Category: Sec. XII


Convento Agostinho Arruda dos Vinhos Século XII

 

Fonte: Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho em Portugal (1256-1834), Carlos A. Moreira Azevedo, 2011

http://books.google.pt/books?id=_tdqoct5uvQC&pg=PA300&dq=arruda+dos+vinhos&hl=pt-PT&sa=X&ei=nlXlUZDDD4mf7AaZkICQCQ&ved=0CFkQ6AEwBzgU#v=onepage&q=arruda%20dos%20vinhos&f=false

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1172 — Começa a construção da catedral de Ávila. Construção do minarete da mesquita de Sevilha, “La Giralda”. Morte de Ibn Mardanish, o “rei Lobo” de Múrcia, último a resistir ao avanço almôada. Seu filho decide submeter-se ao califa Abu Yaqub. (?) Geraldo sem Pavor ataca e pilha Beja. Afonso I de Portugal entrega o castelo de Mosanto (dos templários) à Ordem de Santiago, além da vila de Arruda.

1255 — (20.02) Na Cúria reunida em Santarém, Afonso III de Portugal, com o consentimento de sua esposa, D. Beatriz, doa o castelo de Cacela e o de Aiamonte para o mestre da ordem de Santiago, D. Paio Peres Correia. (22.02) Afonso III de Portugal confirma o castelo de Sesimbra à ordem de Santiago. (24.02) Afonso III de Portugal confirma à ordem de Santiago, nas pessoas do mestre D. Paio Peres Correia e do comendador, os castelos, outrora doados por Sancho I e confirmados por Afonso II, de Alcácer do Sal, Palmela, Almada e Arruda. Fuero Real, redigido por inspiração de Afonso X de Leão e Castela. (Março) Afonso III de Portugal jura perante o bispo de Évora que não procederá à quebra da moeda e à cobrança do imposto do “monetágio”. Envia cópias do documento aos mestres das ordens militares, mais ligados a uma economia monetária. (Maio) A condessa Matilde de Bolonha, esposa de Afonso III de Portugal, protesta na cúria romana pela bigamia do rei. Afonso III é convocado para ser julgado. Foral de Vila Nova de Gaia concedido por Afonso III de Portugal, para incrementar seu comércio internacional.

Fonte: http://www.ricardocosta.com/cronologia-da-peninsula-iberica-379-1500

Ordem de Santiago

A ORDEM DE SANTIAGO
Ordens militares portuguezas
I Ordem de Santiago, por Manoel Xavier Trindade Roquette, Tenente de Infanteria, com um Prefacio de João Carlos Rodrigues da Costa, Coronel de Artilharia. Leiria, 1901.

“A Ordem de Santiago da Espada foi instituída em 1170 por D. Fernando II de Leão, e teve em Cáceres o seu primeiro assento. Passou d’aqui para Castella, estabelecendo-se em Uclès, d’onde irradiou para Portugal, recebendo de D. Afonso I, em 1172, a doação da vila da Arruda; mas, certeza nenhuma existe, dos Cavaleiros terem nestes tempos fixado domicilio no reino.

No Livro dos Copos transcreveu-se uma bula, não autentica, de Alexandre III, datada de 3 de julho de 1175, na qual ha referencia á Ordem possuir então Alcácer, Almada e Arruda, castellos, que, juntamente com o de Palmella, lhe foram doados por D. Sancho I em 28 de outubro de 1186.

Postos os Spatarios na vanguarda das conquistas cristãs, não puderam suportar o peso das armas musulmanas, e em 11Q1 estava perdido todo o território alem do Tejo, que três daquelles castellos dominavam. Conservaram porem os Cavaleiros, apesar do desastre, a protecção dei Rei, que em 1193 lhes doou a torre e paços da Alcáçova de Santarém, e em 1194 o edifício de Santos ao poente de Lisboa.”

Fonte:
“Critica e historia; estudos (1910)”
Author: Braamcamp Freire, Anselmo, 1849-1921
http://www26.us.archive.org/details/criticaehistoria00braa

«Estende-se a zona de guerra portuguesa do Mondego para o sul e, nela, balisam sua pri¬meira linha de resistência os castelos de Leiria, Ourem, Cera, Seia e Celorico, o terceiro dos quais hoje destruido, duas léguas ao norte da actual Tomar. A frente, como postos destacados de vigilância estratégica, parece erguerem-se já sobre o Tejo Médio, num sector de 10 quilómetros, os três pequenos castelos de Cardiga (senão, talvez na Atalaia), de Almourol e de Zezere, este ultimo, a cavaleiro da foz do mesmo rio e em frente do local onde depois se levantará Cons¬tância. Figuram esses castelos saliente agudo da cobertura estratégica de Afonso Henriques, apontando sobre o Alentejo. Facto interessante ê incluir este saliente dois vaus do Tejo, um, a leste, o da Praia, outro a oeste, o da Barquinha. Separado do primeiro pelo pego do Almou¬rol, comunica o segundo com o mouchão entre o Tejo e a estreita vala do Tejo Velho, vinda do Arrepiado. Desempenha, por seu turno, ao Norte, o Baixo Mondego natural missão de base de operações. Desta descem, para o front da época, duas linhas de comunicações apoiadas em luga¬res fortes e isoladas, uma da outra, de Condeixa para o Sul, por extensa cadeia montanhosa: a leste, a de Coimbra — Alfafar (l.a étape da expedição a Santarém em 1147) — Chão de Ourique (a 5 quilómetros de Penela — Ladeira — Ceras (a l quilómetro de Alviubeira — Alfeigedoe (Assei-ceira (?), direita ao Tejo Médio, evidente frente ofensiva; a oeste, por Coimbra — Alfarelos, (no limite sul da várzea do Mondego, conhecida por Campo de Ourique)—Vila Nova deAncos—Soure — Pombal, terminando em Leiria, próximo do Campo de Ourique das Cortes e centro provável da frente defensiva. Entre as duas frentes, como posto de ligação, está Ourem, a iguais distancias de Leiria e Cera. Visto de relance, o esquema estratégico português, observemos agora o sis¬tema defensivo mouro na peninsula entre o Tejo e o mar: duas linhas de fortalezas cobrem Lisboa: a primeira Santarém — Óbidos, tendo á frente em postos destacados Torres Novas, e, segundo cremos, Alfeihirão, a segunda — Alenquer — Torres Vedras, com Arruda e Sintra á rectanguarda ».

Fonte: REVISTA  DE ESTUDOS  HISTÓRICOS, 1928(?), Página 112

ANO 1172
– Condado de Roussillon(criado no inicio do seculo X)legado a Aragao.Condes hereditarios cedem Rousssillon.
– Roussillon passa a dominacao dos reis de Aragao.Perpignan capital em 1262.
– Morte do conde Gerard do Roussillon.Heranca legada a Afonso II(1135-1196)de Aragao.
– Morte de Guinard II,conde de Roussillon,que passa,em heranca,para os reis de Aragao.
– Guerra contra os mouros absorveu as energias de Afonso VIII o Nobre entre 1172 e 1212.
– Freres de Caceres recebem senhorio sobre vila da Arruda.
– D.Afonso Henriques coutou o mosteiro de Sanfins,bem como a freguesia, dando o couto aos frades.Os abades eram senhores do couto no espiritual e no temporal,mas depois ia ali a justica de Coura quinzenalmente.Bbl:EDI;102228.
+-:Almoadas reunificam Espanha musulmana enquanto,ao norte,cristaos degladiam-se entre si.
– The Almohades,by 1172,had secured control over most all the Moorish estates.

Fonte: http://us.geocities.com/albertobrant/espanha.html

1172 — Começa a construção da catedral de Ávila. Construção do minarete da mesquita de Sevilha, “La Giralda”. Morte de Ibn Mardanish, o “rei Lobo” de Múrcia, último a resistir ao avanço almôada. Seu filho decide submeter-se ao califa Abu Yaqub.
(?) Geraldo sem Pavor ataca e pilha Beja. Afonso I de Portugal entrega o castelo de Mosanto (dos templários) à Ordem de Santiago, além da vila de Arruda.

Fonte: http://www.ricardocosta.com/pub/crono3.htm

«A ORDEM DE SANTIAGO DA ESPADA, originada na necessidade de proteger os peregrinos que se dirigiam ao túmulo de Santiago, fundada em Espanha talvez em 1170, entrou em Portugal em 1172. D. Afonso Henriques doou-lhe, segundo parece, a vila de Arruda, Alcácer, Almada, etc. D. Sancho I fêz-lhe outras doações, entre as quais se conta Palmela. pelo que, por vezes, aparecem designados por «Freires de Palmelas. […] Entre os mestres mais célebres da Ordem de Santiago contam-se Martinho Barregão, que se «houve com tanto heroísmo no cêrco de Alcácer, que mereceu os elogios do Papa Honório III, em carta gratulatória aos bispos portugueses, e D. Paio Corrêa, o herói das conquistas de Métola, Cacela, Alvor, Ossónoba, Aljezur, Tavira, etc.» [Antonio G. Matoso, História de Portugal, Lisboa, 1939, vol. I, 89].

Fonte: http://www.hcgallery.com.br/genea4.htm