Archive for Dezembro, 2009


Vista do Presidente da República à Oficina do Artesão de Arruda dos Vinhos:

http://oficinadoartesaodearrudadosvinhos.blogspot.com/2009/12/o-senhor-presidente-da-republica-visita.html

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O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, apelou hoje à mobilização para o debate da reforma da Política Agrícola Comum para que os interesses nacionais sejam defendidos com “eficácia”, num momento em que a agricultura vive “momentos difíceis”.

“Iniciou-se agora um debate europeu que conduzirá a mais um processo de reforma da Política Agrícola Comum e de Desenvolvimento Rural da União, a ter lugar em 2013”, lembrou o chefe de Estado, numa intervenção na cerimónia que assinalou o 50º aniversário da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo de Arruda dos Vinhos.

Um debate que, defendeu Cavaco Silva, deve merecer a mobilização do país “de modo a defender com eficácia os interesses nacionais e os das suas zonas rurais”, cujo desenvolvimento é essencial como “objectivo indispensável” à coesão nacional.

Sublinhando o papel que a Caixa de Crédito Agrícola tem desempenhado ao longo dos anos em Arruda dos Vinhos, o Presidente da República assinalou o apoio que a instituição tem prestado à agricultura e às zonas rurais.

“A agricultura e as zonas rurais bem precisam do apoio do Crédito Agrícola. À semelhança do que se passa em outras regiões do nosso país, também aqui, em Arruda dos Vinhos, a agricultura vive momentos difíceis, decorrentes de uma acumulação de circunstâncias, algumas históricas e outras recentes, que importa enfrentar com rigor e com a solidariedade do país e da União Europeia”, frisou.

No seu curto discurso, Cavaco Silva deixou ainda elogios à “solidez” da Caixa de Crédito Agrícola, enaltecendo a forma prudente com que tem sido gerida e as boas práticas que desenvolve.

“Tem atravessado com tranquilidade e com sucesso o período perturbado que abalou o sistema financeiro”, referiu, confessando um “particular afecto” pela instituição que aposta nas “relações de proximidade com a comunidade local”.

“Em muitas das nossas 250 povoações, o único estabelecimento bancário aí existente pertence ao Crédito Agrícola”, destacou.

Fonte: http://www.ionline.pt/conteudo/38275-cavaco-apela–mobilizacao-debate-da-reforma-da-politica-agricola-comum

El CDI3* IV Copa Ibérica de Doma Clásica para Lusitanos en Alta Competición, se ha disputado durante tres días a lo largo del fin de semana en Arruda dos Vinhos (Portugal) con participación española. 

Durante la jornada de clausura se disputaba la Kür Inter I cuyo primer clasificado fue el portugués Miguel Ralo con “Regalo” y una media del 65,833%, seguido de Annabell Collins con “Medici” y un porcentaje del 65,583% y de Antonio do Vale con “Sol” que obtuvo un 64,33%.

Por su parte y en esta misma jornada de clausura, el vencedor en la Kür de Jóvenes Jinetes fue el español Joseph Massana con “Iles” y un 61,083% de media, mientras en la kür de juveniles era la portuguesa Julia Vasconcelos con “Asta la Vista” la primera clasificada, por delante de la española Alejandra Moreno con “Winner”.

En cuatro y cinco años los vencedores fueron respectivamente los portuguesas Jorge Sousa con “Viva” y Miguel Ralao con “Zaire”, prueba en la que la española Sandra Peña fue tercera con Zidane y una media de 7,00%.

Fonte: http://www.ociocaballo.com/actualidad/2009/arrua_cdi_122009_002.htm?A01

Quatro técnicos e cinquenta e dois atletas abandonaram a secção de atletismo do Futebol Clube de Alverca (FCA) e transferiram-se para o Clube Recreativo Desportivo Arrudense (CRDA) em Arruda dos Vinhos. Divergências internas e falta de condições de treino estiveram na base da decisão dos responsáveis que foram seguidos por todos os atletas, deixando vazia a secção de atletismo do FCA.

O ex-coordenador lamenta que muitas das promessas feitas em Setembro do ano passado não tenham sido cumpridas. “A utilização de um espaço que até ao momento não está a ser usado por ninguém. Outra tinha a ver com a utilização dos balneários, com as condições da pista e a cedência de algum equipamento que se encontra em armazém a deteriorar-se. Passado um ano nada foi feito”, refere Alexandre Monteiro que acrescenta. “Em seis anos nunca utilizámos o pavilhão do Alverca. Tudo isto desgasta”, assegura.

O responsável por levar o atletismo para o FCA confirma contactos entre os seccionistas e a actual direcção do clube mas não houve entendimento. “Os meus colegas foram confrontados com a possibilidade de continuar. Apesar desta nova direcção ser mais dialogante, não houve alteração de posição e as condições mantinham-se. Saímos e todos os atletas acompanharam-nos de livre e espontânea vontade” garante.

Sobre a nova vida no Arrudense esclarece. “Tínhamos este projecto há seis anos com o apoio da Câmara de Arruda dos Vinhos só que os atletas estavam distribuídos. Agora concentramos o núcleo de Alverca no núcleo de Arruda e correm todos pelo mesmo. Mas só saímos porque o Alverca não nos deu condições”, assegura o coordenador que elogia as óptimas condições e todo o apoio encontrado em Arruda dos Vinhos.

Foi o que aconteceu no último campeonato regional (21 de Novembro) de iniciados onde o Arrudense se sagrou campeão em iniciados com atletas que se mudaram do Alverca para o CRDA.

Visão diferente tem o presidente do FCA que reuniu com os responsáveis na tentativa de chegar a um acordo e de cortar com as linhas do passado. “Apesar de o Alverca ter criado todas as condições e de ter tentado a todo o custo manter a estrutura do atletismo, os seccionistas não entenderam dessa forma, não mostraram interesse e saíram, refere Hélder Vieira.

O presidente vai mais longe e acredita que a decisão de abandonar o Alverca já estava tomada há algum tempo. “Faltou-lhes lealdade para me dizerem que já tinham compromissos assumidos e que estavam a trabalhar noutro sítio e não no Alverca. Estavam a jogar em dois tabuleiros ao mesmo tempo. Ninguém consegue formar uma equipa, seja do que for, em dois dias. Certo é que eles saíram de um lado e já tinham a equipa montada noutro sítio”, adianta.

Hélder Vieira mostra-se naturalmente triste pelo final de um projecto com seis anos, que trouxe bons resultados ao FCA mas também porque é menos uma modalidade que o clube deixou de ter e que está em stand by. Mas garante que anda à procura de uma entidade ou de alguém que tome a iniciativa de pegar na secção de atletismo e refunda-la. “Já surgiram algumas pessoas mas não tinham os requisitos. Não deixo que a secção comece com pessoas que não tenham as qualificações mínimas para liderar um grupo e jovens”, assegura o presidente do Alverca.

Fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=420&id=59920&idSeccao=6469&Action=noticia

História da freguesia das Cardosas, publicada há uns anos num Boletim da Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos

Ficheiro enviado por Alfredo do Vale, das Cardosas

Região habitada desde a época romana, teve um papel importante na organização das Linhas de Torres, que serviram de obstáculo às invasões Francesas no início século XIX.

Com uma forte tradição vitivinícola, esta zona apresenta um relevo suave, com elevações separadas por vales largos, e um clima temperado de características mediterrânicas.

As principais castas cultivadas permitem a obtenção de vinhos tintos de grande reputação, cuja qualidade é realçada com o envelhecimento, e de vinhos brancos leves e aromáticos

Arruda é um nome comum latino (Ruta-Ae) tornado próprio arabizado, pela anteposição do artigo definido árabe “Al”, cujo “L” se assimilou ao “R” inicial do substantivo por ser a última letra “solar”. A forma Latina-Árabe, Ar-Ruta, a Arruda quanto ao seu sobrenome “dos Vinhos” tem origem nos extensos vinhedos circundantes. A data de fundação do Concelho terá sido por volta de 1160.

Uma carta de D.Fernando de 1369 dá conhecimento que a Ordem de Santiago seria o Senhorio da Vila. Esta Ordem compunha-se de frades leigos e frades clérigos. Era uma Ordem monástico-militar, principal elemento de defesa dos primeiros reis, ajudando na conquista do reino. De constantemente solicitado para combate, resultou na necessidade de viverem, também em comunidade, as esposas dos cavaleiros leigos, durante a sua ausência.

Arruda teve o primeiro recolhimento desta Ordem, um mosteiro muito perto da Vila, como se prova em documentos existentes datados de 1255. Aqui se conservaram as freiras até ao reinado de D.João II (segunda metade do sec. XIII), data a partir da qual vão residir para o Convento de Santos em Lisboa.

A cultura da vinha têm-se mantido em Arruda no decorrer dos séculos e os seus famosos vinhos foram exportados nomeadamente para França, Inglaterra e Brasil.

A natureza, a situação dos terrenos, as condições climáticas, as castas cultivadas e o esmerado cultivo, conduzem à produção de uvas com o especial merecimento de imprimir uma distinção de qualidade aos vinhos da região.

O consumo e a atracção do vinho dependem fundamentalmente da qualidade, pelo que a região de Arruda naturalmente dotada com aptidões vinícolas e seculares tradições, não poderia deixar perder tão valioso capital, nem deixar de procurar uma protecção económica.

Foi com este objectivo que um grupo de viticultores tomou a iniciativa de fundar a Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos, cujo titulo de constituição foi lavrado em Dezembro de 1954.

A área geográfica correspondente à Denominação de Origem Controlada “Arruda” abrange os concelhos de Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço (parte da freguesia de Santo Quintino) e Vila Franca de Xira (parte das freguesias de Cachoeiras, Calhandriz e São João dos Montes).

Fonte: http://carlosabr.blogspot.com/2009/11/arruda-doc.html?zx=9f70064aca1b5251

Até ao dia 8 de Novembro, a vila de Arruda vai ser palco da tradicional Festa da Vinha e do Vinho. A Festa da Vinha e do Vinho 2009 oferece, como de costume, uma viagem pelos sabores do mundo dos vinhos, representados, não só pela Adega Cooperativa de Arruda, mas também por outros produtores, quintas e adegas. No domingo, dia 8 de Novembro, depois do almoço, será feita uma recriação histórica do mercado dos produtos da época. A gastronomia é a forte aliada deste certame dedicado aos vinhos, por essa razão, vários restaurantes estão associados à Festa da Vinha e do Vinho: Alqueva – Cozinha do Alentejo (restaurante convidado), o Costa do Sol, o Clube, o Barril, o Escondidinho, o Cantinho de Arruda, o Pote de Arruda, o Serrote, o Valverde, e o Marty II (café). Nas tasquinhas, referência para o Moleiro’s, a tasquinha dos finalistas do Externato João Alberto Faria, o Central Caffé, a Tasca dos Queijos Frescos e o Café Creme.

Fonte: http://aeiou.escape.expresso.pt/muito-bom-boa-mesa/boa-mesa-enguias-tasquinhas-e-moscatel:28-729853

O anterior presidente da Oeste CIM, Carlos Lourenço (PSD), continua à frente dos destinos da associação, depois de obter a maioria da concordância dos presidentes de Câmara do Oeste. Entre os 12 autarcas, o também presidente da Câmara de Arruda dos Vinhos, apenas não colheu a concordância de dois homólogos, numa cerimónia que decorreu na sede da associação, nas Caldas da Rainha, no passado dia 12 de Novembro.

Como primeiro vice-presidente foi eleito da Câmara de Alcobaça, Paulo Inácio (PSD), que vem substituir o seu colega de Sobral de Monte Agraço, António Bogalho, e como segundo vice-presidente continua o autarca da Lourinhã, José Manuel Custódio (PS).

Apesar de Carlos Lourenço ter feito saber que “à partida não estava disponível” para ocupar o cargo pelo terceiro mandato consecutivo, os projectos em curso na associação e a vontade da larga maioria dos autarcas levou-o a reconsiderar e aceitar recandidatar-se. “Há dossiers importantíssimos que eu iniciei e acompanhei e outros que estão em desenvolvimento”, justificou.

De acordo com Carlos Lourenço, a Oeste CIM vai dar continuidade aos dossiers em curso, nomeadamente o das contrapartidas pela deslocação da Ota para Alcochete. Fez no passado 10 de Setembro um ano que foi contratualizado e “há alguns estudos que estão em desenvolvimento, mas o que queremos é que as coisas andem mais depressa”, disse o responsável.

Na sua opinião face ao atraso há que fazer pressão no sentido da sua execução, mas querem reunir primeiro com os novos membros do governo que serão os seus interlocutores.

Apostas da associação para este mandato são também a Agência da Energia e a constituição da AMO Mais.

Apesar de não ter chegado a apresentar a candidatura, o presidente da Câmara do Cadaval, Aristides Sécio, havia mostrado “disponibilidade para trabalhar para a associação”, quando soube que Carlos Lourenço não pretendia voltar a ocupar o cargo. Ele foi também uma das vozes mais críticas do trabalho desenvolvido pela associação no último mandado.

Não critica o trabalho feito, mas considera que “falta fazer mais em relação à coesão regional” e que a actuação da Oeste CIM deve ir além da gestão dos fundos comunitários.

Na sua opinião agora há que “fazer a arrumação da casa” e criar condições para “agarrar” a região em todas as vertentes para “quando se acabarem os fundos comunitários a associação continue e a região tenha um eixo para se afirmar”.

Alcobaça está pela primeira vez na direcção do conselho executivo da Oeste CIM e, de acordo com Paulo Inácio, a sua gestão vai ser feita com “entusiasmo e determinação”, até porque acha que este município “também tem uma palavra a dar no âmbito do Oeste e as novidades, por vezes, também são importantes para as instituições efectuarem um bom trabalho”. Garantiu ainda que neste órgão a sua tarefa não é defender Alcobaça mas toda a região Oeste.

De fora ficou o autarca de Sobral de Monte Agraço, António Bogalho, que foi vice-presidente no último mandato e parte do anterior. A CDU deixa de estar representada na direcção, mas António Bogalho garante que não fica nada magoado e afirma que a sua colaboração com a associação continua a ser a mesma.

“A equipa directiva que vai prosseguir os destinos desta casa é óptima”, disse, destacando que “é sempre bem vindo sangue novo”.

O presidente da Câmara das Caldas, Fernando Costa, fez um balanço positivo do trabalho de Carlos Lourenço e considera que “é quem está em melhores condições para liderar”.

A Oeste CIM é constituída pelos municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras.

Fonte: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/548594