro de uma evolução que podemos considerar como “interna” da pintura portuguesa,  muito ligado ao estilo de Diogo de Contreiras, se bem que com inferior qualidade, e um uso de composições ainda filiadas nos modelos dos Mestres de Ferreirim, o Mestre de Arruda dos Vinhos caracteriza-se pelo tratamento plástico dos panejamentos colados aos corpos ou em pregas curvas criando linhas sinuosas e sensuais que demarcam as sombras com suavidade, o mesmo gosto pela utilização de arquitectura renascentista, um alteamento das figuras de primeiro plano, já fortemente maneirista e um colorido de forte sentido decorativo, ainda que algo limitado na paleta. ”

Fonte : http://joaquimcaetano.wordpress.com/amor-fama-e-virtude/ao-modo-de-italia/

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