Archive for Setembro, 2007


Sob o olhar do comum cidadão parecem todos iguais. Não passam de simples copos. Mas Nelson Félix garante que não. Aquele habitante de Arruda dos Vinhos conseguiu reunir, nos últimos quatro anos, cerca de 6500 copos, canecas e cálices na sua pequena habitação, associando cada modelo a uma história. O coleccionador guarda exemplares que vão desde o simples copo, para beber água, até aos mais elaborados, com desenhos ou dedicatórias gravadas no vidro por amigos. Com 31 anos, Nelson Félix anseia por expor a sua imensa colecção num museu e figurar como recordista no Livro dos Recordes Mundiais.

Na sala de estar, cozinha e corredor apenas o coleccionador pode tocar nos copos, colocados estrategicamente sobre estantes e prateleiras de vidro improvisadas, cujas necessidades foram ditando o seu aumento. “Sabe que tenho pesadelos que um dia me partam os copos todos? Ando sempre a avisar a malta amiga para verem por onde andam…”, admite Nelson Félix, que colabora no bar do complexo desportivo do Arrudense.

“Tudo começou quando a Sumol me ofereceu uma colecção de copos, a partir daí nunca mais parei. Há pessoas que chegam com copos de todo o lado para me dar”, refere, ladeado por dezenas de exemplares com imagens de jogadores do Sporting. Para constar como recordista, o coleccionador não pode comprar copos, apenas recebê-los como oferta. Quando lhe oferecem exemplares que já possui, aproveita para os utilizar como meio de troca com outros coleccionadores.

A mulher, Laura, e as filhas, Daniela e Ana, foram eleitas as guardiãs habilitadas de tamanha vidraria. E o receio de abalroar uma das prateleiras é um sentimento que trespassa qualquer um. “Ai, Jesus, cuidado”, alerta a Daniela, com apenas sete anos. “Veja lá se me parte isso que não sei que lhe faça”, atemoriza Nelson, pálido e com o suor a escorrer pela testa quando – inadvertidamente – tocámos numa ponta de uma estante, provocando um “ligeiro” abanão no museu improvisado. “Só parti um copo até hoje e já cheguei a meter gente na rua por fingir que parte isto”, adverte. Estivemos assim de sobreaviso e não nos levantámos da cadeira durante uma hora.

Preciosidades oferecidas

Nelson Félix recebe copos de todo o mundo. Os últimos chegaram da Holanda e as coqueluches são uns exemplares do Futebol Clube do Porto e três copos com a imagem do jogador benfiquista Fyssas. Parecem iguais, mas com recurso a uma lupa o coleccionador identifica pequenas pintas – imperceptíveis – que os distinguem. Um cálice de 1713 é a maior preciosidade na colecção e foi oferecido por um funcionário da Câmara de Arruda dos Vinhos, que o descobriu numa lixeira. Só recentemente se juntaram copos e canecas de imperial oriundos da Dinamarca, Luxemburgo e Alemanha, que estão pendurados no tecto da cozinha. A limpeza, apenas das prateleiras, leva três dias de trabalho, de manhã à noite. “Isto é a minha maior paixão e as miúdas (filhas) já a defendem como se fosse delas”, salienta o provável recordista.

Fonte: http://jn.sapo.pt/2007/09/10/pais/quer_entrar_guinness_os_seus_6500_co.html

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No mês de Setembro, entre os dias 12 e 15, a Tertúlia “O Piriquita”, a Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos, o Ayuntamiento de Espartinas, com a colaboração da Fundação João Alberto Faria, organizam um Curso de Toureio a Pé em Arruda dos Vinhos.
O curso será gratuito e ministrado pelo professor da Escola de toureio de Espartinas o consagrado Maestro Espartaco, que transmitirá toda a sua sabedoria a todos aqueles que querem singrar e conquistar tardes de glórias e fama, num mundo que exige grandes sacrifícios, esforço e dedicação.
As aulas irão funcionar com regime de internato e os participantes terão alojamento, alimentação inclusa, visitas a ganadarias, aulas teóricas e práticas. Serão realizadas tentas, pondo à prova os ensinamentos assimilados e perceber a personalidade toureira de cada um.
Participarão ao todo dez alunos de Espartinas e dez alunos de Portugal, que serão convidados pela tertúlia “O Piriquita”, que com a sua paixão e dedicação toureira, continua e continuará a criar e a incentivar a Festa dos Touros, impulsionando actividades que prestigiem e dignifiquem os nossos valores, não esquecendo a ajuda e apoio tão necessários para a ascensão e solidez que os jovens tanto requerem, neste longo e árduo caminho que escolheram para trilhar.
No dia 15 de Setembro, na tarde de Sábado, terá lugar na praça de toiros de Arruda dos Vinhos, uma aula prática aberta ao público, onde todos poderão exibir a sua afición fervilhante.É com esperança e fé que a tertúlia aposta neste “Laboratório Taurino”.
Condições prévias: – O alojamento, refeições e transporte para as actividades são gratuitos;- O seguro é obrigatório e é da responsabilidade dos participantes juntamente com uma declaração de autorização por parte dos pais;- a entrada no oceanário é da responsabilidade dos participantes e é facultativa;- O regime é de internato o que obriga aos participantes a estarem presentes em todas as actividades do curso.- Os participantes estão obrigados a cumprirem rigorosamente as regras e horários estabelecidos pela organização;- A tertúlia “O Piriquita” convidará os dez participantes portugueses.

Fonte: http://naturales.blogspot.com/2007/08/curso-de-toureio-p-em-arruda-dos-vinhos.html

“1255 — (20.02) Na Cúria reunida em Santarém, Afonso III de Portugal, com o consentimento de sua esposa, D. Beatriz, doa o castelo de Cacela e o de Aiamonte para o mestre da ordem de Santiago, D. Paio Peres Correia. (22.02) Afonso III de Portugal confirma o castelo de Sesimbra à ordem de Santiago. (24.02) Afonso III de Portugal confirma à ordem de Santiago, nas pessoas do mestre D. Paio Peres Correia e do comendador, os castelos, outrora doados por Sancho I e confirmados por Afonso II, de Alcácer do Sal, Palmela, Almada e Arruda. Fuero Real, redigido por inspiração de Afonso X de Leão e Castela. (Março) Afonso III de Portugal jura perante o bispo de Évora que não procederá à quebra da moeda e à cobrança do imposto do “monetágio”. Envia cópias do documento aos mestres das ordens militares, mais ligados a uma economia monetária. (Maio) A condessa Matilde de Bolonha, esposa de Afonso III de Portugal, protesta na cúria romana pela bigamia do rei. Afonso III é convocado para ser julgado. Foral de Vila Nova de Gaia concedido por Afonso III de Portugal, para incrementar seu comércio internacional. ”

Fonte: http://www.ricardocosta.com/pub/crono4.htm

“1207 -A Ordem de Sant’Iago edificou o baluarte ou fortim de S. João Baptista de Belmonte, em frente do actual Monte os Condes de Santo Estêvão (que então ainda não existia) antes do fim do século, posição menos defensiva, pois os muçulmanos nunca se interessaram para aquém de Coruche, do que marcar presença e ocupação de um território.

Um documento de 1207 (ANTT. Bulário Português do Papa Inocêncio III”, I.N.C.I., Coimbra A.N.T.T., Chancelaria de S. Vicente, cx. 46, m.1, n.º 33) aparece uma sentença do Prior de Alcobaça que determina quais os pagamento de dízimos a fazer a Ruta (Arruda dos Vinhos), onde se inclui o Fortim de Belmonte, sinal de que muitos anos antes ele teria sido construído, mesmo antes da fundação de Benavente em 1200.

Normalmente, os nobres freires-soldados das Ordens Religiosas Militares se fizessem acompanhar de familiares e serviçais, para os serviços de agro-pecuária de manutenção dos mesmos.”

Fonte : http://www.samoraonline.com/institucional/ver.asp?ID=47

Em 2007 a festa e tradição da Festa de Nossa Senhora de Ajuda cumpre-se como sempre….

Veja imagens da festa de 2006 aqui

Fonte: http://laramartins.sgi.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=27&Itemid=48

“Jesuíta. N. na Arruda dos Vinhos, e a 15 de Janeiro de 1544 professou na Companhia de Jesus. 

Foi superior do colégio de Santo Antão, de Lisboa, até que deliberou ir missionar para a índia, e partiu a 24 de Março de 1553 na nau Santa Cruz, que teve de arribar a Lisboa por não poder seguir viagem.

Tornou a embarcar para a índia, mas desta vez com o vice-rei D. Pedro de Mascarenhas, e com ele aportou a Goa no dia 23 de Setembro de 1554. Passou depois em 1557 para as ilhas Molucas, onde sofreu grandes trabalhos, querendo matá-lo o rei de Geilolo. Não morreu então, mas veio a falecer nas ilhas, quando tratava de cumprir dignamente a sua nobre missão. Há dele cartas escritas das Molucas ou ao seu geral, ou aos padres da sua província de Portugal, dando conta de seus trabalhos, e também uma relação do martírio do P. João Baptista Machado. Ficou tudo manuscrito, menos a carta que escreveu ao geral, de que se fez um extracto em língua latina, publicado juntamente com outros em Lovaina em 1669”

 Fonte: http://www.arqnet.pt/dicionario/vieirafp.html