Category: Empresas


A DI Box anunciou hoje o encerramento da sua sala de espetáculos em Arruda dos Vinhos devido à crise económica que leva o público a aderir menos aos eventos culturais.

Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, a empresa o encerramento da sala de espectáculos, uma das quatro existentes no concelho.

A DI Box justifica a decisão tendo em conta “a difícil situação económica e financeira que o país atravessa que contrai o público”.

Além disso, a “fraca resposta de apoios não só financeiros mas principalmente institucionais e das parcerias com instituições públicas e privadas relacionadas com a cultura, as artes do espectáculo, multimédia e comunicação social” agravou a situação.

O espaço, que resultou de obras de adaptação de um antigo celeiro de 800 metros quadrados para sala de espectáculos, estúdio de pós produção, galeria de exposições, loja de artesanato, bar e restaurante, foi inaugurado em abril de 2009.

O investimento envolveu 1,5 milhões de euros.

Fonte: http://www.destak.pt/artigo/66811

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A Divulgar Iniciativas vai criar, em 2009, um epicentro cultural em Arruda dos Vinhos. O novo espaço de cultura dispõe-se a acolher expressões artísticas de todos os feitios, sempre em tom luso. Para estrear o espaço há um consurso de bandas nacionais.

A DIBOX instala-se em Arruda dos Vinhos no próximo ano. Trata-se de um grande espaço cultural criado para dar vida à arte lusófona, promovido pelo projecto Divulgar Iniciativas. Na Primavera de 2009 e a cerca de 20 minutos da capital, esperam-se apresentações de diversas actividades artísticas. Para inaugurar a casa está prevista a primeira edição do Concurso Divulgar Bandas.

Constituída há menos de um ano, a Divulgar Iniciativas (DI) tomou a sua e resolveu criar um espaço com as condições mais adequadas ao trabalho que quer desenvolver. Ou seja, num só espaço conjugar uma sala de espectáculos, estúdio, loja e galeria vão compor a DIBOX.

A sala de espectáculos, com capacidade para cerca de 400 pessoas em pé, vai dedicar-se a actuações ao vivo de projectos musicais, DJ, stand up, teatro e dança. A aposta na qualidade acústica e no equipamento são fulcrais para a DI. «É nosso ponto de honra ter uma qualidade de som de grande nível, e um espaço onde qualquer artista se sinta bem e queira apresentar o seu trabalho», afirma Valdo Sabino, um dos responsáveis do novo espaço.

Quanto ao estúdio, vai ser ocupado por uma rádio on-line e ainda um estúdio de pós-produção. Há também espaço para exposições, instalações e outras actividades artísticas lusas.

Na agenda da DIBOX está desenhado o espaço para oito espectáculos mensais, com um cabeça de cartaz garantido. Para além da actividade da sala principal estão previstas uma sessão DJ, apresentação de vários novos projectos, festas temáticas, exposições e animações diárias no espaço de Galeria ou Restauração.

De acordo com Valdo Sabino, Arruda dos Vinhos situa-se num ponto estratégico relevante quer graças à localização e bons acessos quer por não existirem equipamentos nem iniciativas daquele género e dimensão.

Quanto ao financiamento, trata-se de um «investimento é completamente privado», sublinha Sabino. Entretanto, estão a ser desenvolvidos contactos com vista a apoios protocolares e parcerias com algumas instituições públicas e privadas, tendo em vista o «apoio à divulgação do projecto, iniciativas e eventos, ou de cedência de equipamentos e meios, mas nunca ao nível financeiro», explica o responsável. A autarquia local, a Associação de Municípios do Oeste, o Núcleo de Turismo do Oeste e a Universidade Lusófona são algumas das instituições contactadas.

Os responsáveis contam nesta altura com duas iniciativas para dinamizar o local. O concurso Divulgar Bandas, com data marcada para a abertura da DI Box, e ainda o Festival do Oeste, que, naquela zona, vai juntar bandas, artistas, artesãos e performers.
 

Divulgar novos talentos luso-musicais
 
Até 31 de Dezembro estão abertas as inscrições para a primeira edição do concurso Divulgar Bandas, a contar com vinte projectos nacionais. Os finalistas, apurados entre 28 de Março e 4 de Julho de 2009, têm assegurada «a ajuda na divulgação da sua arte», garante a organização.

Após quatro eliminatórias e duas semi-finais, a Divulgar Iniciativas atribui no último dia de música, 4 de Julho, o prémio à banda vencedora. Consiste na gravação de um cd single, de um teledisco e ainda de uma sessão fotográfica profissional. Quanto aos restantes finalistas, têm também garantida a participação numa compilação discográfica a lançar pela Divulgar Iniciativas.

No evento podem participar todos os artistas nacionais ou de origem lusófona, sem contrato discográfico. A organização aceita também bandas com edições de autor ou incluídas em compilações. Para concorrer, os projectos musicais devem enviar uma maqueta com três temas originais, compostas por letra e música, com menos de cinco minutos.

A partir de 2010 a Divulgar Bandas vai tornar-se numa «espécie de resumo» daquilo que se vai passar durante o ano, refere Valdo Sabino.

Fonte: http://rascunho.net/artigo.php?id=2225

Mais de 18MW de energia é o que a Forestech vai produzir com as suas novas centrais de cogeração a biomassa. Trata-se de unidades compactas que usam a tecnologia de vanguarda no uso de biocombustíveis sólidos.

As unidades serão instaladas em Faro, Olhão, Loulé, Aljezur, Castro Marim, Palmela, Seixal, Arruda dos Vinhos e Torres Vedras, nomeadamente em parques para produção de biocombustivel, unidades de turismo, unidades agrícolas industriais, parque de reciclagem, e num centro empresarial e comercial.

Estas novas centrais utilizam biomassa como combustível, produzindo energia eléctrica e térmica. A tecnologia utilizada, refere a empesa, permite um rendimento global de aproveitamento de energia (térmica e eléctrica) da ordem dos 90 por cento, um valor superior ao das centrais de queima dedicada de biomassa para produção exclusiva de energia eléctrica.

A Forestech é uma empresa do grupo Ambigroup, que iniciou actividade em 2004. Juntamente com a Tecneira, ganhou os concursos para centrais de biomassa lançados pelo Governo, nos lotes de Santarém, Beja e Faro.

Fonte: http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=6933

A Air Liquide, líder da indústria dos gases industriais na Península Ibérica, vai instalar em Sines uma unidade de separação de gases do ar, para produzir 400 toneladas/dia de azoto, oxigénio e árgon na forma líquida.

Segundo a empresa, que não revela para já o volume de investimento a concretizar na cidade do Litoral Alentejano, o arranque da unidade está previsto para finais de 2009.«Estamos na fase de finalização do projecto e as obras estão previstas começar no início de 2008, para o arranque da unidade em finais de 2009», disse hoje à agência Lusa Ana Paula Valente, da Air Liquide Portugal.

A unidade industrial, de acordo com comunicado da empresa, vai utilizar as «mais recentes tecnologias do grupo para economizar energia» e destina-se a servir os clientes localizados na região de Lisboa, sul de Portugal e sudoeste de Espanha.

«Já temos uma unidade em Estarreja e, agora, escolhemos Sines porque está numa área estratégica, próxima de Lisboa, do sul do país e do sudoeste espanhol», explicou Ana Paula Valente.

Com o investimento em Sines, onde a indústria petroquímica tem já peso, quer através das unidades implementadas, quer de novos projectos programados, a Air Liquide vai aumentar a sua capacidade de produção na Península Ibérica, para satisfazer o «crescimento previsto dos seus mercados».

«O desenvolvimento contínuo da indústria portuguesa, desde há muitos anos, nos sectores da química, petroquímica, componentes electrónicos, do vidro e do ambiente, fazem crescer as necessidades em oxigénio, azoto e árgon», justifica o grupo.

Para Bertrand Saraux, director-geral da Air Liquide Portugal, com este novo projecto, o grupo prossegue, em território nacional, a sua «política de investimentos, de forma a acompanhar os futuros desenvolvimentos dos seus clientes».

«Esta decisão de aumentar a capacidade de produção de gases do ar ocorre no seguimento das decisões já tomadas de aumentar a capacidade de hidrogénio na nossa fábrica em Estarreja e de construir um novo centro de acondicionamento de garrafas na área de Lisboa», afirmou o responsável.

Os três componentes do ar que vão ser separados na futura unidade de Sines são aplicados nos procedimentos industriais para melhorar a qualidade dos produtos, o nível de segurança, a produtividade e o ambiente.

O azoto, por exemplo, serve para a indústria alimentar (para a ultracongelação), química e petroquímica, electrónica e, ao nível da saúde, para a crioconservação de células nos laboratórios.

Já o oxigénio é utilizado, nomeadamente, na química e petroquímica, construção mecânica e metálica, refinação, pasta em papel, siderurgia e, no sector agro-alimentar, para a oxigenação de viveiros de peixe.

O árgon tem aplicação nos laboratórios, para as análises, na construção mecânica e metálica, em termos das soldaduras, e para enchimento dos airbags de veículos automóveis.

Com cerca de 40 mil colaboradores em 72 países, a Air Liquide é o líder mundial na produção de gases industriais e medicinais, bem como dos serviços associados, tendo atingido em 2006 um volume de negócios de 10.949 milhões de euros, 80 por cento dos quais fora de França.

Em Portugal, o grupo, que está presente desde 1923 e conta com 340 colaboradores e cerca de 35 mil clientes, registou um volume de negócios na ordem dos 105 milhões de euros em 2006.

Além do projecto para Sines, a Air Liquide tem em curso, no período de 2006 a 2008, dois investimentos que rondam os 70 milhões de euros, numa nova unidade de produção de hidrogénio em Estarreja e num centro de enchimento de garrafas em Arruda dos Vinhos, região de Lisboa.

Uma delegação de empresários portugueses vai aproveitar a Feira Internacional de Macau (FIM) para uma primeira abordagem ao mercado asiático, na expectativa de começar a vender na China continental, disseram hoje em Pequim empresários do ramo alimentar.

“Vou à Feira de Macau para validar a minha percepção do mercado chinês e para ver no local os diversos agentes. Será um óptimo instrumento para aferir a validade deste mercado para nós”, disse à Agência Lusa a administradora da Equanto, empresa de produtos alimentares biológicos, Margarida Reis.

A empresária de Arruda dos Vinhos, que sonha exportar pastéis de nata biológicos para a China, quer aproveitar a Feira de Macau para criar uma lista de distribuidores chineses.

“Face à nossa dimensão só tem lógica apostar em produtos de muita qualidade para conseguirmos uma diferenciação”, considerou Margarida Reis.

A Minho Fumeiro, que comercializa enchidos artesanais de Ponte de Lima, tem este ano um expositor na FIM com o objectivo de “encontrar um nicho de possíveis clientes”, disse à Lusa o director-geral da empresa, António Paulino.

“Queremos aproveitar a ligação histórica de Macau com Portugal para vender os nossos produtos na grande China”, acrescentou.

Os trisavós de Paulino, que começaram o negócio, nunca pensaram vender os produtos tradicionais da empresa nos maiores estabelecimentos comerciais da China, mas o empresário quer pontos de venda nas metrópoles chinesas tal como em todas as capitais da Europa até 2009.

Para além de Macau, onde chega a 20 de Outubro, o grupo de 20 empresários de Portugal continental, Madeira e Açores vai desenvolver contactos e conhecer as mais famosas zonas comerciais das maiores cidades da China, como Pequim, Xangai, Cantão e Hong Kong.

Francisco Barcelos, administrador da Quinta dos Açores e da Açorcarnes, diz “ter a sensação de que a China tem falta de produtos lácteos e poderá ser eventualmente um comprador de carne de qualidade”, como a que diz produzir nas pastagens dos Açores.

“Não sei bem o que vou encontrar em Macau”, admitiu.

No entanto, acrescentou, quer aproveitar a FIM “para saber o que pedem os consumidores chineses” e apostar depois num produto que inspire confiança e venda nas grandes superfícies das grandes cidades da China.

João Catalão, administrador da consultora comercial SalesUp, que organizou a viagem dos empresários portugueses à China, considerou que o problema do tecido empresarial português é a “falta de mundo”.

“Os empresários portugueses não trabalham em rede, mas cada um para si, no seu ‘quintalinho’. Têm uma visão muito redutora dos negócios internacionais”, acrescentou.

Na 12ª edição da Feira Internacional de Macau, que decorre entre 18 e 21 de Outubro em 18 mil metros quadrados do Centro de Convenções do casino The Venetian, participam 44 empresas portuguesas, três das quais com sede em Macau, num total de 889 stands.

Nos primeiros oito meses de 2007, a exportação de produtos portugueses para Macau representou 9,3 milhões de euros, enquanto Portugal comprou pouco mais de 200 mil euros à Região Administrativa Especial da China.

A presença portuguesa na FIM aposta no sector dos vinhos e produtos alimentares como café, carne, peixe e enlatados, incluindo empresas de transporte com redes na região e associações empresariais.
    
AZL
Lusa/Fim

Fonte: http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showitem?service=310&listid=NewsList310&listpage=1&docid=7603895