“Gil Vicente escreveu o seu Monólogo do Vaqueiro (1502) e mais tarde o Pranto de Maria Parda, peça ainda hoje quase desconhecida, onde o mestre ourives, pela voz da protagonista, anunciava os seus vinhos de eleição: Abrantes, Punhete, Arruda, Alcochete, Alhos Vedros, Barreiro.
Vinhos que hoje desapareceram (exceptuando Arruda), mas que ficaram na história literária pela pena de mestre Gil.”

Fonte: “Portugal vinhos, cultura e tradição” José a. Salvador, Pág. 36, ed. Círculo de Leitores

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