Archive for Dezembro, 2008


Born: March 28, 1548
Died: September 13, 1571

Fr Peter Dias was one of the Jesuits from Portugal who volunteered his services during Fr Ignatius de Azevedo’s visit to Portugal in 1570 to seek Jesuits to join him for the Brazil mission. He was born in Arruda dos Vinhos, near Lisbon, Portugal and entered the Society on March 28, 1548. After his ordination he was procurator at the Jesuit college in Coimbra where he also taught moral theology.

Fr Dias was one of the seventy over Jesuits missionaries who set sail in three vessels for the Brazil mission. He was put in charge of some twenty Jesuits aboard the vessel carrying Dom Luis de Vasconcelos, the new governor, on his way to Brazil. The other two vessels were headed by Fr Azevedo and the third had Fr Francis de Castro. When the flotilla stopped at Funchal on the island of Madeira, off the African coast, all the ships stayed behind except the Santiago, which carried Fr Azevedo and his group. The ship’s captain was eager to do some trading in the Canary Islands but when in sight of Santa Cruz de la Palma, Fr Azevedo’s ship was attacked by Huguenot pirates and he and thirty –nine Jesuits were martyred. 

Fr Dias received news of the martyrdom of his forty Jesuits on the Santiago. He wrote to his Portuguese Provincial informing him of the sad event. When the seas were free of corsairs the other two ships left Funchal for Brazil. After some weeks crossing the Atlantic, while they were still nowhere near Brazil, they were caught in a terrible storm. Although their ships survived the gale they were many miles off course and sought haven in a small port of Santiago in Cuba while the other ship led by Fr Castro was blown towards Santo Domingo. Fr Dias had to abandon his ship and he and his passengers and crew made the long trek over the island to Havana where in late July/early August, 1571, they secured passage returning to Europe. When they arrived in Angra, in the Azores, they found that Fr Castro and his missionary companions had arrived there earlier. 

As the governor and Fr Dias were not prepared to cave in to adversity, they immediately set sail for Brazil a second time after Fr Dias had ensured that his companions who had fallen sick had been sent home to Portugal. So together with thirteen of his Jesuit companions they set out on the outfitted ship for Brazil on September 6, 1571. After six days at sea, they met five pirate ships in the vicinity of the Canary Islands. Four were French under the command of Jean Capdeville, a French Huguenot who was in the crew which massacred Fr Azevedo and his companions, while the other was an English marauder. The governor’s crew boldly faced the enemy and with a salvo, brought down the mast of the Huguenot’s vessel and killed twenty men. However, Dom Luis’ ship was surrounded and they were outnumbered five against one. Although they fought valiantly, he and his men soon fell victims to the corsairs. Fr Dias, Fr Castro and some scholastics went among the wounded to bandage their wounds and carried them to safety. The ships were soon overrun with pirates brandishing swords.

They quickly picked out the black cassocks of the Jesuits; they hacked Fr Castro to pieces and then dealt countless blows to Fr Dias. With the two priests, a scholastic and two novices were killed that day, September 13, 1571.

The remaining nine Jesuits were kept below deck until the next day and then in groups of three, brought up, subjected to torture and indignity and then thrown alive into the sea. Of the nine, seven drowned.

The two scholastics, Sebastian Lopes and James Fernandes, both strong swimmers, stayed afloat and were eventually rescued by one of the pirate ships. They were given freedom and taken back to France.

They later made their way to Portugal, where they narrated their sad story. 

The 11 companions of Fr Peter Dias were: 

Bro Ferdinand Alvares, Portuguese, native of Viseu, born in 1534, entered the Society on May 28, 1660; thrown alive into the sea on Sep 14.

Scholastic John Alvares, Portuguese, native of Estreito, born about 1545, entered the Society on Nov 1, 1564; thrown alive into sea on Sep 14.

Scholastic Michael Aragonez, Spaniard, native of Guisona, born 1543, entered the Society on Aug 1567; wounded and thrown into sea alive on Sep 14.

Bro James de Carvalho, Portuguese, native of Tondela; thrown into the sea alive on Sep 14.

Fr Francis de Castro, Spaniard, born in Montemolin about 1535, entered the Society on Aug 19, 1560; killed, then thrown into the sea on Sep 13.

Scholastic Peter Dias, Portuguese, born in Bouzela about 1541; thrown into sea alive on Sep 14.

Scholastic Alphonsus Fernandes, Portuguese, native of Viana do Alentejo, born about 1548, thrown alive into sea on Sep 14.

Bro Peter Fernandes, Portuguese, born about 1544, thrown into sea alive on Sep 14.

Scholastic Gaspar Goes, Portuguese, native of Portel, born about 1546; killed and body thrown into the sea on Sep 13.

Scholastic Andrew Paes, Portuguese, born in Oporto about 1549; thrown alive into sea on Sep 14.

Bro Francis Paulo, Portuguese, thrown alive into the sea on Sep 13.

Fonte: http://www.jesuit.org.sg/html/companions/saints.martys/september/peter.dias.html

No ano lectivo de 2006 e 2007, existia um computador por cada 9,5 alunos nas escolas portuguesas. O maior número de alunos por cada computador era verificado no primeiro ciclo do ensino básico e nas regiões mais populosas.

“No ano lectivo de 2006/2007, nos estabelecimentos de ensino básico e de ensino secundário do Continente, existia um computador por 9,5 alunos. O número médio de alunos por computador era mais elevado no 1º ciclo do ensino básico (13,9 alunos por computador), diminuindo nos estabelecimentos de ensino do 2º e 3º ciclos (9,0 e 8,8, respectivamente), e ensino secundário (6,9)”, segundo o estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Numa análise pelo território português, as escolas de Alcoutim e de Vila Velha de Ródão eram as que dispunham de um menor número de alunos por computador, com uma média de 2,1 e de 2,6.

Já as que se encontravam no extremo oposto estavam nos municípios com uma maior população como é o caso da área metropolitana de Lisboa e do Porto. No entanto, os valores mais elevados são os de Arruda dos Vinhos, com 18,1 alunos por computador, e de Penafiel, com uma média de 17,4 alunos.

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=346616

A população da freguesia de Cardosas, em Arruda dos Vinhos, está preocupada com o TGV pelo facto do traçado ir obrigar à demolição de algumas casas e por não saber ainda que solução lhes será apresentada.

“A passagem do TGV vai acarretar dificuldades a muita gente, uma vez que são sete casas, um barracão e algumas garagens [que serão demolidos] e portanto há toda uma questão a resolver”, começou por explicar à Agência Lusa o presidente da Junta de Freguesia de Cardosas, Ilídio Fernandes.

A freguesia de Cardosas é uma das afectadas com a passagem da linha de alta velocidade, projecto cuja Avaliação de Impacte Ambiental vai estar em fase de consulta pública até 16 de Janeiro.

Segundo o presidente da Junta de Freguesia, da parte da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (RAVE) já veio a garantia que o projecto irá avançar, com as expropriações para 2009 e as necessárias demolições para final de 2010.

Entre a população impera a incerteza em relação ao futuro.

“Como é que eu vou ficar deve estar nos segredos dos Deuses”, diz Carlos Batista, 62 anos e a viver há perto de 20 anos nas Cardosas, na casa que ele próprio ajudou a construir.

Carlos Batista já se mentalizou que o mais certo é a sua casa ser uma das que vai ser totalmente demolida, mas gostava de saber que solução lhe vai ser apresentada porque, como explicou, o assunto indemnizações “nunca foi abordado”.

Horácio Santos, 59 anos, outro habitante de Cardosas que se vê na iminência de ficar sem a casa que construiu com o sogro e onde vive há 30 anos, disse que desde que a família soube, há cerca de dois meses, que a linha do TGV iria atravessar a freguesia, a família nunca mais teve sossego.

“A nossa vida é aqui, o meu sogro não dorme de noite, a minha mulher a mesma coisa. Isto é uma coisa muito complicada”, justifica.

Para Horácio Santos quando as obras avançarem “vai ser o pandemónio”, mas espera que lhe seja dada uma alternativa.

“Isto terá de ser resolvido. Eu quero uma casa igual a esta ou então ser indemnizado com condições para comprar outra casa como esta”, adianta.

“Para estas pessoas não há solução. Talvez haja quando for formalizado o projecto final”, remata o presidente da Junta de Freguesia.

Fonte: http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=27226&idSeccao=479&Action=noticia

No passado dia 5 de Junho deslocou-se à Biblioteca Central de Marinha o Sr. José Maria Moniz da Maia para oferecer à Marinha um livro, da sua autoria que se intitula “Ramires Esquível: II Séculos de Mar e Cinco Gerações de Marinheiros”.

O trabalho em questão é o resultado de um longo período de investigação sobre a vida e a obra dos antepassados do autor, retratando biograficamente as gerações dos Ramires Esquível, das quais fazem parte alguns ilustres oficiais de Marinha.

De salientar que no Museu de Marinha, também doado por esta família, em 1975, estão expostos dois quadros: um do Capitão-de-Mar-e-Guerra, Bernardo Ramires Esquível e o outro do seu filho António, Capitão-de-Fragata da Armada Real.

Fonte: http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_nov2002/pag28.html

O Distrito Administrativo de Lisboa tinha dez comarcas: a de Alcácer do Sal, com dois círculos de jurados (Alcácer e Santiago do Cacém), a de Sintra também com dois (o do mesmo nome e o de Cascais); a de Lisboa, a ter especial organização; a comarca de Alcácer do Sal comportava três julgados (o do próprio nome, Grândola e Santiago do Cacém), tendo-se extinguido o de Sines; a comarca de Aldeia Galega do Ribatejo tinha três julgados (o do mesmo nome, Alcochete e Barreiro), tendo-se extinguido os de Alhos Vedros e Moita; a comarca de Alenquer comportava três julgados (o do mesmo nome, Azambuja e Cadaval), tendo-se extinguido os de Alcoentre, Aldeia Galega de Merceana e Sobral de Monte Agraço; a comarca de Almada compunha-se de três julgados (o do mesmo nome, Sesimbra e Seixal); a comarca de Sintra tinha dois julgados (o do mesmo nome e de Cascais), tendo-se extinguido os de Colares e de Ericeira; a comarca de Lisboa comportava quatro concelhos (o do mesmo nome, Belém, Olivais e Oeiras), tendo-se extinguido o julgado e concelho de Belas e o julgado de Oeiras; a comarca de Lisboa dividia-se em três distritos criminais, compreendendo o primeiro distrito criminal os 1.º e 2.º bairros orfanológicos, com correspondência na 1.ª e 2.ª vara cível, com as freguesias de fora da cidade de Olivais, Sacavém e Loures; o segundo distrito criminal compreendia os 3.º e 4.º bairros orfanológicos, com correspondência na 3.ª e 4.ª vara cível, com as freguesias de fora da cidade de Bucelas, S. João da Talha, Charneca, Vialonga, Benfica, Ameixoeira, Apelação, Campo Grande, Camarate, Fanhões, Frielas, Lousa, Lumiar, Odivelas, Póvoa de Santo Adrião, Tojal, Tojalinho e Unhos; o terceiro distrito criminal compreendia o 5.º e 6.º bairros orfanológicos, com correspondência na 5.ª e 6.ª vara cível, com as freguesias de fora da cidade de Carnide, Ajuda, Belém e S. Pedro de Alcântara e ainda o concelho de Oeiras; a comarca de Mafra tinha o julgado de igual nome; a comarca de Setúbal tinha o julgado de igual nome, tendo-se extinguido os de Azeitão e Palmela; a comarca de Torres Vedras tinha dois julgados, o do mesmo nome e o da Lourinhã, tendo-se extinguido os de Azueira, Enxara dos Cavaleiros e da Ribaldeira; a comarca de Vila Franca de Xira tinha dois julgados, o do mesmo nome e o de Arruda, tendo-se extinguido os de Alhandra e de Alverca.

No Distrito Administrativo de Lisboa, com doze comarcas: a comarca de Aldeia Galega do Ribatejo compreendia sete distritos de paz (Alcochete, Aldeia Galega do Ribatejo, Barreiro, Canha, Lavradio, Moita e Seixal); a comarca de Alenquer compreendia cinco (Abrigada, Alenquer, Cadaval, Merceana, Palhacana); a comarca de Almada compreendia três (Almada, Caparica e Cezimbra); a comarca de Cintra compreendia cinco (Belas, Cintra, Colares, Montelavar e S. João das Lampas); a comarca de Lourinhã compreendia um distrito de paz, com o mesmo nome da comarca; a comarca de Mafra compreendia quatro (Azueira, Ericeira, Mafra e Milharado); a comarca de Torres Vedras compreendia cinco (Dois Portos, Runa, S. Pedro da Cadeira, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras); a comarca de Vila Franca de Xira compreendia três (Alverca, Arruda dos Vinhos e Vila Franca de Xira).

Estabelece nova divisão judicial, criando ou alterando comarcas e julgados de paz. As alterações dizem todas respeito às comarcas que então se compreendiam no Distrito da Relação de Lisboa, anotando-se o seguinte: a comarca de Alcácer do Sal compreende quatro julgados (Alcácer do Sal, Cabrela, Grândola e Torrão); a comarca de Aldeia Galega do Ribatejo compreende cinco julgados (Alcochete, Aldeia Galega do Ribatejo, Barreiro, Canha e Moita); a comarca de Alenquer compreende quatro julgados (Abrigada, Alenquer, Cadaval e Merceana); a comarca de Almada compreende três julgados (Almada, Sezimbra e Seixal); a comarca do Cartaxo (3.ª classe) compreende dois julgados (Azambuja e Cartaxo); a comarca de Sintra compreende seis julgados (Almargem do Bispo, Belas, Cascais, Sintra, Colares e S. João das Lampas); a comarca de Lisboa compreende os 1.º, 2.º e 3.º Distritos Criminais; o 1.º Distrito Criminal compreende a 1.ª vara (esta com os julgados de Olivais, Santa Engrácia e Sé) e a 2.ª Vara (esta com os julgados de Anjos, Loures e S. José); o 2.º Distrito Criminal compreende a 3.ª Vara (com os julgados de Benfica, Bucelas, Mártires e S. Nicolau) e a 4.ª Vara (com os julgados de Lumiar, Santo Antão do Tojal e S. Mamede); o 3.º Distrito Criminal compreende a 5.ª Vara (com os julgados de Santa Isabel e Santos o Velho) e a 6.ª Vara (com os julgados de Belém, Oeiras e S. Paulo); a comarca de Mafra compreende quatro julgados (Azueira, Enxara do Bispo, Ericeira e Mafra); a comarca de Santiago do Cacém (de 3.ª classe) compreende cinco julgados (Alvalade, Cercal, Melides, Santiago do Cacém e Sines); a comarca de Setúbal compreende três julgados (Azeitão, Palmela e Setúbal); a comarca de Torres Vedras compreende quatro julgados (Lourinhã, Runa, S. Mamede e Torres Vedras); a comarca de Vila Franca de Xira compreende cinco julgados (Alhandra, Alverca, Arruda, Sobral de Monte Agraço e Vila Franca de Xira); a comarca de Beja compreende quatro julgados (Aljustrel, Beja, Ferreira e Salvada); a comarca de Cuba compreende três julgados (Alvito, Cuba e Vidigueira); a comarca de Mértola (de 3.ª Classe) compreende três julgados (Mértola, Santana de Cambas e S. Miguel do Pinheiro); a comarca de Moura compreende cinco julgados (Amareleja, Barrancos, Moura, Mourão e Santo Aleixo); a comarca de Odemira compreende quatro julgados (Amoreiras, Odemira, S. Teotónio e Vila Nova de Milfontes); a comarca de Ourique (de 3.ª classe) compreende três julgados (Almodôvar, Castro Verde e Ourique); a comarca de Serpa (de 3.ª classe) compreende dois julgados (Aldeia Nova e Serpa).

La localidad portuguesa de Arruda dos Vinhos va a acoger a finales de este mes de diciembre el II Encuentro Internacional de Escuelas Taurinos, promovido por la Fundación la Fundacion João Alberto Faria y la Peña O Piriquita. Una iniciativa que tiene como objetivo reunir a los novilleros más destacados e impulsar su carrera.

En concreto, se darán cita alumnos de las escuelas de Badajoz, Espartinas, Madrid, Nimes, Sevilla, Vila Franca de Xira y alumnos de Portugal, que participarán en conferencias, tienes y clases teóricas y prácticas.

El programa es el siguiente:

– Viernes 26 de diciembre. Tentadero para los novilleros en la ganadería de Nuno Casquinha y conferencia en el Auditorio municipal acerca de “La importancia del toreo a pie en Portugal”, con la participación de Carlos Franco-Presidente del Club Taurino Extremeño, El Coronel José Henriques, y los diestros José Julio, Mario Coelho, Víctor Mendes y Rui Bento Vasquez.

– Sábado 27 de diciembre. Tienta y visita guiada a la ganadería de Palha, en horario matinal, y tentadero por la tarde en la finca de de São Torcato. Por la noche habrá una conferencia moderada por el Coronel José Henriques bajo el título”Una conversación entre….” Joao Folque, propietario de la ganadería de Palha y el maestro Víctor Mendes.

– Domingo 28 de diciembre. Por la mañana, en la plaza de la Villa de Arruda dos Vinhos se lidiarán en clase práctica seis becerras de la ganadería Lopes da Costa, en un festejo gratis para todos los aficionados.

Fonte: http://www.burladero.com/noticias/004590/arruda/vinhos/programa/ii/encuentro/internacional/escuelas/taurinas

Mapa de Portugal de 1780, com referência a Arruda, S. Tiago.

http://rumsey.geogarage.com/maps/g2612025.html

Arruda Montejunto Arruda 2009

Mais uma vês se vai realizar a clássica Arruda Montejunto Arruda. Este evento não tem nenhuma entidade organizadora, trata-se de um raid de BTT guiado por GPS em que um grupo de amigos se junta para realizar todos os anos esta aventura, e em que cada um é responsável por todos os aspectos da sua participação.

Arruda Montejunto Arruda 2009
Raid de BTT guiado por GPS em autonomia
Track Circular
Distancia: 85 km
Acumulado: 1800m
Data: 18 de Janeiro de 2009
Local de partida / chegada: Arruda dos Vinhos, Jardim Municipal (junto à Praça de Touros)
Concentração: 8h 00m
Partida: 8h 30m
Banhos: CRD Arrudense
Informações: arrudamontejunto@gmail.com
Apoios: Trilhos Sem Fim  e  Clube Recreativo Desportivo Arrudense
Custo: 0€
Track de GPS: Já disponivel aqui.

Fonte: http://www.forumbtt.net/index.php?topic=48233.msg472684