Category: Vinho


QUINTA DE SÃO SEBASTIÃO GRANDE ESCOLHA 2008

Este vinho chegou-me à pouco mais de 2 meses, juntamente com o Mina Velha. Este é o topo de gama do produtor, de Arruda dos Vinhos. Seguindo directamente ao vinho, mostrou-se com uma cor violeta escuro, quase opaco. No nariz é bem interessante, mostrando boa complexidade de aromas, frutos silvestres, tostado, especiarias e ligeiro vegetal. Na boca, seco, acidez alta, com corpo médio, frutado, especiado, madeira presente, intenso, complexo e de final longo e persistente. Um vinho de grande qualidade mas que a meu ver, ainda vai melhorar em garrafa, pois o alcool nota-se muito solto do resto e fica a trabalhar na boca mais tempo que o devido, fazendo que o vinho fique um pouco desiquilibrado, e daí a minha nota. Mas é um bom vinho. Comprem mas guardem-no. Daqui a uns 2 anos está com toda a certeza melhor. Assim esperamos.

Região: Vinho Regional de Lisboa
Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz, Merlot e Syrah
Tipo: Tinto
Álcool: 14,5%
Produtor: Quinta de São Sebastião (Sociedade Agrícola de Arruda, Lda)
Nota Pessoal: 16
Preço: 21€ na loja online do produtor ou em garrafeiras

Fonte: http://adegadosleigos.blogspot.pt/2013/03/quinta-de-sao-sebastiao-grande-escolha.html

QUINTA DE SÃO SEBASTIÃO GRANDE ESCOLHA 2008

Este vinho chegou-me à pouco mais de 2 meses, juntamente com o Mina Velha. Este é o topo de gama do produtor, de Arruda dos Vinhos. Seguindo directamente ao vinho, mostrou-se com uma cor violeta escuro, quase opaco. No nariz é bem interessante, mostrando boa complexidade de aromas, frutos silvestres, tostado, especiarias e ligeiro vegetal. Na boca, seco, acidez alta, com corpo médio, frutado, especiado, madeira presente, intenso, complexo e de final longo e persistente. Um vinho de grande qualidade mas que a meu ver, ainda vai melhorar em garrafa, pois o alcool nota-se muito solto do resto e fica a trabalhar na boca mais tempo que o devido, fazendo que o vinho fique um pouco desiquilibrado, e daí a minha nota. Mas é um bom vinho. Comprem mas guardem-no. Daqui a uns 2 anos está com toda a certeza melhor. Assim esperamos.

Região: Vinho Regional de Lisboa
Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz, Merlot e Syrah
Tipo: Tinto
Álcool: 14,5%
Produtor: Quinta de São Sebastião (Sociedade Agrícola de Arruda, Lda)
Nota Pessoal: 16
Preço: 21€ na loja online do produtor ou em garrafeiras

Fonte: http://adegadosleigos.blogspot.pt/2013/03/quinta-de-sao-sebastiao-grande-escolha.html

Portugal foi o país, a seguir a Itália, com mais medalhas e teve o melhor Vinho a concurso, o vinho “Conde Oeiras”, produzido pelo Município de Oeiras e teve 19 Municípios medalhados

O Concurso Internacional “La Selezione del Sindaco”, na edição 2012, decorreu de 25 a 27 Maio, na Cidade Italiana Lamezia Terme.

Este é o único concurso de vinhos internacional que prevê a participação conjunta do produtor e do Município de proveniência das produções e tem como elemento diferenciador dos outros concursos, a missão de valorizar as produções, fruto da tradição e de um território distinto.

No seguimento dos outros anos, a AMPV foi parceira na organização deste Concurso da RECEVIN – Rede Europeia das Cidades do Vinho e da Cittá del Vino – Associação de Cidades do Vinho Italianas, contribuindo com a divulgação deste concurso no território nacional e com a presença de três provadores portugueses no concurso.

Portugal foi a segundo pais, participante neste concurso, com maior número de medalhas. Na edição de 2012, no Concurso Internacional “La Selezione del Sindaco”, Portugal teve 40 vinhos medalhados e teve o melhor vinho a Concurso com a pontuação mais alta, que foi atribuída ao Vinho “Conde de Oeiras”, produzido pelo Município de Oeiras. Estas medalhas foram 1 Grande Medalha de Ouro, 6 Medalhas de Ouro e 33 Medalhas de Prata, o que corresponde a 19 Municípios, também, premiados e estes foram Alenquer, Alpiarça, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Cartaxo, Gouveia, Lamego, Loures, Mangualde, Melgaço, Montijo, Moura, Nelas, Oeiras, Palmela, Penalva do Castelo, Rio Maior e Tabuaço (em anexo a esta nota de imprensa segue o quadro com as medalhas descriminadas por vinho, produtores e municípios).

Mediante os resultados congratulamo-nos pela excelente participação dos vinhos e dos territórios vitivinícolas portugueses, através dos seus municípios, que deram uma vez mais provas de estarem na vanguarda da qualidade.

Fonte: http://noticiasdeviseu.com/?p=3626

1826, Venda de imóvel na Rua Larga, Arruda

1826, Arrendamento da Comenda de Arruda

1826, Novo Arrendatário da Comenda de Arruda

1826, Procura de Casal nas Cardosas, Arruda

1826. Venda de vinho e azeite na Quinta da Pataca, Arruda

Venda de imóvel na Rua Larga de Arruda dos Vinhos, Arrendamento e novo Arrendatário da Comenda de Arruda, Casal nas Cardosas, Venda de vinho e azeite na Quinta da Pataca

28-10-2011
18:00  ›   Inauguração do Certame e lançamento de vinhos novos da Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos. Entrega de prémios do concurso “Selezionne del Sindaco”7
21:30  ›   Espetáculo com “3 Gerações” – Mónica Sintra, Ana e Nucha
00:00  ›   Espetáculo com “Índios e Samurais” – tributo a Rui Veloso
02:00  ›   Encerramento

29-10-2011
12:00  ›   Abertura do certame
16:00  ›   Animação com “Os Chafaristas”
20:00  ›   Animação com o organista Paulo Pereira
22:00  ›   Miss Festa da Vinha e do Vinho

No intervalo atuações do grupo MTV Dance do Clube Recreativo e Desportivo Arrudense e do Grupo UNNAMED CREW do Rancho Folclórico Podas e Vindimas
No final continuação da animação com Paulo Pereira

02:00  ›   Encerramento

30-10-2011
12:00  ›   Abertura do certame
16:00  ›   Espetáculo infantil “Arruda tem Talentos”
17:00  ›   Atuação da “Banda Musical Cordas Soltas”
22:00  ›   Espetáculo com Miguel e André
00:00  ›   Encerramento

31-10-2011
18:00  ›   Abertura do certame
20:00  ›   Abertura do Espaço Infantil da Escola Profissional Gustave Eiffel
21:00  ›   Thriller Night pelos alunos Escola Profissional Gustave Eiffel
22:00  ›   Espetáculo com “Portugal em Palco”
02:00  ›   Encerramento

01-11-2011
12:00  ›   Abertura do certame
15:00  ›   Animação com Luís Dinis
17:00  ›   Atuação do Rancho Folclórico Podas e Vindimas de Arruda dos Vinhos
18:30  ›   Oferta de castanha e água-pé
21:00  ›   Sorteio a favor dos Bombeiros Voluntários de Arruda dos Vinhos
22:00  ›   Espetáculo com Emanuel
00:00  ›   Encerramento

No passado mês de maio, realizou-se o X Concurso Internacional do Vinho, ”Selezione Del Sindaco” 2011, em Benevento e Torrecuso em Itália.

O Municipio de Arruda dos Vinhos esteve presente através da Associação de Municípios Portugueses do Vinho, com dois produtores: Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos e a Sociedade Agrícola de Arruda (Quinta de São Sebastião).

Um júri constituído por elementos oriundos da Hungria, Reino Unido, Espanha, Eslóvenia, Slovak, Russia, Rumenia, Portugal, Polónia, Moldavia, Coreia, Italia, Alemanha, França, Croacia, Colombia,Belgica e Azerbeijão apreciou 1113 vinhos inscritos e atribuiu Medalhas de Prata aos vinhos tintos arrudenses Lote 44 e Extra-Madura, da Adega Cooperativa e Quinta de São Sebastião, da Sociedade Agrícola de Arruda, foram distinguidos com 3 medalhas de prata.

Os vinhos premiados encontram-se à venda nos pontos de venda dos próprios produtores e no Posto de Turismo no Centro Cultural do Morgado

Fonte: http://www.cm-arruda.pt/News/newsdetail.aspx?news=9f6c76da-6a98-495c-aea1-2afcd210849a







Fonte: http://books.google.pt/books?id=gz4iAQAAIAAJ&pg=PA439&dq=arruda+dos+vinhos&cd=10#v=onepage&q=arruda&f=false

Integrada na recentemente denominada Região de Vinhos de Lisboa, Arruda não tem a fama das regiões vinícolas do Douro ou do Alentejo, mas há ainda quem lute pelo prestígio e pela qualidade dos vinhos da terra. Arruda dos Vinhos fica apenas a 20 minutos de carro de Lisboa, tão perto que no alto das suas serras consegue-se mesmo vislumbrar os contornos da Ponte 25 de Abril. São as longas extensões de vinhas, escorreitas pinceladas pela paisagem do vale em que habitam, que lhe dão o nome.

Na espécie de “caldeirão” onde se situa Arruda dos Vinhos, dada a configuração geomorfológica, os solos conseguem reter bem a água, são argilo-calcários típicos e as encostas estão expostas ao sol que ilumina as vinhas durante todo o dia. Esta particularidade confere aos terrenos de Arruda a protecção dos ventos marítimos necessária para abrigar as videiras. Resultado destas características especiais: maturação das uvas mais precoce, única na região. Num vale quente e abrigado, com maiores amplitudes térmicas, crescem uvas mais sãs e de melhor qualidade.

No entanto, longe vão os tempos em que vinham ranchos e ranchos de pessoas de vários pontos do país para ajudar a pouca mão-de-obra da terra na época das vindimas. Há cerca de 30 anos, Arruda dos Vinhos ainda recebia muitos trabalhadores rurais que chegavam em Setembro, para a colheita da uva, e ficavam para a apanha da azeitona, até Novembro.

Nessa época, os produtores eram muitos e os hectares cultivados também. Hoje, há apenas quatro empresas privadas de produção vitivinícola, pois a maior parte dos agricultores com pequenas vinhas está associada às duas cooperativas agrícolas da terra.

O acompanhar dos tempos

“A Adega Cooperativa e o associativismo trouxeram equipamento novo e modernizaram a produção”, afirma João Corrêa, cujo avô foi o sócio nº2 da Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos. João Corrêa, 49 anos, presidente da Confraria dos Enófilos da Estremadura, agrónomo e enólogo de profissão, herdou com os três irmãos mais de 200 hectares de vinha. Actualmente, mantém cultivados na Quinta da Moita e na Quinta da Alagoa cerca de 50 hectares, com a ajuda de máquinas alugadas e de apenas mais quatro funcionários durante todo o ano.

João Corrêa destaca a importância das cooperativas na mecanização do processo de produção e na ajuda aos agricultores, mas também aponta onde falharam. “Durante muito tempo os produtores entregavam a uva na adega [cooperativa] e o processo acabava ali, a parte comercial foi algo que não foi explorado, não houve investimento”, lamenta. “Há muito tempo que este não é um negócio só da vinha e da adega (…) com as ajudas comunitárias toda a gente se esqueceu da parte comercial e investiu na produção. Falharam porque esqueceram a estratégia e o investimento na parte comercial”.

Quebrar o estigma da região

“Em tempos o vinho vendia-se quase todo, mesmo a granel, mesmo com pouca qualidade, mas com a entrada de Portugal na União Europeia, quando se pediu quantidade à nossa região, começou a haver excedente. A palavra de ordem seguinte foi ‘qualidade’”, conta João Corrêa. Contudo, o estigma da produção em quantidade e de pouca qualidade já estava associado à terra e aos seus vinhos. Para além das dificuldades em tornar o negócio rentável devido ao aumento dos custos de produção e da crise internacional, a batalha trava-se agora com persistência para tentar contrariar esta ideia.

Um dos passos foi mudar o nome da região vitivinícola, outrora região da Estremadura. De acordo com João Corrêa, a designação era facilmente associável à Estremadura espanhola, onde os vinhos não são famosos pela qualidade. Assim, o ano passado, passou a chamar-se “Região de Vinhos de Lisboa”, “tendo em consideração factores positivos, nomeadamente para os mercados externos, pelo facto de possuir mais notoriedade, mais fácil leitura e melhor referência quanto à sua localização”, justificaram os estudos realizados que deram origem à mudança.

Aposta na modernização

Antes de chegarem as máquinas, as vindimas “demoravam mais tempo, o trabalho era mais manual, sofria-se mais e era mais difícil”, recorda Joaquim Santos, 35 anos, empregado da Casa Agrícola Ribeiro Corrêa há cinco anos, mas filho da terra e amante das vinhas desde criança. Hoje os jovens não querem a vida da terra, apesar das máquinas ajudarem em praticamente todas as tarefas, “continua a ser duro”, lamenta Joaquim, mas sem deixar apagar aquele brilho no olhar, típico de quem faz o que gosta.

De pele queimada pelas inúmeras vezes que percorre os trilhos que separam os talhões, Joaquim lembra-se bem do convívio e da camaradagem de outrora entre os trabalhadores. “Os amigos ajudavam-se, fazia-se a vindima e a seguir havia sardinhada, o convívio era outro, era tudo mais familiar. Agora há um engenheiro, há o pessoal (pouco) que trabalha e há uma relação mais distante”.

O engenheiro de que fala estudou no Instituto Superior de Agronomia (ISA) em Lisboa e esteve dois anos em Montpellier. “Nasci quase no meio de cepas”, brinca João Corrêa, para quem “os genes” foram mais fortes na hora de decidir o futuro. Aos 28 anos ainda considerou a paixão pelos aviões. “Pensei: «ou vou para a terra ou vou para o ar»”, mas “as raízes prenderam-me à terra”. Quando regressou de França apostou na reestruturação da empresa para criar uma marca própria, independente, e que vingasse pela qualidade.

Na família há quatro gerações, a Casa Agrícola Ribeiro Corrêa, foi pioneira em Arruda na introdução na década de 90 de “técnicas de reconversão das vinhas, com enxertos prontos em talhões monovarietais utilizando tecnologias de drenagem, plantação e condução inovadoras”. Daí até à mecanização foi um pequeno passo.

Vantagens da mecanização

As máquinas reduzem para metade os custos das vindimas, por um lado porque “cada vez há menos gente para trabalhar as vinhas e as pessoas consideram este trabalho desprestigiante”, por outro lado porque na Casa Agrícola Ribeiro Corrêa a maquinaria usada na colheita é alugada. “Seria uma estupidez comprar máquinas tão caras, com a nossa dimensão, e para pouco mais de um mês de trabalho por ano”, considera João Corrêa.

Contudo, para além de “caríssimas”, explica, as máquinas de vindimar “requerem imenso da sensibilidade do trabalhador”, não só para saber como se manobram como também para ajustar cada opção mecânica à especificidade da uva em questão.

À excepção da vindima de algumas castas, por exemplo no caso das brancas, a empresa chega a contratar cerca de 30 trabalhadores para ajudar na colheita. Mas as máquinas fazem a grande maior parte do trabalho.

No caso das castas de tintos, João Corrêa elogia as vantagens da utilização de maquinaria. “Num dia de Verão, como são normalmente os dias de vindima em Agosto/Setembro, convém que a uva chegue fresca à adega”, nunca seria possível ter um rancho de pessoas a vindimar durante a noite, e com as máquinas existe a “versatilidade das horas” e a “rapidez com que se vindima um talhão”.

Aspectos fundamentais na hora de aferir a qualidade da colheita pois, muitas vezes, quando se começa a vindimar manualmente uma casta, a morosidade da apanha faz com que a uva colhida no primeiro talhão tenha um grau de maturação inferior à colhida no último. Pormenores que fazem a diferença na qualidade do produto final.

O “fim dos pés” nos lagares

Da vinha para a adega, a reestruturação continuou. Da traça rústica e tradicional das antigas instalações, restam apenas os lagares de pedra. Onde antes reinavam a alegria e a festa da tarefa de pisar o mosto, agora já não se ouve o som da uva a ser esmagada em contacto com os pés. No mesmo local, em surdina, repousam agora as barricas de madeira já cheias de vinho pronto a amadurecer.

Em substituição da mão-de-obra, a Casa Agrícola Ribeiro Corrêa, investiu em cubas de vinho que se vão enchendo à medida que as uvas chegam da vinha. Primeiro passam por uma máquina (esmagador-desengaçador), e o mosto é conduzido directamente para a cuba de fermentação. Uma vez aí, um tubo no interior leva, compassadamente, o líquido que se acumula no fundo novamente para a superfície, de modo a que a parte sólida se funda com a líquida e ocorra a pretendida fermentação alcoólica.

Beber vinho sempre fez parte da dieta mediterrânea dos nossos povos, mas chegou a ser associada pejorativamente aos taberneiros e a uma forma de consumo em excesso. Hoje, “bebe-se mais moderadamente, beber vinho é um acto de civilização, um acto gourmet”, considera o enólogo. Como fica implícito, o consumo médio em quantidade por português tem descido nos últimos anos.

“O vinho não é um bem de primeira necessidade, e com crises destas, duras, é dos produtos que mais se ressente”, afirma João Corrêa.

“Os vinhos mais caros bebem-se cada vez menos, há uma queda nas vendas da gama alta e mesmo dos vinhos com notoriedade”, lamenta acrescentando que “agora é ainda mais difícil ir para o mercado com uma marca nova, ainda que de elevada qualidade”.

Ainda assim, João Corrêa observa que o segmento de vinhos médio é onde se registam as maiores perdas devido à “enorme” diferença entre o preço de venda do produtor e o preço de venda praticado nos restaurantes. “É uma guerra perdida”, confessa.

Daí que a Casa Agrícola Ribeiro Corrêa opte por se manter concentrada em produzir apenas com três fins: promover as marcas de topo junto de garrafeiras e restaurantes; apostar no agora em voga “bag-in-box” (antigo garrafão de 5 litros adaptado a uma embalagem moderna e prática com uma imagem apelativa) para os supermercados e hipermercados da região; vender uva a granel, em excedente, para outros vinicultores.

“Só bebo em serviço”

Profissionalismo e prazer. Confundem-se facilmente nas palavras de João Corrêa. As vindimas estão no fim e eis que chega a altura mais aguardada pelos produtores. Depois de um ano de labor minucioso dedicado à terra e ao cuidado da vinha, e depois de pouco mais de um mês intenso de trabalho na colheita, é hora de provar o “sumo” que vem compensar o esforço e a paciência.

CASA AGRÍCOLA RIBEIRO CORRÊA
Número de hectares cultivados: 50
Produção média anual (litros): 100.000
Número de funcionários: 4
Castas cultivadas

BRANCAS:

•Arinto
•Fernão Pires
•Vital
•Seara Nova
•Chardonnay
TINTAS:

•Toriga Nacional
•Aragonez
•Tinta Míuda
•Castelão
•Camarate
•Caberet Sauvignon
•Syrah
•Alicante Bouschet

Principais Vinhos comercializados
•Erva Pata
•R.C.Chardonnay
•”Bag-in-box” 5 litros (branco e tinto).

Fonte: http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/arruda+nao+e+dos+vinhos+os+vinhos+e+que+sao+dela.htm

Mais de 400 marcas de vinhos de Portugal estão a ser degustadas hoje, em Luanda, na 3ª edição anual de prova de vinhos lusos, numa iniciativa da Viniportugal – Associação para a Promoção dos Vinhos Portugueses.

Ao falar à Angop, a responsável da Viniportugal pelo mercado angolano, Sónia Fernandes, disse que esta edição conta com a participação de 76 produtores de todas regiões vitivinícolas de Portugal, com destaque para Alentejo, Porto, Dão, Arruda, Bairrada, Beira Interior, Transmontes e Vinhos Verdes.

A iniciativa, salientou, visa mostrar aos apreciadores de vinho o que Portugal faz de melhor neste segmento de actividade e expor as novas marcas lançadas no mercado, bem como mostrar os produtores cujos vinhos ainda não estão representados em Angola.

Em 2009, segundo dados do Instituto da Vinha e do Vinho de Portugal, Angola importou do mercado português, 445 milhões de hectolitros de vinho, representando em valor 57 milhões de euros (1 euro equivale 113,341 kwanzas). Depois de Angola, os maiores importadores foram a Alemanha e o Reino Unido.

Sónia Fernandes disse que a previsão para este ano é superar a cifra de 2009 e procurar acompanhar a taxa de crescimento da economia angolana.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/lazer-e-cultura/2010/6/26/Vinhos-portugueses-provados-Luanda,568d0968-651b-489b-a896-e4a34117f4c8.html

Pela primeira vez em Portugal, a Associação de Municípios Portugueses de Vinho e a sua congénere Italiana – Citta del Vinho, realizam a IXª Edição do Estágio Europeu de Jovens Viticultores, de 29 a 30 de Abril.

A Associação de Municípios Portugueses do Vinho em Parceria com a sua congénere Italiana Città del Vino, organiza a IXª Edição do Concurso Internacional para Jovens Viticultores, estudantes em Agricultura e Viticultura. Depois de Siena, Narbonne, Marselha, Roma, Frankfurt, Borgonha e Rioja, esta edição será realizada em Arruda dos Vinhos (Portugal).

O Curso é uma iniciativa da Rede Europeia de Cidades do Vinho, associação que representa mais de 70 Cidades em Itália, França, Áustria, Grécia, Espanha, Eslovénia, Hungria, Alemanha e Portugal.
O curso tem a duração de 5 dias, de 26 de Abril a 1 de Maio e inclui a participação de reconhecidos especialistas internacionais do sector, que apresentarão conteúdos teóricos, complementados com visitas a adegas e provas de vinhos.

Sobre o tema da “Viticultura Sustentável”, os jovens participantes irão debater os novos desafios da agricultura e contarão com as intervenções de Ricardo Pastore, economista e especialista em marketing; Agustí Villarroya Serafín, professor de viticultura e biologia e Francisco Borba, Presidente da ViniPortugal – Associação Interprofissional para a Promoção dos Vinhos Portugueses.

O valor de participação é de € 400,00 e inclui todas as actividades incluídas no programa em anexo, a inscrição pode ser feita directamente com a Cittá del Vino, ou com a AMPV, sendo necessário o preenchimento de impresso próprio.

Segundo a organização, “O curso é uma oportunidade para os estudantes conhecerem diferentes realidades contemporâneas e para estudarem as novas tendências no campo da viticultura”.

Fonte: http://lusowine.com/displayarticle5203.html