Archive for Novembro, 2008


Seis municípios do distrito de Lisboa uniram esforços para recuperar as Linhas de Torres. O projecto orçado em dois milhões de euros e que ontem viu inaugurado o circuito da Enxara, no concelho de Mafra, visa preservar parte do sistema de fortificações militares construído entre 1809 e 1810, que teve por objectivo travar a terceira invasão francesa. O que viria a acontecer em Novembro de 1810, quando o marechal Massena renunciou a atacar e retirou, dirigindo-se para Santarém.

Das 152 estruturas militares construídas na época, restam 118. Destas, o projecto visa recuperar 30 até Dezembro de 2010. A iniciativa irá também abrir circuitos pedestres ao longo dos 85 quilómetros de fortificações, cuja eficácia bélica alcançada determinou o início do caminho ascendente do Duque de Wellington perante as tropas napoleónicas, que culminou com a vitória sobre Napoleão a 18 de Junho de 1815, na batalha de Waterloo.

O investimento do circuito da Enxara envolve a animação de réplica de um telégrafo semelhante ao existente na época. Um primeiro passo para explicar o complexo sistema de comunicações existente no século XIX que permitia a distribuição de informações desde o rio Tejo até ao Atlântico.

Com vista à preparação da comemoração do Bicentenário das Linhas de Torres, a realizar entre 2009 e 2010, terminou ontem o seminário ‘A Importância das Linhas de Torres na Europa’.

Numa obra de engenharia sem paralelo, erguer mais de uma centena de fortes levou a que 150 mil camponeses fossem chamados. Também cerca de 200 mil pessoas abandonaram as suas casas a norte das linhas, perante a investida dos franceses.

O efectivo militar criado foi também gigantesco: 25 mil milícias e 11 mil ordenanças portuguesas, oito mil espanhóis e 2500 fuzileiros ingleses. Como tropas regulares, Wellington dispunha de 34 mil ingleses e de 24 500 portugueses.

Estava criada uma máquina de guerra de mais de cem mil homens que à retirada francesa avançou para Espanha. A 27 de Julho de 1813, após a batalha dos Pirenéus, o duque de Welligton viria a chamar aos militares portugueses, pela sua coragem, “os meus galos de combate”. A 7 de Outubro era dada ordem para avançarem para França. É este património militar que seis concelhos querem manter vivo.

Segundo explicou Gertrudes Cunha, vereadora da Cultura da Câmara de Arruda dos Vinhos, o projecto Rota Histórica das Linhas de Torres “pretende trazer o desenvolvimento sustentado da região com a criação de uma rota turístico-cultural, militar, ambiental e de grande projecção internacional”. Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira, Sobral de Monte Agraço, Mafra, Loures e Torres Vedras são os concelhos envolvidos.
LINHAS DE TORRES

Edificadas, a partir de 1809, por ordem do general Wellesley, as Linhas de Defesa de Lisboa, ou Linhas de Torres, são um conjunto de 152 fortificações que se estendia por cerca de 80 quilómetros, distribuídas entre Torres Vedras e o rio Tejo, e que asseguravam a defesa desde a costa atlântica até ao estuário do rio.
FORTE GRANDE OU DO ALQUEIDÃO

Localizado na Serra de Montagraço, a 439 metros de altitude, começou a ser construído a 4 de Novembro de 1809. Capacidade para uma guarnição de 1590 militares. Número de peças de artilharia: 25. Fica no concelho de Sobral de Monte Agraço, dois quilómetros a Sul da vila.

Nove adegas portuguesas juntaram-se para criar um grupo, denominado A9, com o objectivo de promover e comercializar os seus vinhos a nível nacional e mundial.

O grupo envolve as adegas de Almeirim/Arruda, Caves Vale do Rodo, Favaios, Pegões, Caves Santa Marta, Soadegas, Udaca e Vercoope, que representam 27 empresas e correspondem a 15% da produção nacional, com mais de 15 200 viticultores.

Um dos objectivos do grupo, nascido naFederação Nacional das Adegas Cooperativas, é a criação de uma plataforma de trabalho com vista ao relançamento dos vinhos no mercado global, nomeadamente, nos EUA, Canadá, Brasil, China, Índia e Rússia.

Detém já uma média de negócios de 86,5 milhões de euros, dos quais 13 milhões são em exportação. Em volume, o A9 tem a marca mais vendida em Portugal, e a sexta maior marca nacional em valor. Foi apresentado formalmente no último dia 11.

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1044597

Uma das situações mais graves de movimentos transfronteiriços de resíduos detectados este ano ocorreu nas Alfândegas Marítimas de Lisboa e de Leixões com importações ilegais de contentores de baterias de chumbo provenientes de Cabo Verde, foi hoje divulgado.

Um documento do Ministério do Ambiente, enviado à Agência Lusa, revela que outra das situações mais graves verificadas este ano ocorreu na fronteira de Vilar Formoso, onde “um transporte de resíduos de motores completamente contaminados com óleos usados foi obrigado a retorno à origem, Arranhó”, Arruda dos Vinhos.

“Estas situações de maior gravidade estão sujeitas à aplicação de coimas mínimas de 25 mil euros (pessoa singular) ou de 60 mil euros (pessoa colectiva), mas que podem chegar a 2.500.000 euros e à aplicação de sanções acessórias que incluem, entre outras, a apreensão e perda a favor do Estado do meio de transporte, o encerramento de estabelecimentos e a interdição do exercício da profissão ou da actividade”, refere o Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional.

Nas situações ilegais, para além do retorno dos transportes terrestres à sua origem, também poderão ser devolvidos à sua proveniência os contentores marítimos com resíduos, ficando os custos sempre a cargo do responsável pela transferência ilegal.

Em termos de combate e prevenção deste fenómeno, o Ministério do Ambiente salienta que “inúmeras ilegalidades foram detectadas numa vasta operação de controlo dos movimentos transfronteiriços de resíduos (via marítima e terrestre), coordenada pela IGAOT (Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território), com a participação da APA (Agência Portuguesa do Ambiente), DGAIEC (Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo) e SEPNA/GNR (Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente)”.

“Esta semana de operações teve particular incidência nas Alfândegas Marítimas de Lisboa e de Leixões, no primeiro dos casos com o controlo acrescido do ‘scanner’ aos contentores de resíduos”, menciona o documento enviado à Lusa.

A acção incluiu ainda a intensificação do controlo das fronteiras terrestres pelo SEPNA e pela IGAOT, numa altura em que o Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho relativo a transferências de resíduos, que entrou em vigor em 12 de Julho de 2007, está “ainda longe de ser cumprido”.

“Falsas declarações, ausência de aprovação pelas entidades competentes, inexistência de garantias bancárias, de contrato e de documentação adequada de transporte que dê garantias de um tratamento apropriado aos resíduos, bem como a falta de registo no SIRER têm sido as ilegalidades mais comuns”, de acordo com o Ministério do Ambiente.

Durante a segunda semana de Novembro, além da intensificação do controlo dos contentores nas Alfândegas Marítimas, foram inspeccionados mais de 500 transportes, nos quais foram detectadas infracções “muito graves”, uma delas relacionada com o “envio para Espanha, através da fronteira de Elvas, de resíduos de vidro seriamente contaminados com papel e metais, provenientes da recolha selectiva”. O transporte foi obrigado a retornar a uma empresa capacitada para efectuar a triagem adequada dos resíduos.

Outra infracção grave prendeu-se com a “introdução, no território nacional, pela fronteira de Valença, de resíduos de construção e demolição com destino a uma pedreira”.

Muitas outras infracções, leves ou graves, associadas à falta de documentação adequada e à ausência de contratos que garantam uma gestão adequada de resíduos foram identificadas em vários fluxos de resíduos (resíduos de plástico, vidro, metais, têxteis e borracha), relata ainda o Ministério do Ambiente.

Fonte: http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/90fa0de5b283826f137823.html

A Divulgar Iniciativas vai criar, em 2009, um epicentro cultural em Arruda dos Vinhos. O novo espaço de cultura dispõe-se a acolher expressões artísticas de todos os feitios, sempre em tom luso. Para estrear o espaço há um consurso de bandas nacionais.

A DIBOX instala-se em Arruda dos Vinhos no próximo ano. Trata-se de um grande espaço cultural criado para dar vida à arte lusófona, promovido pelo projecto Divulgar Iniciativas. Na Primavera de 2009 e a cerca de 20 minutos da capital, esperam-se apresentações de diversas actividades artísticas. Para inaugurar a casa está prevista a primeira edição do Concurso Divulgar Bandas.

Constituída há menos de um ano, a Divulgar Iniciativas (DI) tomou a sua e resolveu criar um espaço com as condições mais adequadas ao trabalho que quer desenvolver. Ou seja, num só espaço conjugar uma sala de espectáculos, estúdio, loja e galeria vão compor a DIBOX.

A sala de espectáculos, com capacidade para cerca de 400 pessoas em pé, vai dedicar-se a actuações ao vivo de projectos musicais, DJ, stand up, teatro e dança. A aposta na qualidade acústica e no equipamento são fulcrais para a DI. «É nosso ponto de honra ter uma qualidade de som de grande nível, e um espaço onde qualquer artista se sinta bem e queira apresentar o seu trabalho», afirma Valdo Sabino, um dos responsáveis do novo espaço.

Quanto ao estúdio, vai ser ocupado por uma rádio on-line e ainda um estúdio de pós-produção. Há também espaço para exposições, instalações e outras actividades artísticas lusas.

Na agenda da DIBOX está desenhado o espaço para oito espectáculos mensais, com um cabeça de cartaz garantido. Para além da actividade da sala principal estão previstas uma sessão DJ, apresentação de vários novos projectos, festas temáticas, exposições e animações diárias no espaço de Galeria ou Restauração.

De acordo com Valdo Sabino, Arruda dos Vinhos situa-se num ponto estratégico relevante quer graças à localização e bons acessos quer por não existirem equipamentos nem iniciativas daquele género e dimensão.

Quanto ao financiamento, trata-se de um «investimento é completamente privado», sublinha Sabino. Entretanto, estão a ser desenvolvidos contactos com vista a apoios protocolares e parcerias com algumas instituições públicas e privadas, tendo em vista o «apoio à divulgação do projecto, iniciativas e eventos, ou de cedência de equipamentos e meios, mas nunca ao nível financeiro», explica o responsável. A autarquia local, a Associação de Municípios do Oeste, o Núcleo de Turismo do Oeste e a Universidade Lusófona são algumas das instituições contactadas.

Os responsáveis contam nesta altura com duas iniciativas para dinamizar o local. O concurso Divulgar Bandas, com data marcada para a abertura da DI Box, e ainda o Festival do Oeste, que, naquela zona, vai juntar bandas, artistas, artesãos e performers.
 

Divulgar novos talentos luso-musicais
 
Até 31 de Dezembro estão abertas as inscrições para a primeira edição do concurso Divulgar Bandas, a contar com vinte projectos nacionais. Os finalistas, apurados entre 28 de Março e 4 de Julho de 2009, têm assegurada «a ajuda na divulgação da sua arte», garante a organização.

Após quatro eliminatórias e duas semi-finais, a Divulgar Iniciativas atribui no último dia de música, 4 de Julho, o prémio à banda vencedora. Consiste na gravação de um cd single, de um teledisco e ainda de uma sessão fotográfica profissional. Quanto aos restantes finalistas, têm também garantida a participação numa compilação discográfica a lançar pela Divulgar Iniciativas.

No evento podem participar todos os artistas nacionais ou de origem lusófona, sem contrato discográfico. A organização aceita também bandas com edições de autor ou incluídas em compilações. Para concorrer, os projectos musicais devem enviar uma maqueta com três temas originais, compostas por letra e música, com menos de cinco minutos.

A partir de 2010 a Divulgar Bandas vai tornar-se numa «espécie de resumo» daquilo que se vai passar durante o ano, refere Valdo Sabino.

Fonte: http://rascunho.net/artigo.php?id=2225

O “Seminário Internacional sobre a Importância das Linhas de Torres na Europa” vai reunir alguns dos mais reputados peritos internacionais, neste tipo de património, no Auditório Municipal de Arruda dos Vinhos, nos dias 20, 21 e 22 de Novembro, com o objectivo de “divulgar a especificidade do sistema militar defensivo de Lisboa, denominado por Linhas de Torres”.

No âmbito do programa do seminário, assinala-se a inauguração do primeiro circuito de visita incluído na “Rota Histórica das Linhas de Torres”, projecto dinamizado por uma plataforma intermunicipal que congrega todos os municípios onde se implantam as fortificações: Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira.

O objectivo deste seminário transcende a esfera da História das Guerras Peninsulares e assume-se como uma oportunidade para chamar a atenção da população em geral, e da comunidade científica em particular, para a valorização cultural e turística deste património militar.

Estão previstas diversas actividades, como comunicações livres, debates temáticos, visitas de estudo ao terreno, exposição de painéis e mostra bibliográfica.

Fonte: http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=20315

A Divulgar Iniciativas vai criar, em 2009, um epicentro cultural em Arruda dos Vinhos. O novo espaço de cultura dispõe-se a acolher expressões artísticas de todos os feitios, sempre em tom luso. Para estrear o espaço há um consurso de bandas nacionais.

A DIBOX instala-se em Arruda dos Vinhos no próximo ano. Trata-se de um grande espaço cultural criado para dar vida à arte lusófona, promovido pelo projecto Divulgar Iniciativas. Na Primavera de 2009 e a cerca de 20 minutos da capital, esperam-se apresentações de diversas actividades artísticas. Para inaugurar a casa está prevista a primeira edição do Concurso Divulgar Bandas.

Constituída há menos de um ano, a Divulgar Iniciativas (DI) tomou a sua e resolveu criar um espaço com as condições mais adequadas ao trabalho que quer desenvolver. Ou seja, num só espaço conjugar uma sala de espectáculos, estúdio, loja e galeria, que vão compor a DIBOX.

A sala de espectáculos, com capacidade para cerca de 400 pessoas em pé, vai dedicar-se a actuações ao vivo de projectos musicais, DJ, stand up, teatro e dança. A aposta na qualidade acústica e no equipamento são fulcrais para a DI. «É nosso ponto de honra ter uma qualidade de som de grande nível, e um espaço onde qualquer artista se sinta bem e queira apresentar o seu trabalho», afirma Valdo Sabino, um dos responsáveis do novo espaço.

Quanto ao estúdio, vai ser ocupado por uma rádio on-line e ainda um estúdio de pós-produção. Há também espaço para exposições, instalações e outras actividades artísticas lusas.

Na agenda da DIBOX está desenhado o espaço para oito espectáculos mensais, com um cabeça de cartaz garantido. Para além da actividade da sala principal estão previstas uma sessão DJ, apresentação de vários novos projectos, festas temáticas, exposições e animações diárias no espaço de Galeria ou Restauração.

De acordo com Valdo Sabino, Arruda dos Vinhos situa-se num ponto estratégico relevante quer graças à localização e bons acessos quer por não existirem equipamentos nem iniciativas daquele género e dimensão.

Quanto ao financiamento, trata-se de um «investimento completamente privado», sublinha Sabino. Entretanto, estão a ser desenvolvidos contactos com vista a apoios protocolares e parcerias com algumas instituições públicas e privadas, tendo em vista o «apoio à divulgação do projecto, iniciativas e eventos, ou de cedência de equipamentos e meios, mas nunca ao nível financeiro», explica o responsável. A autarquia local, a Associação de Municípios do Oeste, o Núcleo de Turismo do Oeste e a Universidade Lusófona são algumas das instituições contactadas.

Os responsáveis contam nesta altura com duas iniciativas para dinamizar o local. O concurso Divulgar Bandas, com data marcada para a abertura da DI Box, e ainda o Festival do Oeste, que, naquela zona, vai juntar bandas, artistas, artesãos e performers.

 

Divulgar novos talentos luso-musicais

Até 31 de Dezembro estão abertas as inscrições para a primeira edição do concurso Divulgar Bandas, a contar com vinte projectos nacionais. Os finalistas, apurados entre 28 de Março e 4 de Julho de 2009, têm assegurada «a ajuda na divulgação da sua arte», garante a organização.

Após quatro eliminatórias e duas semi-finais, a Divulgar Iniciativas atribui no último dia de música, 4 de Julho, o prémio à banda vencedora. Consiste na gravação de um cd single, de um teledisco e ainda de uma sessão fotográfica profissional. Quanto aos restantes finalistas, têm também garantida a participação numa compilação discográfica a lançar pela Divulgar Iniciativas.

No evento podem participar todos os artistas nacionais ou de origem lusófona, sem contrato discográfico. A organização aceita também bandas com edições de autor ou incluídas em compilações. Para concorrer, os projectos musicais devem enviar uma maqueta com três temas originais, compostas por letra e música, com menos de cinco minutos.

A partir de 2010 a Divulgar Bandas vai tornar-se numa «espécie de resumo» daquilo que se vai passar durante o ano, refere Valdo Sabino.

Fonte: http://rascunho.net/artigo.php?id=2225

V Passeio Pedestre do Arrudense

Dia: 23 de Novembro de 2008 (Domingo).

Hora de Partida: 9h
Dificuldade: Média
Duração: +/- 3h30m
Distância: 14 Quilómetros

Local de encontro: Clube Recreativo Desporto Arrudense (Sede)

Recomendações:
– Calçado apropriado.
– Comida para o passeio: sandes, barras energéticas, fruta, etc.
– Água
– Boa disposição.

Organização:
Clube Recreativo Desportivo Arrudense (Arruda dos Vinhos)

Contactos:
Clube Recreativo Desportivo Arrudense

Site: http://aventura.arrudense.com
Mail: aventura@arrudense.com
Telefone: 962897225

Mapa:
http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&hl=pt-PT&msa=0&msid=117143884389865067316.000449ac22fb5d02db6ab&ll=38.999009,-9.103053&spn=0.006028,0.013905&t=h&z=17

A Academia de Dressage de Portugal, um dos maiores complexos equestres da Europa, inaugurada no dia 25 de Outubro, recebe no seu “Indoor” na Quinta da Pataca em Arruda dos Vinhos, pela primeira vez, os CDI3*, CDIY, CDIJ e provas para Cavalos Novos de 12 a 14 de Dezembro de 2008.

O evento, que conta com um prize money de cerca de 13 mil euros, distribuídos por 10 provas e troféus para as provas de Juniores e Young Riders, promete animar o mês de Dezembro, normalmente escasso em eventos hípicos.

ACADEMIA DE DRESSAGE DE PORTUGAL

O complexo privado, idealizado pelo cavaleiro profissional Daniel Pinto e propriedade do francês Sylvain Massa, criador de cavalos Lusitanos, custou cerca de quatro milhões de euros e é constituído por 180 boxes para cavalos, picadeiros de dimensão olímpica (dois cobertos e dois no exterior), um estádio para provas internacionais e 3000 lugares sentados e três pistas de treino de provas (carriéres).

Um parque de estacionamento para camiões e atrelados, salas de aulas, hospital veterinário, sala de ferração, boutique equestre, restaurante e um hotel, ainda em projecto, fazem parte deste fabuloso complexo.

Nas instalações da academia são disponibilizados os serviços de cavalos a penso, formação de cavaleiros, escola de equitação, venda de cavalos, assistência aos criadores, estágios de aperfeiçoamento equestre, turismo equestre, treino de cavalos, preparação de cavalos e cavaleiros para a competição e assistência veterinária.

Fonte: http://www.equisport.pt/noticias/detalhes.php?id=4883

A ACIS – Associação de Comércio, Indústria e Serviços dos Concelhos de Vila Franca de Xira e Arruda dos Vinhos assinalou, na terça-feira, dia 8, os seus 100 anos de existência, com homenagem a cerca de 200 associados com mais de 25 anos de filiação. Nos próximos meses a ACIS pretende iniciar um processo de revisão de estatutos que a torne mais abrangente, de modo a envolver mais as profissões liberais e as empresas ligadas às novas tecnologias.

A fundação da ACIS data de 8 de Novembro de 1905, altura em que o rei D. Carlos I aprovou os estatutos da então “Associação de Classe Commercial e Industrial de Villa Franca”, que tinha por objectivo a defesa dos interesses económicos dos seus associados; a sua representação perante os poderes constituídos e a instrução e convívio dos associados, seus filhos e empregados.

Em 1943, passou a denominar-se Grémio do Comércio dos Concelhos de Vila Franca de Xira e Arruda dos Vinhos. Após o 25 de Abril, mudou para “Associação do Comércio e Indústria” destes dois concelhos e, já na década de 90, foram alterados os estatutos e acrescentada no seu nome a palavra “Serviços”, ficando com a designação que tem actualmente.

A ACIS tem cerca de 1600 associados dos três ramos de actividade que comporta e conta com a colaboração de vários profissionais que prestam consultoria nos gabinetes de apoio ao associado: a nível administrativo, jurídico, do licenciamento; da comunicação e imagem; consultoria em gestão e fiscalidade e aconselhamento económico e financeiro. Desenvolve, também, cursos de formação profissional, campanhas de promoção do comércio local e participou na organização da Xiraexpo.

Fonte: http://www.oribatejo.pt/index.php?lop=conteudo&op=03afdbd66e7929b125f8597834fa83a4&id=d9092432cf93294c7d6d2e076c6a3fdf&drops%5Bdrop_edicao%5D=14&drops%5Bdrop_edicao%5D=14