Category: 2005


A ACIS – Associação de Comércio, Indústria e Serviços dos Concelhos de Vila Franca de Xira e Arruda dos Vinhos assinalou, na terça-feira, dia 8, os seus 100 anos de existência, com homenagem a cerca de 200 associados com mais de 25 anos de filiação. Nos próximos meses a ACIS pretende iniciar um processo de revisão de estatutos que a torne mais abrangente, de modo a envolver mais as profissões liberais e as empresas ligadas às novas tecnologias.

A fundação da ACIS data de 8 de Novembro de 1905, altura em que o rei D. Carlos I aprovou os estatutos da então “Associação de Classe Commercial e Industrial de Villa Franca”, que tinha por objectivo a defesa dos interesses económicos dos seus associados; a sua representação perante os poderes constituídos e a instrução e convívio dos associados, seus filhos e empregados.

Em 1943, passou a denominar-se Grémio do Comércio dos Concelhos de Vila Franca de Xira e Arruda dos Vinhos. Após o 25 de Abril, mudou para “Associação do Comércio e Indústria” destes dois concelhos e, já na década de 90, foram alterados os estatutos e acrescentada no seu nome a palavra “Serviços”, ficando com a designação que tem actualmente.

A ACIS tem cerca de 1600 associados dos três ramos de actividade que comporta e conta com a colaboração de vários profissionais que prestam consultoria nos gabinetes de apoio ao associado: a nível administrativo, jurídico, do licenciamento; da comunicação e imagem; consultoria em gestão e fiscalidade e aconselhamento económico e financeiro. Desenvolve, também, cursos de formação profissional, campanhas de promoção do comércio local e participou na organização da Xiraexpo.

Fonte: http://www.oribatejo.pt/index.php?lop=conteudo&op=03afdbd66e7929b125f8597834fa83a4&id=d9092432cf93294c7d6d2e076c6a3fdf&drops%5Bdrop_edicao%5D=14&drops%5Bdrop_edicao%5D=14

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Foram neste fim-de-semana (15/16 de Outubro) apurados os vencedores das classes PR – 750 e S – 850 do Campeonato Nacional de Motonáutica numa prova de duas mangas, em Alcácer do Sal.

Diogo Gonzaga Ribeiro, o jovem piloto de Arruda dos Vinhos de 16 anos, sagrou-se campeão nacional na categoria PR – 750 com um total de 1738 pontos. Diogo é descrito pelo Presidente da Federação Portuguesa de Motonáutica, Mário Gonzaga Ribeiro, seu tio, como “um continuador, tem muita intuição, é um piloto muito seguro e muito tranquilo na sua condução”. No final das provas, o vencedor revelou-se contente e não deixou de salientar que “a Motonáutica é um espectáculo”.

Alain Thiriat, o piloto de 17 anos do Algarve, mostrou-se à altura do desafio e embrenhou-se numa luta renhida pelo título, que lhe valeu o segundo lugar no campeonato. Mário Gonzaga Ribeiro define-o como um “jovem de grande craveira”.

Pedro Fortuna foi apurado campeão nacional da classe S – 850, ao reunir um total de 1500 pontos. Este foi o sexto título conquistado em catorze anos de participação no Campeonato Nacional por Pedro Fortuna, que ficou este ano em quarto lugar no Campeonato Mundial da modalidade. Do seu curículo constam ainda quatro títulos de campeão da Europa e o primeiro lugar do Campeonato Mundial. Em entrevista à Rádio Mirasado, o piloto afirmou ter “uma reacção boa, fiquei satisfeito, valeu o esforço que eu ao longo destes anos todos tenho vindo a fazer nesta modalidade e foi um esforço que tornei realidade ao fim ao cabo. Foi muito trabalho e sinto-me bem e satisfeito comigo próprio”. Quanto à competição em si, considera que “foi um campeonato bastante disputado entre mim e o Miguel Ribeiro (…). Foi hoje que se conseguiu decidir quem é que era o campeão nacional e pronto, calhou bem para mim, ganhei eu. O Luís Miguel Ribeiro fez o seu melhor, mas é um grande adversário, não há dúvida nenhuma”.

O vencedor da classe S –850 chamou a atenção para o facto deste ser um desporto em que é difícil participar “principalmente quando não há sponsors com valores elevados”. Este é um ponto fulcral também abordado pelo piloto alcacerense Vítor Gagueija. Aliás, Vítor Gagueija esteve parado um ano devido a esta questão: “Para manter uma embarcação destas nós temos que ter sempre um stock de peças sempre pronto a aplicar e então foi isso que me faltou: foi o apoio dos patrocinadores, porque se eu tivesse uns bons patrocínios, provavelmente iria andar nos três primeiros lugares”. Este ano, as provas de Alcácer não lhe correram de feição, devido a problemas mecânicos que o impediram de participar na segunda manga em disputa no Sado.

A última vez que o Campeonato de Motonáutica visitou Alcácer foi há dois anos. Este ano, o Presidente da Câmara, Rogério de Brito, procurou “trazer aqui uma prova que efectivamente atrai muita gente, promove a nossa terra e dá uma animação extraordinária ao rio”, o que proporcionou o regresso do torneio. Atendendo à animação das pessoas e dos estabelecimentos de restauração, Rogério de Brito espera que “para o futuro Alcácer do Sal passe a fazer parte do calendário do campeonato federado de motonáutica, porque (…) tudo isto é útil para a nossa terra”. O Presidente da Federação Portuguesa de Motonáutica, Mário Gonzaga Ribeiro, mostra-se receptivo a esta proposta e afirmou ainda à Rádio Mirasado que pretende “que as autarquias tirem o maior partido da motonáutica, porque entendemos que é um investimento na divulgação das potencialidades turísticas, neste caso concreto do rio, da beleza da cidade, do Castelo, toda esta zona ribeirinha e, como tal, eu entendo que é assim que a motonáutica deve fazer parceria: colaborando na divulgação das nossas belezas”.

Quanto ao balanço das provas, Mário Gonzaga Ribeiro classifica-o como “francamente positivo”. Esta era uma prova na qual a Federação estava particulamente interessada, não só por resultar na determinação dos vencedores, mas também pelos perigos que acarretava. “A prova é um percurso muito bonito, permite ao público uma visibilidade total que é sempre bom, mas é um percurso que é perigoso. Hoje, estes conjuntos já atingem velocidades que são muito grandes e esta ponte que é linda, que faz uma integração entre as duas margens, que, de facto, foi uma iniciativa que consideramos que veio embelezar toda esta estrutura virada para o rio, para uma corrida é muito perigoso – estes pilares são de facto factores de alto risco e que no ardor das corridas, no ardor de conseguir sempre melhor pode levar os pilotos a despistes ou a situações aparatosas(…). Por outro lado, o rio não é largo e a água quando se repercurte tem reacções no barcos, obriga a correcções, de maneira a que este conjunto de situações fizeram com que estivessemos muito apreensivos (…). A integridade física dos pilotos é para nós, dirigentes, o principal factor e aquilo que prioritariamente nos obriga nas provas a uma boa assistência, a termos meios de socorro rápidos, eficientes e preparados”.

Fonte: http://www.mirasado.pt/noticias.php?id=000349

Uma praça cheia, repleta de um público participativo, como há muito não se via, foi o início de uma grande noite de toiros na praça de Arruda dos Vinhos, naquela que era a última corrida da Feira Taurina. Está pois de parabéns o Clube Taurino Arrudense, na pessoa no Engº Jorge Carvalho, por ter a ousadia de montar uma feira com cabeça, tronco e membros, e com preços mais condizentes para o bolso do “português”. A corrida teve igualmente em Luís Rouxinol, Aposento do Barrete Verde de Alcochete, Luís Saramago e nas ganadarias de Herds. Conde Cabral e Engº Jorge Carvalho os outros triunfadores da noite, que venceram os prémios em disputa para a melhor lide, melhor grupo, melhor pega e melhor toiro, respectivamente.

Luís Rouxinol exibiu-se a grande altura no quarto toiro da noite, um exemplar nobre de Dias Coutinho. Mesmo inferiorizado fisicamente após lesionar-se no primeiro da noite e aproveitando a codícia do oponente, o cavaleiro de Pegões rubricou uma actuação em crescendo com os dois últimos curtos, o primeiro a sesgo e o segundo a quarteio, de nota. Com o Palha que abriu praça, Rouxinol luziu-se meritoriamente ante um exemplar de investidas violentas. João Salgueiro esteve também a grande altura na lide ao toiro de Herds Conde Cabral saído em segundo lugar, ao qual deu a primazia das investidas. Esteve correcto na brega e cravou a ferragem da ordem em sortes frontais de nota alta, os cravados em terceiro e quarto lugar. Com o quinto, um exemplar de Jorge Carvalho que correspondeu a todos os cites e que levou muitos capotazos, o cavaleiro de Pegões cumpriu, deixando a ferragem da ordem em sortes a quarteio.

João Moura Caetano não teve uma passagem feliz por Arruda dos Vinhos. Prejudicado pelo primeiro exemplar que lidou da ganadaria de Rio Frio, manso que não permitiu qualquer luzimento, Moura Caetano não se luziu no tom mais desejado no que fechou praça, um exemplar com ferro de seu pai manso e algo montado.

As pegas da noite estiveram a cargo dos grupos do Aposento do Barrete Verde de Alcochete, Aposento da Moita e Clube Taurino Alenquerense. João Salvação e Henrique Boieiro à primeira (Aposento Barrete Verde de Alcochete), João Rodrigues à quarta e Gustavo Martins à primeira (Aposento da Moita) e Nuno Gonçalves à segunda e Luis Saramago à primeira (Clube Taurino Alenquerense) foram os solistas da noite.

Dirigiu bem o espectáculo Pedro Reinhart assessorado pelo veterinário José Manuel Lourenço.

Fonte: http://www.oribatejo.pt/index.php?lop=conteudo&op=093f65e080a295f8076b1c5722a46aa2&id=e555ebe0ce426f7f9b2bef0706315e0c&drops%5Bdrop_edicao%5D=3&drops%5Bdrop_edicao%5D=6

João Francisco da Silva foi homenageado pelo executivo da Junta de Freguesia S. Tiago dos Velhos, concelho de Arruda dos Vinhos, numa cerimónia que decorreu no passado dia 25 de Abril, inserida nas comemorações do 31º aniversário da Revolução.

O salão nobre da autarquia esteve cheio, contando com a presença do actual executivo da autarquia arrudense, Mário Henrique Carvalho (antigo edil), Maria Fernanda d’Alhandra (ex-professora, pintora e amiga do homenageado), Ana Silva (esposa de João Francisco da Silva), entre outros.

Carlos Lourenço, presidente da Câmara Municipal, a quem coube o prefácio da última obra do poeta), durante o seu discurso, referiu o seu apreço pelo trabalho desenvolvido pelo poeta em prol da cultura.

Já João Francisco da Silva agradeceu o apoio que tem sentido, bem como a forma com que a sua obra tem sido encarada.

Fonte: http://www.jornalalenquer.com/noticia.asp?idEdicao=51&id=1838&idSeccao=579&Action=noticia

O centro de distribuição postal de Arruda dos Vinhos deverá passar para a cidade de Alverca. A mudança insere-se no projecto dos CTT que segundo os trabalhadores pretende entregar a gestão da estação de Arruda a um privado e transferir os funcionários para Alverca.

A administração dos Correios de Portugal (CTT) ainda não divulgou os moldes em que vai efectuar a mudança, mas fonte da empresa confirmou a intenção de deslocar o centro de distribuição postal.

O processo não se revela pacífico. No início deste mês, mais de quatro mil habitantes do concelho de Arruda dos Vinhos subscreveram o abaixo-assinado que contesta a eventual transferência para Alverca.

O documento foi entregue ao presidente da Câmara de Arruda e enviado ao presidente da Assembleia da República. Os carteiros de Arruda já fizeram uma greve de 24 horas e estão a fazer greve às horas extraordinárias.

Fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=174&id=16297&idSeccao=2198&Action=noticia

Com o objectivo de minimizar eventuais impactes negativos realizaram-se trabalhos de escavação arqueológica enquadrados no projecto da “A10 – Auto-Estrada Bucelas/Carregado (A1) / A13 (IC3), Viaduto Sobre a Ribeira da Laje e Rio Grande da Pipa” concretamente no Pilar 12E, ao km8+460. Durante a fase de acompanhamento arqueológico foram detectados materiais arqueológicos e sedimentos enrubescidos que apontavam para a existência de uma estrutura – forno.
A este sítio localizado no concelho e freguesia de Arruda dos Vinhos, na margem esquerda do Rio Grande da Pipa foi atribuído o nome de Forno da Pipa.

A intervenção arqueológica decorreu entre o dia 25 de Maio e 1 de Junho de 2005.

Os trabalhos procuraram avaliar o valor patrimonial e científico do arqueosítio, determinar a existência e grau de conservação de contextos estratigráficos e de estruturas conservadas in situ.

A escavação permitiu identificar a câmara de aquecimento e parte do praefurnium de um forno de pequenas dimensões, com planta elíptica e cronologia que aponta para a época romana. Do laboratorium ou câmara de cozedura, sua cúpula e grelha pouco resta, no entanto as restantes áreas que compunham a estrutura encontram-se relativamente bem conservadas.

Após a escavação arqueológica do total da área conservada realizou-se o desmonte manual do forno, iniciando-se pelos arcos e prosseguindo de forma gradual, afim de reservar um corte transversal da estrutura, para obter uma visão mais precisa da forma de construção da câmara interior do forno, obtendo-se algumas informações complementares, acerca do método de construção. O desmonte manual, foi necessário uma vez que a afectação directa provocada pelo projecto em causa, destruiria por completo a estrutura.

Fonte: http://www.crivarque.com/pzoom.php?identif=94

Foi com uvas Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Miúda e Cabernet Sauvignon, da safra de 2002, que os enólogos João Ribeiro Corrêa e Pedro Ribeiro Corrêa elaboraram este tinto Erva Pata [planta (cernuaoxallis) cujas flores, de um amarelo vivo, matizam o verde dos tufos das ervagens, arbustos e arvoredo da região].

É um vinho que deixa fundadas esperanças no renascimento de uma região, que tem andado afastada da mesa dos apreciadores.

A cor, retinta, impressiona muito favoravelmente, bem como o aroma, com alguma complexidade, em que, por enquanto, dominam, de forma discreta, as notas vegetais do Cabernet Sauvignon, sobre as florais e a violeta da Touriga Nacional, sobrepondo-se, porém, a todas elas, aromas de fruta bem madura.

Na boca, o Erva Pata 2002 dá-se a conhecer com alguma rusticidade e dureza, que o tempo amaciará. Tem boa estrutura tânica e o conjunto tem nível suficiente para merecer a atenção dos apreciadores.

Fonte: http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2005/01/30a.htm