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As delegadas de saúde de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço levantaram hoje as limitações ao consumo de água, que nos últimos dois não foi usada para fins alimentares, sem ser fervida.
«Não há qualquer risco para a saúde dos consumidores», garantiu hoje à Lusa a delegada de saúde de Sobral de Monte Agraço, Helena Andrade.

«A observação [da água] nos depósitos não detectou mais alterações e as análises efectuadas com alguma periodicidade não apontam para problemas», explicou.

Em Arruda dos Vinhos a restrição foi também levantada, pelo que o uso da água pelas populações pode ser retomado sem restrições, informou hoje em comunicado a delegada de saúde de Arruda dos Vinhos, Madalena Paiva, com base nos «resultados das análises efectuadas no sistema de abastecimento, que não confirmam problemas de qualidade na água fornecida».

As limitações impostas ao consumo da água nos dois concelhos surgiu depois do aparecimento de uma película à superfície nos respectivos depósitos, o que levou a empresa Águas do Oeste, responsável pelo sistema multimunicipal de abastecimento, a efectuar análises aos vários parâmetros de qualidade da água.

«As análises que recebemos não dão a indicação de maus resultados», disse à agência Lusa o administrador-delegado da empresa, Salgado Zenha, após os dois depósitos terem sido despejados e a água renovada.

Desde segunda-feira à noite que os 20 mil habitantes de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço estavam a ferver a água da rede pública para beberem e cozinharem os alimentos.

Por precaução e receio de consumir a água, muitos habitantes optaram por comprar água engarrafada, com receio de usar a da rede pública, esgotando os stocks existentes nos supermercados da zona.

A Água do Oeste continua sem ter explicações para o problema detectado, continuando a efectuar análises à água.

Fonte: http://www.destak.pt/artigos.php?art=6685

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Oeste: água «imprópria»

Os habitantes Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras e Mafra estão a ser aconselhados a não beberem nem cozinharem alimentos com a água da rede pública, informou esta terça-feira a empresa Águas do Oeste, escreve a Lusa.

A Águas do Oeste, gestora do sistema de água e saneamento da região informou esta terça-feira que foram detectadas «alterações visuais do estado da qualidade da água fornecida pela Águas do Oeste, S.A.» ao municípios de Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras e Mafra.

Nesse sentido, recomenda que, «por medida de precaução e até que se perceba a origem do problema, a água distribuída pela rede pública de abastecimento não seja utilizada para consumo directo ou para cozinhar».

Película na água

Foi uma película sobre a água nos depósitos de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço que lançou o «alerta». Para apurar as causas da anomalia, a Águas do Oeste está a proceder à recolha de amostras ao longo do sistema.

Ao mesmo tempo, encontram-se equipas no terreno a percorrer todo o sistema com o objectivo de perceber a origem do problema.

Em Torres Vedras, os serviços municipalizados de água e saneamento já informaram o Centro Hospitalar e aguardam os resultados das análises para decidirem se informam as escolas.

Um dos administradores dos SMAS de Torres Vedras, Carlos Bernardes, disse à Lusa que esta é uma questão da responsabilidade da empresa Águas do Oeste que gere «o sistema em alta».

Os técnicos dos SMAS de Torres Vedras também já verificaram os depósitos no concelho não tenha sido detectada nenhuma anomalia aparente, informou fonte dos serviços.

A empresa Águas do Oeste informa ainda que «para que possa ser rapidamente regularizada a situação do abastecimento a estes municípios está a proceder à renovação de água em todo o sistema de adução».

Marinha Grande aconselha grávidas a não beberem água da rede pública

Já Câmara da Marinha Grande aconselhou as grávidas a não consumirem água da rede pública da freguesia de Vieira de Leiria, devido aos níveis de arsénio acima dos parâmetros normais revelados pelas análises.

Em comunicado, a autarquia explica que segundo parecer do delegado de Saúde, «os incumprimentos paramétricos actuais não põem em grave risco a saúde pública», aconselhando, contudo, «as grávidas a não consumirem água da rede pública de Vieira de Leiria até que a situação esteja normalizada».

A câmara assume «preocupação quanto à saúde pública», garantindo que «não serão poupados esforços para seguir todas as recomendações e orientações das entidades com competência na matéria».

Os primeiros resultados anormais de arsénio na água da rede pública de Vieira de Leiria foram detectados em Agosto de 2007, mas a autarquia salienta que não alertou anteriormente a população porque, sem dados objectivos, «apenas teria provocado alarmismo desnecessário que é nosso dever evitar».

Até 1935, a área de intervenção da EPAL limitava-se ao abastecimento e distribuição de água ao concelho de Lisboa. A partir desse ano assiste-se a um alargamento progressivo da área de influência da empresa que passa a abastecer em alta os municípios de …, Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço (1964), …”

 Fonte: www.epal.pt/Epal/Helios/aspx/download.aspx?id=745