Archive for Janeiro, 2013


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“Este artigo pretende analisar o problema da extinção da Ordem do Templo em Portugal e da sua sucessão pela Ordem de Cristo.”

“No dia 15 de Abril de 1310, em Tordesilhas, o arcebispo de Toledo, e os bispos de Palencia e de Lisboa, expediram um édito citando o preceptor-mor da Ordem do Templo na Hispania e todos os freires existentes nos reinos de Castela e de Leão, mandando-os comparecerem em Medina del Campo, a 27 desse mesmo mês, a fim de darem resposta às acusações de que eram alvo. Aqui, vários eclesiásticos portugueses, entre eles, como escrevemos, o bispo de Lisboa, mas também o reitor da igreja de Santa Maria da Arruda, o preceptor de Silves e um cónego desta diocese, testemunharam o exame.

A Extinção da Ordem do Templo em Portugal e as conclusões que se revelaram improcedentes, mas remeteram ao Papa a decisão final”

Fonte: Saul António Gomes, “A Extinção da Ordem do Templo em Portugal”,
http://www.uc.pt/chsc/rhsc/rhsc_11/rhsc11_75-116_sag.pdf

“O estudo dos lugares de digressão do monarca e do respectivo séquito de burocratas a que procedemos tem por base o levantamento e tratamento informatizado dos diplomas da Chancelaria de D. Duarte e de D. Afonso V.”

“Mais coeso parece encontrar-se o corpo de oficiais superiores do Desembargo quando regressa a Lisboa, de onde cerca de um mês mais tarde parte para Santarém (finais de Novembro) e depois para Évora (4 Dezembro de 1434), onde se fixa até ao dia 4 de Maio de 1435, procedendo a visitas a locais próximos, designadamente Coruche e Estremoz. De notar que em igual período o monarca exerceu a actividade de despacho invariavelmente de Évora. Em meados do reinado, este centro urbano transforma-se num espaço de privilégio e de estância da Corte e da maioria dos burocratas. A segunda parte do ano de 1435 é marcada por uma corrente de intensas ligações, proporcionada pelo eixo estabelecido entre Santarém, Alenquer e Arruda. 1436 e 1437 são passados maioritariamente em Santarém, Évora, Lisboa e Almeirim.”

Distribuição do total de diplomas por locais de expedição (1433-1460)
LUGARES, Nº DE DIPLOMAS
1º Lisboa 4820
2º Évora 3250
3º Santarém 1937
4º Coimbra 407
5º Sintra 232
6º Ceuta 154
7º Almada 120
8º Torres Vedras 118
9º Tentúgal 116
10º Estremoz 103
11º Almeirim 101
12º Viseu 99
13º Porto 95
14º Beja 87
15º Sardoal 84
16º Leiria 82
17º Sacavém 82
18º Alenquer 73
19º Arruda 54
20º Óbidos 34
21º Montemor-o-Velho 33
22º Carnide 28
23º Montemor-o-Novo 28
24º Serpa 24
25º Lamego 21
26º Aveiro 18
27º Penamacor 16
28º Torres Novas 14
29º Elvas 13
30º Penela 13
31º Avis 12
32º Viana da par de Alvito 12
33º Atouguia 11
34º Graciosa 10

Fonte: Judite A. Gonçalves de Freitas, http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/378/1/Territ%C3%B3rios%20do%20poder.pdf

Rui Freire, Freire cavaleiro em 1384, Comendador de Palmela em 1387, Comendador do Torrão entre 1387-1396 (?), Comendador de Arruda em 1388, 1389-1396 (?)

Casou com Maria Fernandes e foi pai de Genoveva de Andrade, que casaria com Diogo Borges, o comendador do Torrão

Fonte: http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Actualidade/Publicacoes/Documents/Torr%C3%A3o%20Arqueologia%20Historia%20e%20Patrim%C3%B3nio%20Vol%203%20CRONOLOGIA.pdf

“Um dos factores que contribuía para criar em torno de Óbidos, ultrapassando o seu termo, uma área coesa em que este concelho desempenhava um papel dominante era, sem dúvida, o da organização eclesiástica. De facto, são muitos os indícios de que a geografia eclesiástica, correspondendo grosso modo às primitivas circunscrições administrativas, não deixava, porém, de estabelecer, ao nível das subdivisões mais ínfimas, ligações e solidariedades várias. Do mesmo modo, e por motivos de procura de uma organização mais eficaz, também a Diocese de Lisboa, tentava integrar as paróquias que lhe estavam submetidas, criando assim subdivisões diocesanas fictícias em termos civis, mas porventura funcionais em termos eclesiásticos.

Temos notícia de que, pelo menos em determinadas épocas, era designado numa das igrejas de Óbidos, um dos seus beneficiados, eventualmente o Prior, para desempenhar a abrangente função de vigário das igrejas de Óbidos. As lacunas documentais tornam-nos difícil a constatação do verdadeiro âmbito jurisdicional de tal função. Porém registamos como curiosa a lista que o “Catálogo de todas as Igrejas, Comendas e Mosteiros que havia nos Reinos de Portugal e Algarves, pelos anos 1320 e 1321, com a lotação de cada uma delas.” fornece como sendo Igrejas de Óbidos as Igrejas de Santa Maria, São Pedro, Santiago e ainda São João da vila de Óbidos; citam-se depois as Igrejas de Santa Maria da Arruda (dos Vinhos), Santa Maria de Vila Verde (dos Francos) e Santa Maria da Lourinhã, para além de se indicar em quanto era taxada a “vigairaria da igreja de Santa Maria de Alborninha”. Do ponto de vista da organização eclesiástica esta listagem quase que nos suger uma grande região até às margens do Tejo; porém e reputamos de muito curioso o facto de a Igreja da vila mais próxima de Óbidos, a de Atouguia não vir incluída nas Igrejas de Óbidos, mas sim nas de Alenquer.”

Fonte: https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:KUOJPnLA-b8J:www.cm-obidos.pt/Download.aspx%3Fx%3D61156230-9281-45ef-89cd-e3eaa9e50fe7+XIV+e+XV,+um+dos+15+castelos+da+Estremadura+arruda&hl=en&pid=bl&srcid=ADGEESi6O4enMCuKXECqL3lnn3kefksl16bs8AynR0L4HUtoPy06z8KyxIPVhPqdO2n9iBeE1MPXbhP5GCpbbxawGkpzapkcdDSNcPt4A4uzoV4aGAsqTmJXl8vbvFrt1pxmZMqr637D&sig=AHIEtbSgk4seTFhHOXW7t7zhPuk1jGBEbw

1172 — Começa a construção da catedral de Ávila. Construção do minarete da mesquita de Sevilha, “La Giralda”. Morte de Ibn Mardanish, o “rei Lobo” de Múrcia, último a resistir ao avanço almôada. Seu filho decide submeter-se ao califa Abu Yaqub. (?) Geraldo sem Pavor ataca e pilha Beja. Afonso I de Portugal entrega o castelo de Mosanto (dos templários) à Ordem de Santiago, além da vila de Arruda.

1255 — (20.02) Na Cúria reunida em Santarém, Afonso III de Portugal, com o consentimento de sua esposa, D. Beatriz, doa o castelo de Cacela e o de Aiamonte para o mestre da ordem de Santiago, D. Paio Peres Correia. (22.02) Afonso III de Portugal confirma o castelo de Sesimbra à ordem de Santiago. (24.02) Afonso III de Portugal confirma à ordem de Santiago, nas pessoas do mestre D. Paio Peres Correia e do comendador, os castelos, outrora doados por Sancho I e confirmados por Afonso II, de Alcácer do Sal, Palmela, Almada e Arruda. Fuero Real, redigido por inspiração de Afonso X de Leão e Castela. (Março) Afonso III de Portugal jura perante o bispo de Évora que não procederá à quebra da moeda e à cobrança do imposto do “monetágio”. Envia cópias do documento aos mestres das ordens militares, mais ligados a uma economia monetária. (Maio) A condessa Matilde de Bolonha, esposa de Afonso III de Portugal, protesta na cúria romana pela bigamia do rei. Afonso III é convocado para ser julgado. Foral de Vila Nova de Gaia concedido por Afonso III de Portugal, para incrementar seu comércio internacional.

Fonte: http://www.ricardocosta.com/cronologia-da-peninsula-iberica-379-1500

Será organizado entre os dias 13 e 16 de Fevereiro o VI Encontro Internacional de Escolas de Toureio.

Este encontro realizar-se-á entre Arruda dos Vinhos e o Campo Pequeno com a participação de sete escolas taurinas de Portugal, Espanha, Peru e México.

Estarão presentes alunos da Academia de Toureio do Campo Pequeno, Academia Taurina Municipal de Aguascalientes (México), Escola de Toureio e Tauromaquia da Moita, Escola Taurina de Camas (Sevilha), Escola Taurina de Lima (Peru), Escola Taurina de Madrid e Fundação “El Juli”.

Como habitualmente, o encontro constará de aulas práticas e sessões culturais, que decorrerão na Arruda dos Vinhos, realizando-se ao final na tarde de 16 de Fevereiro, na Praça de Toiros do Campo Pequeno, antecedida de uma Conferência de tema tauromáquico, no Salão Nobre.

Esta iniciativa será uma organização conjunta da Fundação João Alberto Faria, da Tertúlia “O Piriquita” e da Sociedade Campo Pequeno, com o apoio da Câmara Municipal de Arruda dos Vinhos.

Brevemente serão revelados mais dados acerca do VI Encontro Internacional de Escolas de Toureio.

Fonte: http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=15105

Joaquim José Caetano Pereira e Sousa nasceu em Lisboa em 1756 (afirma ter 22 anos na habilitação de Bacharel). Foi filho de José Caetano Pereira e de D. Luísa Bernarda Joaquina de Sousa. Formou-se na Faculdade de Leis em Coimbra em 1777 (assim o afirma quando requereu a habilitação de bacharel) apesar de Inocêncio Francisco da Silva pôr em dúvida que tivesse concluído o curso.

Foi amigo de Francisco Manuel do Nascimento (Filinto Elísio) e foi letrado e poeta, embora sem grandes voos.

Embora realizado em 28 de Abril de 1778, o processo de habilitação de Bacharel está arquivado em 1817 (Maço 75, n.º 43), data do último requerimento ali arquivado. De facto, em 21 de Abril de 1807, Pereira e Sousa requereu o cargo de Escrivão da correição do crime do Bairro de Alfama, deixado vago por seu tio, Francisco Caetano Pereira.

Em 13 de Setembro de 1817, requereu a nomeação como Escrivão do Geral e Notas da vila de Arruda e Escrivão da Câmara e Sisas da mesma vila, cargos deixados vagos pelo Dr. António Joaquim Serrão.

Segundo Inocêncio Francisco da Silva, faleceu em 1818.

Algumas das obras publicas: http://www.arlindo-correia.com/020806.html#JOAQUIM

Fonte: http://www.arlindo-correia.com/020806.html