Category: 2007


Integrado nos Festejos em Honra de Nossa Senhora da Salvação, em Arruda dos Vinhos, terá lugar, no dia 10 de Agosto, pelas 19h30, uma recriação histórica intitulada “Arruda dos Vinhos e as Invasões Francesas”, a que se seguirá a inauguração da exposição “Arruda na Rota das Linhas de Torres”.

A recriação histórica e a exposição terão lugar no centro Cultural do Morgado, localizado no centro da Vila.

«A nossa longa retirada terminou à meia-noite, com a chegada à pitoresca vila da Arruda, que estava destinada a ser o posto de piquete da nossa Divisão (Divisão Ligeira) defronte das Linhas fortificadas. Tal como todos os lugares da linha de marcha, encontrámo-la totalmente deserta, e os seus habitantes tinham fugido com tamanha pressa, que os únicos objectos que levaram consigo foram as chaves das portas das suas casas.»

Este expressivo excerto das memórias do capitão inglês John Kincaid, retirado do livro «Aventuras na Brigada da Espingarda» (1830), faz evocar o ambiente que se vivia em Arruda durante a permanência de franceses e ingleses na nossa região.

Com efeito, podendo não ter sido palco de alguma batalha que tenha protagonizado um virar da página naquele momento particular da História de Portugal, Arruda foi local de confluência dos dois exércitos, aquando da 3.ª Invasão Francesa a Portugal. Foi aqui, na madrugada de 15 de Novembro de 1810, que as tropas de Massena iniciaram a retirada, abandonando as suas posições, rumo a Santarém, onde viriam a passar o resto do Inverno.

Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira possuem estruturas militares na 1.ª e 2.ª linhas defensivas de Lisboa. Tendo em vista a recuperação e divulgação deste património ímpar, estes seis municípios efectuaram uma candidatura conjunta ao Mecanismo Financeiro Europeu.

Com o objectivo de marcar o início do trabalho efectivo de investigação, preservação e valorização do património material e imaterial associado à construção da Linha Defensiva de Lisboa (Linhas de Torres), no território do concelho, o Município de Arruda dos Vinhos decidiu levar a efeito a presente exposição temática.

 Fonte: http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=16806

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Os vinhos da Estremadura vão passar a ser certificados por uma única entidade, a Comissão Vitivinícola Regional da Região da Estremadura, cuja candidatura formal foi ontem entregue no Instituto da Vinha e do Vinho.

“Com maior dimensão as entidades certificadoras têm maior capacidade na racionalização de meios de certificação e nos ganhos que traz à promoção dos produtos que certificamos”, declarou à agência Lusa Carlos João Fonseca, membro da comissão executiva da nova entidade.

Para o dirigente e produtor, a reestruturação do sector “poderá beneficiar mais os produtores que estavam associados às pequenas CVR que, por questões de escala, se deparavam com dificuldades de promoção.

No entanto, alertou, “o aumento de custos poderão tornar mais morosa e mais cara a certificação, o que é uma desvantagem competitiva” face a outros países europeus.

A nova entidade certificadora da Região de Lisboa congrega as extintas CVR’s da Estremadura, Bucelas/Carcavelos/Colares e da aguardente da Lourinhã e vai ficar sedeada em Torres Vedras, estando a ser equacionada a hipótese de manter uma delegação em Leiria.

Esta última aprovou na quarta-feira a proposta de integração na nova CVR, após mais de três meses de negociações com o Ministério da Agricultura, reivindicando um estatuto especial para a única aguardente de denominação de origem do país e a terceira da Europa.

“Chegámos à conclusão de que não vamos apresentar uma candidatura autónoma porque não tem viabilidade do ponto de vista jurídico e financeiro”, explicou agora à agência Lusa o actual presidente, Fernando Oliveira, reagindo à recusa por parte da tutela em aceitar a candidatura desta CVR a entidade certificadora por motivos de escala.

A integração na nova CVR da Região de Lisboa é encarada como uma “nova janela de oportunidades” na própria promoção da aguardente, cuja produção se restringe a 25 operadores e a uma área de 50 hectares, sendo comercializadas por ano 10 mil garrafas.

“O que nos preocupava e que vai manter-se é a denominação de origem”, tranquilizou o dirigente, explicando que está assegurada a continuidade da região demarcada, bem como a criação de uma “secção específica na nova estrutura de controlo e certificação” para o caso das aguardentes.

A CVR da Região de Lisboa abrange a segunda maior área de vinhas do país (30 mil hectares), onde anualmente são produzidos 15 mil litros de vinho (18 mil garrafas), capazes de gerar uma receita de 40 milhões de euros, dos quais 40 por cento são destinados à exportação.

Esta nova entidade vai ficar responsável por todos os vinhos regionais da Estremadura, de Denominação de Origem Controlada (Alenquer, Arruda, Torres Vedras, Óbidos, Encostas d’Aire, Bucelas e Colares) e pelo Vinho Licoroso de Qualidade Produzida na Região Determinada de Carcavelos.

A constituição de novas entidades certificadoras decorre da publicação de legislação comunitária mais rigorosa no que respeita à certificação de vinhos e da consequente reforma para o sector que está em curso.

Há cerca de um ano, o ministro da Agricultura, Jaime Silva, avançou com a proposta de reforma para o sector e pediu às entidades que se agregassem e se candidatassem a certificadoras, recordando que trabalhar em conjunto permite aumentar o peso, dimensão e prestígio em termos de mercado.

Fonte: http://www.agroportal.pt/x/agronoticias/2007/12/28c.htm

O novo Centro de Saúde da Arruda dos Vinhos começou a funcionar ano e meio depois de concluídas as obras de edificação.

Um atraso criticado pelos autarcas arrudenses, e justificado, pela ARS de Lisboa e Vale do Tejo, com razões de carácter administrativo e de correcção de obra.

O edifício custou 1,2 milhões de euros, e deverá servir um universo populacional calculado em 11 mil habitantes.

 Fonte: http://www.oestediario.com/oestediario/artigos_oh.asp?cod_artigo=179418

As delegadas de saúde de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço levantaram hoje as limitações ao consumo de água, que nos últimos dois não foi usada para fins alimentares, sem ser fervida.
«Não há qualquer risco para a saúde dos consumidores», garantiu hoje à Lusa a delegada de saúde de Sobral de Monte Agraço, Helena Andrade.

«A observação [da água] nos depósitos não detectou mais alterações e as análises efectuadas com alguma periodicidade não apontam para problemas», explicou.

Em Arruda dos Vinhos a restrição foi também levantada, pelo que o uso da água pelas populações pode ser retomado sem restrições, informou hoje em comunicado a delegada de saúde de Arruda dos Vinhos, Madalena Paiva, com base nos «resultados das análises efectuadas no sistema de abastecimento, que não confirmam problemas de qualidade na água fornecida».

As limitações impostas ao consumo da água nos dois concelhos surgiu depois do aparecimento de uma película à superfície nos respectivos depósitos, o que levou a empresa Águas do Oeste, responsável pelo sistema multimunicipal de abastecimento, a efectuar análises aos vários parâmetros de qualidade da água.

«As análises que recebemos não dão a indicação de maus resultados», disse à agência Lusa o administrador-delegado da empresa, Salgado Zenha, após os dois depósitos terem sido despejados e a água renovada.

Desde segunda-feira à noite que os 20 mil habitantes de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço estavam a ferver a água da rede pública para beberem e cozinharem os alimentos.

Por precaução e receio de consumir a água, muitos habitantes optaram por comprar água engarrafada, com receio de usar a da rede pública, esgotando os stocks existentes nos supermercados da zona.

A Água do Oeste continua sem ter explicações para o problema detectado, continuando a efectuar análises à água.

Fonte: http://www.destak.pt/artigos.php?art=6685

A Air Liquide, líder da indústria dos gases industriais na Península Ibérica, vai instalar em Sines uma unidade de separação de gases do ar, para produzir 400 toneladas/dia de azoto, oxigénio e árgon na forma líquida.

Segundo a empresa, que não revela para já o volume de investimento a concretizar na cidade do Litoral Alentejano, o arranque da unidade está previsto para finais de 2009.«Estamos na fase de finalização do projecto e as obras estão previstas começar no início de 2008, para o arranque da unidade em finais de 2009», disse hoje à agência Lusa Ana Paula Valente, da Air Liquide Portugal.

A unidade industrial, de acordo com comunicado da empresa, vai utilizar as «mais recentes tecnologias do grupo para economizar energia» e destina-se a servir os clientes localizados na região de Lisboa, sul de Portugal e sudoeste de Espanha.

«Já temos uma unidade em Estarreja e, agora, escolhemos Sines porque está numa área estratégica, próxima de Lisboa, do sul do país e do sudoeste espanhol», explicou Ana Paula Valente.

Com o investimento em Sines, onde a indústria petroquímica tem já peso, quer através das unidades implementadas, quer de novos projectos programados, a Air Liquide vai aumentar a sua capacidade de produção na Península Ibérica, para satisfazer o «crescimento previsto dos seus mercados».

«O desenvolvimento contínuo da indústria portuguesa, desde há muitos anos, nos sectores da química, petroquímica, componentes electrónicos, do vidro e do ambiente, fazem crescer as necessidades em oxigénio, azoto e árgon», justifica o grupo.

Para Bertrand Saraux, director-geral da Air Liquide Portugal, com este novo projecto, o grupo prossegue, em território nacional, a sua «política de investimentos, de forma a acompanhar os futuros desenvolvimentos dos seus clientes».

«Esta decisão de aumentar a capacidade de produção de gases do ar ocorre no seguimento das decisões já tomadas de aumentar a capacidade de hidrogénio na nossa fábrica em Estarreja e de construir um novo centro de acondicionamento de garrafas na área de Lisboa», afirmou o responsável.

Os três componentes do ar que vão ser separados na futura unidade de Sines são aplicados nos procedimentos industriais para melhorar a qualidade dos produtos, o nível de segurança, a produtividade e o ambiente.

O azoto, por exemplo, serve para a indústria alimentar (para a ultracongelação), química e petroquímica, electrónica e, ao nível da saúde, para a crioconservação de células nos laboratórios.

Já o oxigénio é utilizado, nomeadamente, na química e petroquímica, construção mecânica e metálica, refinação, pasta em papel, siderurgia e, no sector agro-alimentar, para a oxigenação de viveiros de peixe.

O árgon tem aplicação nos laboratórios, para as análises, na construção mecânica e metálica, em termos das soldaduras, e para enchimento dos airbags de veículos automóveis.

Com cerca de 40 mil colaboradores em 72 países, a Air Liquide é o líder mundial na produção de gases industriais e medicinais, bem como dos serviços associados, tendo atingido em 2006 um volume de negócios de 10.949 milhões de euros, 80 por cento dos quais fora de França.

Em Portugal, o grupo, que está presente desde 1923 e conta com 340 colaboradores e cerca de 35 mil clientes, registou um volume de negócios na ordem dos 105 milhões de euros em 2006.

Além do projecto para Sines, a Air Liquide tem em curso, no período de 2006 a 2008, dois investimentos que rondam os 70 milhões de euros, numa nova unidade de produção de hidrogénio em Estarreja e num centro de enchimento de garrafas em Arruda dos Vinhos, região de Lisboa.

Oeste: água «imprópria»

Os habitantes Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras e Mafra estão a ser aconselhados a não beberem nem cozinharem alimentos com a água da rede pública, informou esta terça-feira a empresa Águas do Oeste, escreve a Lusa.

A Águas do Oeste, gestora do sistema de água e saneamento da região informou esta terça-feira que foram detectadas «alterações visuais do estado da qualidade da água fornecida pela Águas do Oeste, S.A.» ao municípios de Arruda dos Vinhos, Sobral de Monte Agraço, Alenquer, Torres Vedras e Mafra.

Nesse sentido, recomenda que, «por medida de precaução e até que se perceba a origem do problema, a água distribuída pela rede pública de abastecimento não seja utilizada para consumo directo ou para cozinhar».

Película na água

Foi uma película sobre a água nos depósitos de Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço que lançou o «alerta». Para apurar as causas da anomalia, a Águas do Oeste está a proceder à recolha de amostras ao longo do sistema.

Ao mesmo tempo, encontram-se equipas no terreno a percorrer todo o sistema com o objectivo de perceber a origem do problema.

Em Torres Vedras, os serviços municipalizados de água e saneamento já informaram o Centro Hospitalar e aguardam os resultados das análises para decidirem se informam as escolas.

Um dos administradores dos SMAS de Torres Vedras, Carlos Bernardes, disse à Lusa que esta é uma questão da responsabilidade da empresa Águas do Oeste que gere «o sistema em alta».

Os técnicos dos SMAS de Torres Vedras também já verificaram os depósitos no concelho não tenha sido detectada nenhuma anomalia aparente, informou fonte dos serviços.

A empresa Águas do Oeste informa ainda que «para que possa ser rapidamente regularizada a situação do abastecimento a estes municípios está a proceder à renovação de água em todo o sistema de adução».

Marinha Grande aconselha grávidas a não beberem água da rede pública

Já Câmara da Marinha Grande aconselhou as grávidas a não consumirem água da rede pública da freguesia de Vieira de Leiria, devido aos níveis de arsénio acima dos parâmetros normais revelados pelas análises.

Em comunicado, a autarquia explica que segundo parecer do delegado de Saúde, «os incumprimentos paramétricos actuais não põem em grave risco a saúde pública», aconselhando, contudo, «as grávidas a não consumirem água da rede pública de Vieira de Leiria até que a situação esteja normalizada».

A câmara assume «preocupação quanto à saúde pública», garantindo que «não serão poupados esforços para seguir todas as recomendações e orientações das entidades com competência na matéria».

Os primeiros resultados anormais de arsénio na água da rede pública de Vieira de Leiria foram detectados em Agosto de 2007, mas a autarquia salienta que não alertou anteriormente a população porque, sem dados objectivos, «apenas teria provocado alarmismo desnecessário que é nosso dever evitar».

DIA 1 e 2 de DEZEMBRO (SÁBADO e DOMINGO)

LOCAL: FREGUESIA DE ARRUDA DOS VINHOS

“AJUDE-NOS A AJUDAR!”

Estaremos no:
Parque de Estacionamento do INTERMARCHÉ

Largo da Camara Municipal de Arruda dos Vinhos                

HORÁRIO :  
MANHÃ :  (10 h às 12H30)   
TARDE :     (14 h às 17h)

Esta campanha reverterá a favor das CONFERÊNCIAS DE S.VICENTE PAULO em Arruda dos Vinhos. Trata-se de uma Instituição que presta a pessoas de fracos recursos económicos, auxílio e assistência, quer a nível de fornecimento de bens alimentares, quer a nível  fornecimento de vestuário e calçado. 

Uma delegação de empresários portugueses vai aproveitar a Feira Internacional de Macau (FIM) para uma primeira abordagem ao mercado asiático, na expectativa de começar a vender na China continental, disseram hoje em Pequim empresários do ramo alimentar.

“Vou à Feira de Macau para validar a minha percepção do mercado chinês e para ver no local os diversos agentes. Será um óptimo instrumento para aferir a validade deste mercado para nós”, disse à Agência Lusa a administradora da Equanto, empresa de produtos alimentares biológicos, Margarida Reis.

A empresária de Arruda dos Vinhos, que sonha exportar pastéis de nata biológicos para a China, quer aproveitar a Feira de Macau para criar uma lista de distribuidores chineses.

“Face à nossa dimensão só tem lógica apostar em produtos de muita qualidade para conseguirmos uma diferenciação”, considerou Margarida Reis.

A Minho Fumeiro, que comercializa enchidos artesanais de Ponte de Lima, tem este ano um expositor na FIM com o objectivo de “encontrar um nicho de possíveis clientes”, disse à Lusa o director-geral da empresa, António Paulino.

“Queremos aproveitar a ligação histórica de Macau com Portugal para vender os nossos produtos na grande China”, acrescentou.

Os trisavós de Paulino, que começaram o negócio, nunca pensaram vender os produtos tradicionais da empresa nos maiores estabelecimentos comerciais da China, mas o empresário quer pontos de venda nas metrópoles chinesas tal como em todas as capitais da Europa até 2009.

Para além de Macau, onde chega a 20 de Outubro, o grupo de 20 empresários de Portugal continental, Madeira e Açores vai desenvolver contactos e conhecer as mais famosas zonas comerciais das maiores cidades da China, como Pequim, Xangai, Cantão e Hong Kong.

Francisco Barcelos, administrador da Quinta dos Açores e da Açorcarnes, diz “ter a sensação de que a China tem falta de produtos lácteos e poderá ser eventualmente um comprador de carne de qualidade”, como a que diz produzir nas pastagens dos Açores.

“Não sei bem o que vou encontrar em Macau”, admitiu.

No entanto, acrescentou, quer aproveitar a FIM “para saber o que pedem os consumidores chineses” e apostar depois num produto que inspire confiança e venda nas grandes superfícies das grandes cidades da China.

João Catalão, administrador da consultora comercial SalesUp, que organizou a viagem dos empresários portugueses à China, considerou que o problema do tecido empresarial português é a “falta de mundo”.

“Os empresários portugueses não trabalham em rede, mas cada um para si, no seu ‘quintalinho’. Têm uma visão muito redutora dos negócios internacionais”, acrescentou.

Na 12ª edição da Feira Internacional de Macau, que decorre entre 18 e 21 de Outubro em 18 mil metros quadrados do Centro de Convenções do casino The Venetian, participam 44 empresas portuguesas, três das quais com sede em Macau, num total de 889 stands.

Nos primeiros oito meses de 2007, a exportação de produtos portugueses para Macau representou 9,3 milhões de euros, enquanto Portugal comprou pouco mais de 200 mil euros à Região Administrativa Especial da China.

A presença portuguesa na FIM aposta no sector dos vinhos e produtos alimentares como café, carne, peixe e enlatados, incluindo empresas de transporte com redes na região e associações empresariais.
    
AZL
Lusa/Fim

Fonte: http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showitem?service=310&listid=NewsList310&listpage=1&docid=7603895

O Clube desportivo de À-Do-Barriga vai organizar no dia 11 de Novembro de 2007, o 2º Passeio de BTT

Percurso marcado: 25 e 35 km

(dificuldade média)

Concentração: Clube Desportivo de À-Do-Barriga (Junto ao nó da A10 – saída de Arruda dos Vinhos)

Abertura secretariado: 8h

Partida: 9h

Valor da Inscrição: 12 rodas

Inclui: Seguro, abastecimento, lubrificação das bicicletas no inicio, lavagem das bicicletas no fim, banhos para os participantes, almoço convívio e oferta

data limite da inscrição: 11 de Novembro

Contactos:

Tlm: 912 276 314 / 968 573 751

Fonte: http://bttralhos.blogspot.com/2007/11/2-passeio-do-barriga-arruda-dos-vinhos.html

De 3 a 11 de Novembro o Pavilhão Multiusos de Arruda dos Vinhos recebe a 10.ª edição da Festa da Vinha e do Vinho que este ano integra também a 1.ª Feira de Frutos Secos.

Criada em 1998 com o intuito de festejar a chegada do vinho novo numa região marcada desde sempre pelo cultivo da vinha, a Festa da Vinha e do Vinho tem-se afirmado, ao longo dos anos como um dos principais eventos gastronómicos da região Oeste.

9 restaurantes e 4 tasquinhas participarão neste certame, trazendo à mesa as melhores iguarias da região, e não só.

A animação é uma das grandes apostas da organização. Na edição deste ano estarão presentes Rouxinol Faduncho, Quinzinho de Portugal, Romana, Ronalda, Quim Roscas e zeca Estacionâncio e Micaela, para além de outros artistas locais e regionais. A tarde do dia 4 será especialmente dedicada às crianças com um espectáculo do Avô Cantigas.

Durante o certame decorrerá um concurso de sangrias nos restaurantes participantes e nos dias 9 e 11 a Cocktail Academy by Paulo Ramos mostrará a autêntica escola de bar Americana em Portugal.

Há também lugar para o desporto. O programa do certame inclui o II Passeio T.T. Rota dos Vinhedos, o XIX Passeio BTT e o Passeio Pedestre Rota da Vinha.

O programa do certame completa-se com exposição de artesanato e a 1.ª Feira de Frutos Secos.