Tag Archive: adega cooperativa


A direcção da Agrocamprest enviou, em Agosto, uma proposta formal de fusão à vizinha Adega Cooperativa de Arruda dos Vinhos. Os autores da proposta aguardam, ainda, uma resposta da direcção da adega, mas acham que esta fusão “seria benéfica para as duas instituições e para os agricultores da região”.

Actualmente, a cooperativa Agrocamprest, criada em 1977, tem cerca de 4400 sócios e um volume de negócios de 10 milhões de euros. A Adega Cooperativa reúne cerca de 1200 sócios e tem um movimento anual da ordem de 1, 5 milhões de euros. As escassas dezenas de metros que separam as instalações das duas cooperativas poderão ser mais uma vantagem numa eventual fusão e o facto da grande maioria dos sócios da Adega também serem sócios da Agrocamprest poderá ajudar.
Segundo o presidente da Agrocamprest, Luís Alenquer, uma proposta semelhante foi colocada pela Agrocamprest à Adega há cerca de 7 anos mas não teve resposta positiva. “Achámos que era altura para fazer novamente esta proposta à Adega Cooperativa, temos ideias para o futuro desta região ligadas à vinha, ligadas às castas e à cultura da vinha, para não abandonar. Por isso fizemos essa proposta e estamos a aguardar”, explicou ao Voz Ribatejana.
Fonte: Voz Ribatejan, http://vozribatejana.blogspot.pt/2011/09/agrocamprest-propoe-fusao-adega-de.html

Produtores de vinhos da região de Lisboa (Portugal) suspenderam em 2009 a exportação do produto para Angola, devido a redução do preço motivada pela forte concorrência no mercado angolano.

Em declarações à Angop, numa prova de vinhos organizada pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVRL), a enóloga da Cooperativa de Dois Portos, Alexandra Mendes, afirmou que a sociedade interrompeu as vendas em Setembro transacto por redução do custo da garrafa de um litro, de quatro para um euro (o equivalente a 150 kwanzas).

Contudo, a especialista adiantou que a sociedade tenciona reatar as exportações para Angola a curto prazo, adoptada uma nova estratégia de comercialização a ser apresentada ainda este ano por ocasião da realização, em Julho, da Feira Internacional de Luanda (FILDA).

Também, devido ao registo nos últimos anos do aumento da oferta de vinhos no mercado angolano e por outras razões, o importador angolano dos vinhos da Adega Cooperativa Arruda dos Vinhos ?abandonou a actividade?, revelou o director-geral dessa sociedade de Lisboa, Rodrigo Pinheiro de Lacerda.

Do mesmo modo, o produtor da região lisboeta de Arruda perspectiva retomar as vendas à Angola, quando encontrar um novo importador angolano, que começará a ser sondado igualmente na FILDA 2010.

Outros produtores da região de Lisboa continuam a registar a aceitação dos consumidores residentes em Angola, como regozijou-se o assistente executivo de uma produtora local, Ricardo Marques.

O técnico indicou que a sociedade onde trabalha exportou três milhões de garrafas de vinhos para Angola em 2009, sendo neste momento o segundo maior destino dos seus produtos a seguir da Noruega.

Em termos de perspectivas, Ricardo Marques sublinhou ser propósito da direcção-geral da empresa distribuir os vinhos, além de Luanda, nas restantes 17 províncias angolanas e fazer parceria com novos importadores angolanos.

Dos 14 produtores da região de Lisboa, a maioria garantiu continuar a exportar vinhos para Angola, não só com o objectivo de aumentar as vendas mas também de oferecer aos consumidores produtos com qualidade e a preço razoável.

Ao intervir no enceramento, o presidente de direcção da CVRL, João Carvalho Ghira, agradeceu os participantes ao evento, sobretudo os comerciantes estrangeiros que consideraram bom os 224 vinhos postos à prova.

O responsável realçou que a região de Lisboa exporta 20 porcento da sua produção e está em evolução, justificando o facto de os vinhos da zona terem uma posição importante em Portugal e no estrangeiro, pela satisfatória combinação entre preço e qualidade.

Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=25447&catogory=Angola

Lisboa (Do enviado especial) – As técnicas de cultivo de uvas, transporte para as adegas e sua limpeza, extracção e engarrafamento do vinho, na zona oeste de Lisboa (Portugal), estão a ser constatados desde sábado por comerciantes angolanos.
 
Depois de ter visitado quatro sociedades vinícolas no sábado e hoje, domingo, a delegação empresarial angolana visita igual número de sociedades produtoras de vinho, todas elas com uma média de produção de mais de um milhão 500 mil litros/ano, para observar de perto todo o processo de produção de vinho com qualidade.
 
Durante as visitas, os participantes recebem explicações detalhadas sobre a origem da sociedade, a quantidade de hectares e de litros de vinhos produzidos, trocam experiências com os empresários lusos e participam de provas de vinhos.
 
Sábado, nas adegas e quintas por onde esteve, a comitiva angolana soube que alguns produtores da região de Lisboa desenvolvem a sua actividade na sua maioria em forma de cooperativa, com fundos comunitários e vindimam (colhem a uva) manualmente e com máquinas, como a Adega Cooperativa Arruda dos Vinhos.
 
Nas outras quintas visitadas, os seus gestores declaram que produzem de modo essencialmente orgânico, sem adubos, com vista a aquisição de vinhos gastronómicos, destinados mais a servir de complemento a comidas, segundo garantiu o engenheiro agrónomo da Quinta da Cortezia, Miguel Catarino.
 
Efectuam igualmente visitas à quintas e adegas de Lisboa, empresários russos, norte americanos e croatas, que foram, a semelhança dos angolanos, convidados pela Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVRL) a inteiraram-se da produção dos associados da CVRL.
 
O convite da CVRL é igualmente extensivo a participação das delegações estrangeiras no Salão Internacional do Sector Alimentar e de Bebidas (Sisab 2010), que decorrerá de 22 a 24 deste mês, em Lisboa.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2010/1/7/Comerciantes-angolanos-constatam-tecnicas-producao-vinho,6a161c67-7c3a-411a-8ba5-82ec7ce256a0.html