Archive for Fevereiro, 2010


O Termo de Lisboa era um vasto território a Norte e a Ocidente da cidade.

Compreendia vilas, aldeias e lugares sob a administração da capital.

O termo de Lisboa foi criado em 1385.

 “Os mais antigos documentos de que temos conhecimento em que se faz referência ao termo de Lisboa, são as quatro cartas das doações feitas, logo no princípio do seu reinado, por D. João I à Cidade – como gratidão pelos serviços, que lhe prestou, auxiliando-o na libertação do jugo que Castela queria impor ao reino e na sua elevação à realeza – das Vilas seguintes e seus Termos, para fazerem parte do Termo de Lisboa:

a)- Em seis de Setembro: a Vila de Sintra, com todos os seus Termos e aldeias, vindo pela beira-mar até Lisboa;

b)- Em 7 de Setembro: da Vila de Torres Vedras, com todos os seus Termos e aldeias, até à cidade;

c)- Em sete de Setembro: da Vila de Alenquer, com todos os seus Termos e aldeias, ao longo do Tejo, até à cidade;

d)- Em 8 de Setembro: de Vila-Verde, Colares, Ericeira e Mafra, bem como de todos os outros lugares que são desde o Termo de Alenquer até à dita cidade de Lisboa assim como vai o rio Tejo, e que são desde o Termo de       Torres Vedras até à dita cidade, e desde Sintra até essa mesma cidade, assim como vai à beira do mar.

Estas doações transformaram em Termo de Lisboa todo o território do Reino compreendido entre o Oceano Atlântico por oeste; o mesmo Oceano e o rio Tejo, pelo sul, o mesmo rio por leste; e limitado ao norte, talvez, pelo rio de Alcabrichel, do lado do Oceano, e pela ribeira da Ota do lado do Tejo”.[1]

 O Termo de Lisboa tinha uma festa religiosa – era o Círio dos saloios a Nossa Senhora do Cabo Espichel a qual se iniciou ainda no reinado de D. João I, numa época em que a população do Termo incluía cristãos, mouros e judeus, tendo as três religiões liberdade de culto.                                          

Com o decorrer dos anos, o Termo foi perdendo terreno e os seus limites sofreram algumas alterações.

Em 1527, o rei D.JoãoIII ordenou o censo geral da população.

Com os dados deste censo foi possível chegar ao conhecimento aproximado do  território do Termo, nesta data, “estudando as confrontações das Vilas que partiam com o Termo” e que eram as seguintes:

A Ocidente – Cascais, Sintra, Torres Vedras;

A Norte – Enxara dos Cavaleiros, Sobral de Monte Agraço, Aldeia Galega da Merceana;

A Oriente – Alverca, Alhandra, Vila Franca de Xira, Povos, Arruda dos Vinhos.

Voltamos a ter informações pormenorizadas sobre o Termo, no ano de 1654. A lei de 20 de Agosto desse ano,  extingue o cargo de Corregedor do Crime do Termo e distribui os 42 julgados que o constituíam, pelos Corregedores do Crime dos vários bairros de Lisboa. Odivelas ficou sob jurisdição do Corregedor do Bairro Alto. Tínhamos dois juízes de Vintena e um escrivão, os quais tratavam todas as questões relativas à administração da justiça, directamente com o Corregedor do Bairro Alto. As freguesias eram 33 e os julgados eram 42, porque havia povoações que, apesar de não serem freguesias, eram, contudo, julgados, como por exemplo Caneças. Analisando essa lista,verifica-se um aumento da extensão do Termo, relativamente ao ano de 1527, por nele se ter incluído Sobral de Monte Agraço.

As povoações enumeradas nessa lei, são as seguintes:

Olivais, Sacavém, Charneca, Camarate, Unhos, Frielas, Apelação, S. João da Talha, Santa Iria, Póvoa de D. Martinho, Via Longa, Granja de Alpriate, Tojal, Santo António, Fanhões, Bucelas, Vila de Rei, Santiago dos Velhos, Cotovios, Santo Estêvão das Galés, S. Quintino, Monte Agraço, Banho (?) , Sapataria, Albogas Velhas, Lousa Pequena, Montemor, Loures, Marnota, Milharado, Póvoa de Santo Adrião, Odivelas, Caneças, Lumiar, Carnide, Benfica, Barcarena, Algés, Belém, Oeiras.

Em 1759,  a freguesia de Oeiras, foi elevada a Vila e sede de Concelho, deixando de pertencer ao Termo. Este é  o corte mais significativo, desde 1527.

Voltamos a encontrar uma enumeração das freguesias  numa lista anexa à lei de 17 de Julho  de 1822, (para as primeiras eleições que houve em Portutgal), totalizando trinta e três. Nesta lista, aparecem  os nomes  de todas as referidas  na lei de 20 de  Agosto de 1654, acrescida das seguintes: S. Lourenço de Arranhó, Calhandriz, S. Romão de Carnaxide  e Campo Grande. Deixa de estar incluído Sobral de Monte Agraço, que entretanto passara a concelho.

Uma alteração a referir, verificou-se em 1826, quando se procedeu à convocação  de Cortes Gerais. Na lista das freguesias do Termo, aparecem mais dois nomes: Almargem do Bispo e S. Bartolomeu, que passou depois a ser conhecida por freguesia do Beato.

 Com a divisão administrativa de 1836, o Termo perdeu terreno.

Dele deixaram de fazer parte:

– Calhandriz, que passou para o  Concelho de Alhandra ;

– Arranhó e S. Quintino, agora no Concelho de Sobral de Monte Agraço

– Santiago dos Velhos, incluído no Concelho de Arruda dos Vinhos;

– Milharado e Sapataria passam para Enxara dos Cavaleiros;

– Santa Iria da Póvoa é a partir desta data, do concelho de Alverca;

– Barcarena passa para Belas;

– Carnaxide para Oeiras;

– Almargem do Bispo passa a estar incluída no Concelho de Sintra.

Ficou assim reduzido o Termo a vinte e duas freguesias.

Em 1852 extinguiu-se o Termo e criaram-se dois novos Concelhos: Belém e Olivais.

Placa ainda existente em Odivelas (Junto a Biblioteca D.Dinis)

O Concelho de Belém era formado pelas freguesias de Ajuda, Belém,  Benfica, Carnide, Odivelas, as partes exteriores  à circunvalação das freguesias de S. Pedro de Alcântara, S. Sebastião da Pedreira e Santa Isabel.

 As restantes povoações que nesta data faziam parte do Termo ficaram a pertencer ao Concelho dos Olivais.

A festa do Termo continuou a fazer-se, porque o povo do Termo era o mesmo.

O primeiro Presidente do Concelho de Belém e nosso primeiro autarca, foi o grande Historiador Alexandre Herculano, um municipalista convicto.

Posteriormente a 1852, novas reformas administrativas trazem ainda alterações. Em 18 de Julho de 1885 foi extinto o Concelho de Belém. A carta de Lei com esta data só entrou em vigor em 1 de Janeiro de 1886.

Foi traçada a linha de circunvalação da cidade de Lisboa que ía de Chelas a Algés  e houve freguesias que passaram para dentro de Lisboa , outras que ficaram com os  territórios cortados por essa linha, os quais foram anexados, conforme a situação, ou a Lisboa ou aos Concelhos de Oeiras, Sintra e Olivais.

A parte exterior da freguesia de Benfica, passou a pertencer a Oeiras, o terreno exterior de Carnide, ( que é hoje a freguesia da Pontinha ), do Lumiar, (onde é a Serra da Luz, Vale do Forno, Senhor Roubado ), da Ameixoeira, (onde agora é Olival Basto ) e toda a freguesia de Odivelas, passaram para os Olivais. Antes de traçada a circunvalação, o território destas três últimas freguesias vinha até ao rio da Costa e à ribeira de Odivelas.

E ainda não se ficou por aqui. O decreto de 22 de Julho do mesmo ano, extinguiu o Concelho dos Olivais e criou o Concelho de Loures. Entrou em vigor este decreto, a 26 de Julho de 1886.

O primeiro Presidente do Concelho de Loures foi Anselmo Brancamp Freire, grande figura da política e da cultura portuguesa do século XIX.

Na história administrativa do nosso território contamos com três grandes figuras nacionais: D. JOÃO I, ALEXANDRE HERCULANO DE CARVALHO ARAÚJO e ANSELMO BRANCAMP FREIRE, aos quais presto a minha homenagem.                                                                

Fonte: http://odivelas.com/2010/02/20/o-termo-de-lisboa/

Produtores de vinhos da região de Lisboa (Portugal) suspenderam em 2009 a exportação do produto para Angola, devido a redução do preço motivada pela forte concorrência no mercado angolano.

Em declarações à Angop, numa prova de vinhos organizada pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVRL), a enóloga da Cooperativa de Dois Portos, Alexandra Mendes, afirmou que a sociedade interrompeu as vendas em Setembro transacto por redução do custo da garrafa de um litro, de quatro para um euro (o equivalente a 150 kwanzas).

Contudo, a especialista adiantou que a sociedade tenciona reatar as exportações para Angola a curto prazo, adoptada uma nova estratégia de comercialização a ser apresentada ainda este ano por ocasião da realização, em Julho, da Feira Internacional de Luanda (FILDA).

Também, devido ao registo nos últimos anos do aumento da oferta de vinhos no mercado angolano e por outras razões, o importador angolano dos vinhos da Adega Cooperativa Arruda dos Vinhos ?abandonou a actividade?, revelou o director-geral dessa sociedade de Lisboa, Rodrigo Pinheiro de Lacerda.

Do mesmo modo, o produtor da região lisboeta de Arruda perspectiva retomar as vendas à Angola, quando encontrar um novo importador angolano, que começará a ser sondado igualmente na FILDA 2010.

Outros produtores da região de Lisboa continuam a registar a aceitação dos consumidores residentes em Angola, como regozijou-se o assistente executivo de uma produtora local, Ricardo Marques.

O técnico indicou que a sociedade onde trabalha exportou três milhões de garrafas de vinhos para Angola em 2009, sendo neste momento o segundo maior destino dos seus produtos a seguir da Noruega.

Em termos de perspectivas, Ricardo Marques sublinhou ser propósito da direcção-geral da empresa distribuir os vinhos, além de Luanda, nas restantes 17 províncias angolanas e fazer parceria com novos importadores angolanos.

Dos 14 produtores da região de Lisboa, a maioria garantiu continuar a exportar vinhos para Angola, não só com o objectivo de aumentar as vendas mas também de oferecer aos consumidores produtos com qualidade e a preço razoável.

Ao intervir no enceramento, o presidente de direcção da CVRL, João Carvalho Ghira, agradeceu os participantes ao evento, sobretudo os comerciantes estrangeiros que consideraram bom os 224 vinhos postos à prova.

O responsável realçou que a região de Lisboa exporta 20 porcento da sua produção e está em evolução, justificando o facto de os vinhos da zona terem uma posição importante em Portugal e no estrangeiro, pela satisfatória combinação entre preço e qualidade.

Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=25447&catogory=Angola

Lisboa (Do enviado especial) – As técnicas de cultivo de uvas, transporte para as adegas e sua limpeza, extracção e engarrafamento do vinho, na zona oeste de Lisboa (Portugal), estão a ser constatados desde sábado por comerciantes angolanos.
 
Depois de ter visitado quatro sociedades vinícolas no sábado e hoje, domingo, a delegação empresarial angolana visita igual número de sociedades produtoras de vinho, todas elas com uma média de produção de mais de um milhão 500 mil litros/ano, para observar de perto todo o processo de produção de vinho com qualidade.
 
Durante as visitas, os participantes recebem explicações detalhadas sobre a origem da sociedade, a quantidade de hectares e de litros de vinhos produzidos, trocam experiências com os empresários lusos e participam de provas de vinhos.
 
Sábado, nas adegas e quintas por onde esteve, a comitiva angolana soube que alguns produtores da região de Lisboa desenvolvem a sua actividade na sua maioria em forma de cooperativa, com fundos comunitários e vindimam (colhem a uva) manualmente e com máquinas, como a Adega Cooperativa Arruda dos Vinhos.
 
Nas outras quintas visitadas, os seus gestores declaram que produzem de modo essencialmente orgânico, sem adubos, com vista a aquisição de vinhos gastronómicos, destinados mais a servir de complemento a comidas, segundo garantiu o engenheiro agrónomo da Quinta da Cortezia, Miguel Catarino.
 
Efectuam igualmente visitas à quintas e adegas de Lisboa, empresários russos, norte americanos e croatas, que foram, a semelhança dos angolanos, convidados pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVRL) a inteiraram-se da produção dos associados da CVRL.
 
O convite da CVRL é igualmente extensivo a participação das delegações estrangeiras no Salão Internacional do Sector Alimentar e de Bebidas (Sisab 2010), que decorrerá de 22 a 24 deste mês, em Lisboa.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2010/1/7/Comerciantes-angolanos-constatam-tecnicas-producao-vinho,6a161c67-7c3a-411a-8ba5-82ec7ce256a0.html

Realizou-se o 1º Torneio do IX Circuito de EAE Oeste no Externato João Alberto Faria – Arruda dos Vinhos com a participação dos alunos nascidos em 1997 e depois.

Participaram 73 alunos. As partidas eram de 15 minutos em sistema suíço de 7 sessões.

Classificação dos três primeiros: 1º – Francisco Cavadas (EB2 Benedita) – 7 pontos; 2º – Pedro Carvalho (Ext. João Alberto Faria) – 6 pontos; 3º – Lúcia Quitério (EB1 Ribafria) – 6 pontos.

Fonte: http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/12/22/francisco-cavadas-vence-torneio-de-xadrez/

A Assembleia Municipal de Arruda dos Vinhos, na sua sessão de 29 de Dezembro, aprovou por maioria, com os votos favoráveis do PSD e da CDU, uma Moção sobre a situação médica no concelho. A situação anómala decorre da saída de quatro médicos nos últimos dois anos e do pedido de aposentação de outro, o que deixará a Unidade de Cuidados Personalizados de Saúde apenas com um médico para atender 11 mil utentes. A Moção aprovada será endereçada às entidades competentes tendo em vista a resolução do problema sentido pela população.

Texto da moção:
“Considerando que:
No Município de Arruda dos Vinhos existem cerca de 11.000 utentes inscritos na Unidade de Cuidados Personalizados de Saúde dos quais cerca de 2.000 já não tinham médico de família;
No ano de 2008, pediu exoneração da função pública a Dra. Joana Melo (ficando cerca de 1750 utentes sem médico);
Em Outubro de 2009, saiu a Dra. Filomena para a USF de Santo António dos Cavaleiros (ficando mais 1750 utentes sem médico);
Em Dezembro de 2009, saiu a Dra. Fátima Rabaçal para a USF do Forte da Casa (ficando mais 1800 utentes do ficheiro da Dra. sem médico acrescidos de todos os utentes sem médico inscritos na extensão de Arranhó);
A Dra. Emília Palhinha já apresentou o pedido de aposentação (quando deferido ficarão mais 1800 utentes sem médico);
Em Janeiro de 2010, o Dr. José Afonso integrará a USF do Forte da Casa, deixando mais 1600 utentes sem médico da família;
A própria Dra. Lídia Luís, encontrando-se aposentada, não tem ficheiro atribuído;
Perante todos os dados acima referidos ficará a referida Unidade de Cuidados Personalizados de Saúde apenas com um médico para assistir a todos os utentes do concelho;
A época de Inverno é propícia a maiores deslocações à Unidade de Cuidados Personalizados de Saúde devido a surtos gripais e outros;
Todas as indicações recebidas devido ao surto de Gripe A, que obriga a uma maior disponibilidade médica;
 
Assim sendo, o Grupo Municipal propõe que o quadro médico do Centro de Saúde de Arruda dos Vinhos, incluindo a sua extensão de Arranhó, seja preenchido por médicos por forma a fazer face às necessidades dos utentes do nosso concelho.

Mais propõe, que a presente Moção seja enviada às entidades competentes, nomeadamente, ao Sr. Presidente da Assembleia da República, à Sra. Ministra da Saúde, aos Líderes dos Grupos Parlamentares com assento na Assembleia da República, ao Presidente da ARS-LVT e ao Director-Executivo do ACES Oeste Sul II.”

Fonte: http://www.destakes.com/redir/fee460912644f5446d40959033f0b4d3

DESPORTO. Após vários anos com o emblema do FCA ao peito, técnicos e atletas abraçaram um novo projecto, em Arruda dos Vinhos. Mas a ideia é regressarem em breve a Alverca para passarem a representar a futura secção de atletismo da UJA.

Mário Caritas

No final da época transacta, os técnicos e atletas que representavam a secção de atletismo do FC de Alverca abandonaram aquele projecto, que haviam iniciado há cerca de sete anos, para passarem a representar o Clube Recreativo e Desportivo Arrudense (CRDA), em Arruda dos Vinhos. No futuro, o objectivo passa por “partir” esse grupo, constituído por cerca de 100 elementos, em dois: parte deles continuarão a representar o CRDA, enquanto a outra parte dará corpo à futura secção de atletismo da União Juventude de Alverca (UJA).

Alexandre Monteiro, responsável máximo pelo projecto, refere que a estrutura que transitou do FCA foi inclusive “reforçada”. Satisfeito pelos bons resultados entretanto obtidos já com um novo emblema ao peito, este não esquece, no entanto, que muitos atletas residem em Alverca, logo há que encontrar rapidamente uma fórmula para os fixar nesta cidade. “É lógico que o interesse é criarmos uma base para que eles possam voltar a representar um clube de Alverca, neste caso a UJA.” No entanto, ainda não foram ultrapassadas todas as questões burocráticas para que tal aconteça. “Provavelmente só na próxima temporada, que arranca em Setembro, é que os corredores poderão representar a UJA.”

Em relação à saída do FCA, Alexandre Monteiro refere que houve fortes razões para que tal acontecesse, mas não particulariza. “Um projecto de sete anos não se abandona se não tivéssemos fortes razões. Conquistámos mais de 250 troféus para o Alverca, o FCA em atletismo não era nada e ao fim do sexto ano era já uma equipa respeitada por todos e que lutava sempre pelos primeiros lugares. Posso dizer que com esta fusão entre os atletas que já tínhamos no Arrudense e os que vieram de Alverca criámos uma super-equipa que, em oito provas consecutivas, obteve outros tantos triunfos colectivos.”

Actualmente os responsáveis dinamizam escalões desde os bambies até aos veteranos 4, ou seja, “temos praticantes desde os quatro até aos 60 anos de idade e a nossa grande aposta para este ano, além de já termos conquistado o campeonato regional de corta-mato em iniciados, vai ser no campeonato regional de corta-mato em juvenis, juniores e até mesmo seniores (absolutos); outra aposta para 2010 é conseguir meter sete veteranos do Arrudense no campeonato da Europa da categoria, que se disputa em Julho, na Hungria: quatro deles estão muito bem encaminhados e outros três fortemente motivados para representarem a selecção nacional.”

Fonte: http://noticiasalverca.wordpress.com/2010/01/15/a-nova-vida-dos-corredores/

A ministra do Trabalho e Solidariedade Social disse este sábado em Arruda dos Vinhos que o Governo pretende promover a criação de 14 mil novos postos de trabalho ao apoiar a construção de novos equipamentos sociais.

Maria Helena André garantiu que «os programas PARES (Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais) e POPH (Programa Operacional do Potencial Humano) vão permitir a criação de 14 mil novos postos de trabalho permanentes em instituições sociais de apoio a idosos, crianças ou pessoas com deficiência».

Depois do anúncio do pagamento de bolsas de estágios para jovens desempregados, a titular da pasta sublinhou que «o Estado tem a preocupação de contribuir para a criação de novos postos de trabalho e para a manutenção dos existentes» com o intuito de combater o desemprego.

Neste sentido, disse que a redução da taxa de desemprego depende do comportamento da economia, acrescentando que «existem indicadores positivos de crescimento económico para 2010», estando confiante de que a retoma vai ter reflexos ao nível do emprego.

Recorde-se que desde 2006, já foram aprovados 841 novos equipamentos sociais pelo PARES e pelo POPH, a que corresponde uma comparticipação de 365 milhões de euros para um investimento total de 697 milhões de euros.

Fonte:  http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/emprego-equipamentos-sociais-trabalho-governo-helena-andre-ipss/1132004-4058.html

De 12 a 16 de Fevereiro o Carnaval sai à rua um pouco por todo o país, e também em Arruda dos Vinhos, em grande parte devido às actividades promovidas pelas associações locais.

A grande folia começa dia 12 de Fevereiro, pelas 10h, com o tradicional desfile das crianças dos Jardins-de-Infância e Escolas do 1.º Ciclo do Concelho, pelas ruas de Arruda dos Vinhos.

Nos dias 14, 15 e 16, pelas 21.30h, o União Recreativo e Desportivo de Arranhó promove bailes de Carnaval com a participação do grupo “Convergência”.
 
Na véspera de Carnaval, pelas 22.00h, começa a maratona “Carnaval 2010” no Clube Recreativo e Desportivo Arrudense, uma organização conjunta da Casa do Campo, Marty II, Município de Arruda dos Vinhos, Junta de Freguesia de Arruda dos Vinhos, CRDA, Associação dos Bombeiros Voluntários de Arruda dos Vinhos, Rancho Folclórico Podas e Vindimas, AJAV, Tertúlia “O Piriquita” e Finalistas do Externato João Alberto Faria. Promete-se muita animação, DJ’s e Concurso de Máscaras.
 
Na tarde de Carnaval, o Clube Recreativo e Desportivo organiza uma matiné com Concursos de Máscaras e diversos prémios.
 
Para os jovens o Centro Municipal da Juventude promove no dia 15 um Concurso de Máscaras e no dia 17 um passeio ao Buddha Garden, no Bombarral. Para participar basta fazer a inscrição até 11 de Fevereiro.

Fonte: http://www.cm-arruda.pt/News/NewsDetail.aspx?news=534828cd-c795-4163-aa22-622a8f358cc1