Archive for Fevereiro, 2012


"Gazeta de Lisboa", número 119, 21 de Maio de 1817

"Gazeta de Lisboa", número 151, 28 de Junho de 1817

Fonte: http://books.google.pt/books?id=GAAwAAAAYAAJ&pg=PT605&dq=arruda+castell&hl=pt-PT&sa=X&ei=mMMzT_OpH86X8gOMv8XGAg&ved=0CDEQ6AEwADgK#v=onepage&q=arruda%20castell&f=false

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Fonte: http://books.google.pt/books?id=H1UBAAAAQAAJ&pg=PA48&dq=aruda&hl=pt-PT&sa=X&ei=k8EzT-jZAsaX0QWZztWvAg&ved=0CGcQ6AEwCTgU#v=onepage&q=aruda&f=false

Gamboa e Liz (António de)
Foi nomeado Governador Civil deste distrito [Funchal] por decreto de 7 de Dezembro de 1835 e tomou posse a 14 de Maio do ano seguinte. Durante o seu governo, o cargo de chefe do distrito passou a ter a denominação de Administrador Geral, sendo o primeiro que entre nós exerceu estelugar. Em 1838, a Câmara Municipal do Funchal dirigiu uma representação ao governo da metrópole contra a má administração deste governador.

Nasceu em Arruda dos Vinhos a 10 de Janeiro de 1778 e morreu a 26 de Março de 1870.

Fonte: http://pt.scribd.com/doc/68744031/Elucidario-Madeirense-Vol-II

Página 112:
“E foi sobre o itinerário romano Olisipo/Bracara Augusta que se consolidou a estrada medieval que por Sacavém, Alverca, Castanheira e Carregado levava a Alenquer, tida como tendo sido a Ierabriga romana, donde um diverticulum fazia a ligação a Scalabis. Na Idade Média, e mesmo em tempos mais recentes, praticava-se ainda um outro itinerário que, pelo Campo Grande, prosseguia por Bucelas, Arruda dos Vinhos, Cadafais, Carregado e daí a Alenquer.

Segundo muitos relatos, até à segunda metade do século XVIII, altura em que entrou em funcionamento o serviço de mala-posta dedicado ao transporte do correio e de passageiros, quem se deslocava em Portugal fazia-o a pé, no dorso de animais, por via marítima ou fluvial, sendo esta última aquela que, até ao aparecimento do comboio, constituiu o meio de transporte privilegiado por quem pretendia deslocar-se para longe e possuía os recursos para o fazer. Estradas por onde as carruagens circulassem com alguma fluidez, eram um luxo praticamente inexistente.”

Página 115:
“Nesse mesmo ano de 1852, com a estrada Lisboa/Porto macadamizada, pretendeu dar-se início às carreiras de mala-posta ligando as duas maiores cidades do País. Todavia, por circunstâncias várias, o serviço apenas se iniciaria em 1855, mas tão só até Coimbra, chegando as primeiras diligências à «cidade invicta» mais tarde, em 1859.

Este serviço articulava-se com as carreiras fluviais no porto da Vala do Carregado e, a partir de 1856, com o comboio na mesma localidade. A articulação das diligências com o vapor era comum nesta época. Por exemplo, de Vila Franca de Xira partiam carruagens para Alenquer e Arruda dos Vinhos, conforme anúncio publicado no Almanach Familiar para o ano de 1852. Data, também, desta época, reinado de D. Maria II, a construção da ponte da Couraça que à entrada do Carregado atravessa o Rio Grande da Pipa, melhoramento que viria permitir uma mais cómoda e eficiente ligação de Alenquer com o porto fluvial da Vala do Carregado e com a estrada para Lisboa.”

Página 119:
“Noutro capítulo da mesma crónica, lê-se ainda «E foram estas galés pelo rio [Tejo] acima até à ponte da Marinha que é a uma légua do lugar [Alenquer]»24. Este porto da Marinha – actual Meirinha, hoje um pouco distante do Tejo em virtude do assoreamento do esteiro – é conhecido, e foi seguramente, um dos portos fluviais do termo da vila.

Confirmando a sua importância à época, João Pedro Ferro várias vezes se lhe refere quando descreve os diversos caminhos que confluíam nesse ponto, como por exemplo «…um caminho velho ligando Azambuja a uma tal Marinha», ou a «estrada dos Cadafais para a Marinha, que distava 66 varas do rio que vinha da Arruda».”

Fonte: http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/3559/3/ulfl082022_16_tm_acessibilidades.pdf

 

De 11-02-2012 a 07-03-2012

Inauguração dia 11-02-2012, às 16h, na Galeria Municipal de Arruda dos Vinhos

Uma ligação para um site com narrativas recolhidas em Arruda dos Vinhos.

Fonte: CUNHA, Jorge da, Criações do Génio Popular, Arruda dos Vinhos, Associação para a Recuperação do Património de Arruda, 1997 , p.63-65

Site: http://www.lendarium.org/place/?council=108