Category: Sec. XVII


Um dos problemas centrais da história de Portugal e de Espanha continua a ser o de compreender como, depois de desempenharem um papel pioneiro, vieram a perdê-lo durante o processo de transição do capitalismo mercantil para o capitalismo industrial na Europa, acompanhando tais modificações com extrema dificuldade.».

Efectivamente assim foi. Todavia, como observa Jorge Pedreira não deixando de ir ao encontro da opinião da citada autora, naquilo que respeita aos nossos atrasos de ordem económica «em meados de Setecentos perecem, portanto ligeiros, são estreitas as distâncias entre os níveis de desenvolvimento e de bem-estar dos diversos países ou regiões da Europa».

No período agora tratado, em Alenquer e no seu termo, assinala-se a existência das seguintes actividades manufactureiras: Saboarias, uma longa tradição artesanal que remonta à Idade Média. Segundo João Pedro Ferro «existia fabricação e venda de sabão preto em Alenquer, Arruda, Aldeia Galega, Óbidos e Atouguia, cujo monopólio foi concedido no início do século XV a Gomes Dias de Góis (…) por sua morte passou a seu filho, Lopo Dias a ele sucedendo também o filho, Rui Dias de Góis, pai de Damião de Góis.»

Fonte: http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/3559/9/ulfl082022_10_tm_industria.pdf

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Quanto à vida profissional e eclesiástica, sabemos apenas que, em 1610, foi secretário do arcebispo de Évora d. diogo de sousa em 1625, Roboredo era o preceptor (mestre) de d. duarte e de d. francisco de Castelo Branco Coutinho, filhos de d. francisco de castelo Branco e netos de d. duarte de castelo Branco, conde de sabugal, meirinho-mor do reino e vedor da fazenda. nesta época, também era o professor particular dos filhos de d. Baltasar de teive, um fidalgo espanhol a residir em portugal, (talvez) natural de salamanca. dois anos mais tarde, em 1627, amaro de roboredo era beneficiado da igreja de nossa senhora da salvação, em arruda dos vinhos, pertencente à vigararia de alenquer, da diocese de lisboa (11).

(11) segundo o pároco de nossa senhora da salvação, em arruda, não há qualquer documento da época nessa paróquia nem há qualquer dado sobre roboredo em monografias locais. no entanto, e de acordo com o mesmo pároco, no século Xvii, o reitor e, mais tarde, o prior de arruda era apresentado pelos cónegos regrantes de santo agostinho, a partir da igreja da graça, em lisboa, os mais pertenciam ao mosteiro de s. vicente de fora. no entanto, ele apenas era beneficiado lá e arruda tinha, nesta altura, seis (6) beneficiados, para além do prior. daí não podermos concluir se roboredo pertencia à ordem dos cónegos regrantes de santo agostinho. tudo parece indicar que amaro de roboredo seria um padre secular.

Fonte: http://dlac.utad.pt/7.%20Methodo%20Grammatical_Estudo%20Introdut%F3rio.pdf

ferrarias em arruda dos vinhos

 

Ferreiros em Arruda dos Vinhos, século XVII.

Fonte: Economy and Society in Baroque Portugal: 1668-1703, página 176 e 177

Link: http://books.google.pt/books?id=d77Mb0pc-nMC&pg=PA177&lpg=PA177&dq=arruda%2Bdos%2Bvinhos&source=bl&ots=nuBcGiWFnJ&sig=JRDpNdB8Vh9VJ0Fy6bDwHRLo_fc&hl=en&sa=X&ei=lmAuUMrHLse3hAeG34GwBQ&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false

Fonte: http://www.iuslusitaniae.fcsh.unl.pt/pesquisasimplesresultado.php?pesquisa=arruda&usado=2&campos=1&ordem=1&Submit=Pesquisar

Fonte: http://books.google.pt/books?id=PbhAAAAAMAAJ&source=gbs_navlinks_s

"Relógios Falantes", D. Francisco Manuel de Melo, 1654

"Relógios Falantes", D. Francisco Manuel de Melo, 1654, capa

"Relógios Falantes", D. Francisco Manuel de Melo, 1654, Pág. 20

"Relógios Falantes", D. Francisco Manuel de Melo, 1654, Pág. 20

 

Fonte: http://www1.ci.uc.pt/celga/membros/docs/evelina_verdelho/os_relogios_falantes.pdf

"A Visita Das Fontes", D. Francisco Manuel de Melo, 1657, Capa do Livro"A Visita Das Fontes", D. Francisco Manuel de Melo, 1657, Pág 265"A Visita Das Fontes", D. Francisco Manuel de Melo, 1657, Pág. 564

Fonte: http://books.google.pt/books?id=URhxSzKOEZoC&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=arruda&f=false