Archive for Dezembro, 2007


Os vinhos da Estremadura vão passar a ser certificados por uma única entidade, a Comissão Vitivinícola Regional da Região da Estremadura, cuja candidatura formal foi ontem entregue no Instituto da Vinha e do Vinho.

“Com maior dimensão as entidades certificadoras têm maior capacidade na racionalização de meios de certificação e nos ganhos que traz à promoção dos produtos que certificamos”, declarou à agência Lusa Carlos João Fonseca, membro da comissão executiva da nova entidade.

Para o dirigente e produtor, a reestruturação do sector “poderá beneficiar mais os produtores que estavam associados às pequenas CVR que, por questões de escala, se deparavam com dificuldades de promoção.

No entanto, alertou, “o aumento de custos poderão tornar mais morosa e mais cara a certificação, o que é uma desvantagem competitiva” face a outros países europeus.

A nova entidade certificadora da Região de Lisboa congrega as extintas CVR’s da Estremadura, Bucelas/Carcavelos/Colares e da aguardente da Lourinhã e vai ficar sedeada em Torres Vedras, estando a ser equacionada a hipótese de manter uma delegação em Leiria.

Esta última aprovou na quarta-feira a proposta de integração na nova CVR, após mais de três meses de negociações com o Ministério da Agricultura, reivindicando um estatuto especial para a única aguardente de denominação de origem do país e a terceira da Europa.

“Chegámos à conclusão de que não vamos apresentar uma candidatura autónoma porque não tem viabilidade do ponto de vista jurídico e financeiro”, explicou agora à agência Lusa o actual presidente, Fernando Oliveira, reagindo à recusa por parte da tutela em aceitar a candidatura desta CVR a entidade certificadora por motivos de escala.

A integração na nova CVR da Região de Lisboa é encarada como uma “nova janela de oportunidades” na própria promoção da aguardente, cuja produção se restringe a 25 operadores e a uma área de 50 hectares, sendo comercializadas por ano 10 mil garrafas.

“O que nos preocupava e que vai manter-se é a denominação de origem”, tranquilizou o dirigente, explicando que está assegurada a continuidade da região demarcada, bem como a criação de uma “secção específica na nova estrutura de controlo e certificação” para o caso das aguardentes.

A CVR da Região de Lisboa abrange a segunda maior área de vinhas do país (30 mil hectares), onde anualmente são produzidos 15 mil litros de vinho (18 mil garrafas), capazes de gerar uma receita de 40 milhões de euros, dos quais 40 por cento são destinados à exportação.

Esta nova entidade vai ficar responsável por todos os vinhos regionais da Estremadura, de Denominação de Origem Controlada (Alenquer, Arruda, Torres Vedras, Óbidos, Encostas d’Aire, Bucelas e Colares) e pelo Vinho Licoroso de Qualidade Produzida na Região Determinada de Carcavelos.

A constituição de novas entidades certificadoras decorre da publicação de legislação comunitária mais rigorosa no que respeita à certificação de vinhos e da consequente reforma para o sector que está em curso.

Há cerca de um ano, o ministro da Agricultura, Jaime Silva, avançou com a proposta de reforma para o sector e pediu às entidades que se agregassem e se candidatassem a certificadoras, recordando que trabalhar em conjunto permite aumentar o peso, dimensão e prestígio em termos de mercado.

Fonte: http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2007/12/28c.htm

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O novo Centro de Saúde da Arruda dos Vinhos começou a funcionar ano e meio depois de concluídas as obras de edificação.

Um atraso criticado pelos autarcas arrudenses, e justificado, pela ARS de Lisboa e Vale do Tejo, com razões de carácter administrativo e de correcção de obra.

O edifício custou 1,2 milhões de euros, e deverá servir um universo populacional calculado em 11 mil habitantes.

 Fonte: http://www.oestediario.com/oestediario/artigos_oh.asp?cod_artigo=179418

As delegadas de saúde de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço levantaram hoje as limitações ao consumo de água, que nos últimos dois não foi usada para fins alimentares, sem ser fervida.
«Não há qualquer risco para a saúde dos consumidores», garantiu hoje à Lusa a delegada de saúde de Sobral de Monte Agraço, Helena Andrade.

«A observação [da água] nos depósitos não detectou mais alterações e as análises efectuadas com alguma periodicidade não apontam para problemas», explicou.

Em Arruda dos Vinhos a restrição foi também levantada, pelo que o uso da água pelas populações pode ser retomado sem restrições, informou hoje em comunicado a delegada de saúde de Arruda dos Vinhos, Madalena Paiva, com base nos «resultados das análises efectuadas no sistema de abastecimento, que não confirmam problemas de qualidade na água fornecida».

As limitações impostas ao consumo da água nos dois concelhos surgiu depois do aparecimento de uma película à superfície nos respectivos depósitos, o que levou a empresa Águas do Oeste, responsável pelo sistema multimunicipal de abastecimento, a efectuar análises aos vários parâmetros de qualidade da água.

«As análises que recebemos não dão a indicação de maus resultados», disse à agência Lusa o administrador-delegado da empresa, Salgado Zenha, após os dois depósitos terem sido despejados e a água renovada.

Desde segunda-feira à noite que os 20 mil habitantes de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço estavam a ferver a água da rede pública para beberem e cozinharem os alimentos.

Por precaução e receio de consumir a água, muitos habitantes optaram por comprar água engarrafada, com receio de usar a da rede pública, esgotando os stocks existentes nos supermercados da zona.

A Água do Oeste continua sem ter explicações para o problema detectado, continuando a efectuar análises à água.

Fonte: http://www.destak.pt/artigos.php?art=6685

A Air Liquide, líder da indústria dos gases industriais na Península Ibérica, vai instalar em Sines uma unidade de separação de gases do ar, para produzir 400 toneladas/dia de azoto, oxigénio e árgon na forma líquida.

Segundo a empresa, que não revela para já o volume de investimento a concretizar na cidade do Litoral Alentejano, o arranque da unidade está previsto para finais de 2009.«Estamos na fase de finalização do projecto e as obras estão previstas começar no início de 2008, para o arranque da unidade em finais de 2009», disse hoje à agência Lusa Ana Paula Valente, da Air Liquide Portugal.

A unidade industrial, de acordo com comunicado da empresa, vai utilizar as «mais recentes tecnologias do grupo para economizar energia» e destina-se a servir os clientes localizados na região de Lisboa, sul de Portugal e sudoeste de Espanha.

«Já temos uma unidade em Estarreja e, agora, escolhemos Sines porque está numa área estratégica, próxima de Lisboa, do sul do país e do sudoeste espanhol», explicou Ana Paula Valente.

Com o investimento em Sines, onde a indústria petroquímica tem já peso, quer através das unidades implementadas, quer de novos projectos programados, a Air Liquide vai aumentar a sua capacidade de produção na Península Ibérica, para satisfazer o «crescimento previsto dos seus mercados».

«O desenvolvimento contínuo da indústria portuguesa, desde há muitos anos, nos sectores da química, petroquímica, componentes electrónicos, do vidro e do ambiente, fazem crescer as necessidades em oxigénio, azoto e árgon», justifica o grupo.

Para Bertrand Saraux, director-geral da Air Liquide Portugal, com este novo projecto, o grupo prossegue, em território nacional, a sua «política de investimentos, de forma a acompanhar os futuros desenvolvimentos dos seus clientes».

«Esta decisão de aumentar a capacidade de produção de gases do ar ocorre no seguimento das decisões já tomadas de aumentar a capacidade de hidrogénio na nossa fábrica em Estarreja e de construir um novo centro de acondicionamento de garrafas na área de Lisboa», afirmou o responsável.

Os três componentes do ar que vão ser separados na futura unidade de Sines são aplicados nos procedimentos industriais para melhorar a qualidade dos produtos, o nível de segurança, a produtividade e o ambiente.

O azoto, por exemplo, serve para a indústria alimentar (para a ultracongelação), química e petroquímica, electrónica e, ao nível da saúde, para a crioconservação de células nos laboratórios.

Já o oxigénio é utilizado, nomeadamente, na química e petroquímica, construção mecânica e metálica, refinação, pasta em papel, siderurgia e, no sector agro-alimentar, para a oxigenação de viveiros de peixe.

O árgon tem aplicação nos laboratórios, para as análises, na construção mecânica e metálica, em termos das soldaduras, e para enchimento dos airbags de veículos automóveis.

Com cerca de 40 mil colaboradores em 72 países, a Air Liquide é o líder mundial na produção de gases industriais e medicinais, bem como dos serviços associados, tendo atingido em 2006 um volume de negócios de 10.949 milhões de euros, 80 por cento dos quais fora de França.

Em Portugal, o grupo, que está presente desde 1923 e conta com 340 colaboradores e cerca de 35 mil clientes, registou um volume de negócios na ordem dos 105 milhões de euros em 2006.

Além do projecto para Sines, a Air Liquide tem em curso, no período de 2006 a 2008, dois investimentos que rondam os 70 milhões de euros, numa nova unidade de produção de hidrogénio em Estarreja e num centro de enchimento de garrafas em Arruda dos Vinhos, região de Lisboa.

Oeste: água «imprópria»

Os habitantes Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras e Mafra estão a ser aconselhados a não beberem nem cozinharem alimentos com a água da rede pública, informou esta terça-feira a empresa Águas do Oeste, escreve a Lusa.

A Águas do Oeste, gestora do sistema de água e saneamento da região informou esta terça-feira que foram detectadas «alterações visuais do estado da qualidade da água fornecida pela Águas do Oeste, S.A.» ao municípios de Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras e Mafra.

Nesse sentido, recomenda que, «por medida de precaução e até que se perceba a origem do problema, a água distribuída pela rede pública de abastecimento não seja utilizada para consumo directo ou para cozinhar».

Película na água

Foi uma película sobre a água nos depósitos de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço que lançou o «alerta». Para apurar as causas da anomalia, a Águas do Oeste está a proceder à recolha de amostras ao longo do sistema.

Ao mesmo tempo, encontram-se equipas no terreno a percorrer todo o sistema com o objectivo de perceber a origem do problema.

Em Torres Vedras, os serviços municipalizados de água e saneamento já informaram o Centro Hospitalar e aguardam os resultados das análises para decidirem se informam as escolas.

Um dos administradores dos SMAS de Torres Vedras, Carlos Bernardes, disse à Lusa que esta é uma questão da responsabilidade da empresa Águas do Oeste que gere «o sistema em alta».

Os técnicos dos SMAS de Torres Vedras também já verificaram os depósitos no concelho não tenha sido detectada nenhuma anomalia aparente, informou fonte dos serviços.

A empresa Águas do Oeste informa ainda que «para que possa ser rapidamente regularizada a situação do abastecimento a estes municípios está a proceder à renovação de água em todo o sistema de adução».

Marinha Grande aconselha grávidas a não beberem água da rede pública

Já Câmara da Marinha Grande aconselhou as grávidas a não consumirem água da rede pública da freguesia de Vieira de Leiria, devido aos níveis de arsénio acima dos parâmetros normais revelados pelas análises.

Em comunicado, a autarquia explica que segundo parecer do delegado de Saúde, «os incumprimentos paramétricos actuais não põem em grave risco a saúde pública», aconselhando, contudo, «as grávidas a não consumirem água da rede pública de Vieira de Leiria até que a situação esteja normalizada».

A câmara assume «preocupação quanto à saúde pública», garantindo que «não serão poupados esforços para seguir todas as recomendações e orientações das entidades com competência na matéria».

Os primeiros resultados anormais de arsénio na água da rede pública de Vieira de Leiria foram detectados em Agosto de 2007, mas a autarquia salienta que não alertou anteriormente a população porque, sem dados objectivos, «apenas teria provocado alarmismo desnecessário que é nosso dever evitar».

Na reforma administrativa havida em 1936 foi novamente criada uma ”’Provincia (ou ” região natural ”) da Estremadura”’. Esta nova Provincia, contudo, englobava apenas uma fracção  do território da antiga comarca homónima. Parte do território da antiga Estremadura ficou incoprporado nas novas Provincias do Ribatejo e Beira Litoral. Por outro lado, a nova Estremadura incluiu parte do actual Distrito de Setúbal que tradicionalmente pertencia à  antiga Provincia do Alentejo.

No entanto, as Provincias de 1936 não tiveram praticamente qualquer atribuição prática, e desapareceram do vocabulário administrativo (ainda que não do vocabulário quotidiano dos portugueses) com a entrada em vigor da Constituição portuguesa de 1976.

Fazia fronteira a Nordeste com a Beira Litoral, a Este com o Ribatejo e o Alto Alentejo (Provincia), a Sul com o Baixo Alentejo (Provincia) e o Oceano Atlântico e a Oeste também com o Atlântico .

Era então constituí¬da por 29 concelhos, integrando a quase totalidade do Distrito de Lisboa e partes dos distritos de Leiria e Distrito de Setúbal. Tinha a sua sede na cidade de Lisboa.

* ”’Distrito de Leiria”’: Alcobaça , Bombarral, Caldas da Rainha, Marinha Grande, Nazaré , Óbidos , Peniche, Porto de Mós.

* ”’Distrito de Lisboa”’: Alenquer , Arruda dos Vinhos, Cadaval, Cascais, Lisboa, Loures, Lourinhã , Mafra, Oeiras, Sintra, Sobral de Monte Agraço , Torres Vedras.

* ”’ Distrito de Setúbal ”’: Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal .

Se ainda hoje a Provincia em causa existisse, contaria provavelmente com 31 municí¬pios, posto que foram entretanto criados dois novos concelhos, na Área do Distrito de Lisboa:
* Amadora (criado em 1979, por divisão de Oeiras)
* Odivelas (criado em 1997, por divisão de Loures)

Presentemente, a Provincia em causa achar-se-ia repartida pelas região de Lisboa, região Centro e Alentejo. Ao Alentejo pertenceria o município da Azambuja, integrado na subregião da Lezíria do Tejo ; À  região de Lisboa pertencia a totalidade da subregião da Pení¬nsula de Setúbal e, quase totalmente, a Grande Lisboa (o concelho de Vila Franca de Xira encontrava-se no Ribatejo); enfim, à  região Centro pertencia a totalidade da subregião do Oeste , e ainda dois municí¬pios do Pinhal Litoral (Marinha Grande e Porto de Mós).

Fonte: http://cubano.ws/info-atual/estremadura

ANO 1172
– Condado de Roussillon(criado no inicio do seculo X)legado a Aragao.Condes hereditarios cedem Rousssillon.
– Roussillon passa a dominacao dos reis de Aragao.Perpignan capital em 1262.
– Morte do conde Gerard do Roussillon.Heranca legada a Afonso II(1135-1196)de Aragao.
– Morte de Guinard II,conde de Roussillon,que passa,em heranca,para os reis de Aragao.
– Guerra contra os mouros absorveu as energias de Afonso VIII o Nobre entre 1172 e 1212.
– Freres de Caceres recebem senhorio sobre vila da Arruda.
– D.Afonso Henriques coutou o mosteiro de Sanfins,bem como a freguesia, dando o couto aos frades.Os abades eram senhores do couto no espiritual e no temporal,mas depois ia ali a justica de Coura quinzenalmente.Bbl:EDI;102228.
+-:Almoadas reunificam Espanha musulmana enquanto,ao norte,cristaos degladiam-se entre si.
– The Almohades,by 1172,had secured control over most all the Moorish estates.

Fonte: http://us.geocities.com/albertobrant/espanha.html

“A 16.11.1471 D. Afonso V doou a Diogo Vasques da Veiga, cavaleiro da sua Casa, enquanto sua mercê for, uma tença anual de 8.000 reais de prata, a partir de 1 de Janeiro de 1472. E a 19.7.1481 o mesmo rei nomeou Diogo Vaz da Veiga, cavaleiro e fidalgo da sua Casa, para o cargo de escrivão do corregedor de Lisboa, em substituição de Álvaro Rodrigues. Pedro e Diogo Vaz da Veiga eram filhos de Tristão Vaz da Veiga (a 4.11.1454 D. Afonso V privilegiou André da Veiga, sobrinho de Tristão Vasques da Veiga, concedendo-lhe licença para andar em besta muar de sela e freio) e de sua mulher Leonor Taveira; e netos paternos, segundo Alão, de Vasco Lourenço de Abreu e sua mulher Maria Anes da Veiga. Esta Maria Anes era, segundo Alão, irmã de João da Veiga, o Moço, e de Fernão da Veiga (que deve ser o Fernão da Veiga que a 27.8.1437 se documenta com herdades no termo de Arruda, dando origem aos Veiga de Montemor-o-Novo), todos filhos de João da Veiga, o Velho, e sua mulher Inez Pires. Alão diz que este João da Veiga, o Velho, foi «muito honrado homem» nos reinados de D. Fernando I e D. João I, cidadão de Lisboa e um dos procuradores desta cidade às Cortes de Coimbra, estando sepultado com sua mulher (que ela instituiu um morgadio) no mosteiro de S. Francisco de Lisboa, na capela do Salvador, onde tinham missa quotidiana.”

Fonte: http://pwp.netcabo.pt/soveral/mas/Pinheiro.htm