Category: Literatura


bordel português

Um impressionante primeiro romance, pleno de actualidade, que nos fala de vidas cheias de sonhos por realizar e de frustrações por resolver numa Lisboa em crise.”

Link da editora: http://divinacomedia.pt/wordpress/bordel-portugues/

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“Que esta espantosa scena de perjurios, e de infamias se observe tantas vezes em França, não me admiro, attendida a força do Maçonismo na volubilidade Franceza; são cortio forão os Judeos, na recepção de Luiz X VIII, e na exaltação de Carlos X. Ramos de Palma , ramos de Oliveira, quando entra J. C. em Jerusalem; dahi a pouco huma Cruz para ô fazerem sahir de Jerusalém, e da vida. Espanta-me mais que tudo isto o que na força armada tenho observado em Portu* gal. Dez annos me tem offerecido á contemplação cousas, que me nãõ offerece o longo traeto de sete seculos. O periodo de dez annos me parece muito longo, basta-me o periodo de quatro annos. Eu vi com os meus olhos, e li em alta voz o original da propria letra do Auctor, com sua propria assignatura, as Instrucções que o Mestre de meninos da Villa d’Arruda, Candido Jose Xavier, hoje banido, dava ao banido tambem hoje, e sempre Commandante do Exercito de Operações, para se constituir a si, e o rnesmo Exercito debaixo das ordens de Guilherme Henrique Clinton, e operarem os exercitos combinados contra os Portuguezes: isto parece incrivel, mas eu sei onde pára este documento originalissimo; mas tal foi a consequencia da mais que todas maligna revolução de 1826, que obrigou soldado» Portuguezes a se rfibellarem, e desconhecerem hum Rei Soldado, e o legitimo Rei dos Portuguezes. Estas manchas não se lavão senão corn o sangue Maçonico. Aqui rne gritaráõ os Hypocritas da Realeza; — Moderação, moderaçao. -=- Que he isto?

Mal conhecem aquem tanto gritão!! Pois moderação com o sangue , que tanto derramou , e ainda procura derramar o nosso, e quer invalidar a iagrada forca da omnimoda acclamação legal do Povo Portuguez! Haja embora hum acto de clemencia, mas não queirão que seja huma prova da Legitimidade. Augusto Octaviano abraçou a Cina, mas Augusto era-hum velhaco, não era hum Imperador; para comprazer a Antonio, deixa que se degolle Cicero. O Triunvirato não era Rei, e aquella victima valia mais que o Imperio.”

Fonte: “O desengano”, periodico politico, e moral, número 5, página 7, 30 de Outubro de 1830

http://books.google.pt/books?pg=PA40-IA3&dq=arruda&id=7KJBAAAAYAAJ&hl=pt-PT#v=onepage&q=arrud&f=false

Autor:  José Agostinho de Macedo

“Tenho o tempo do tempo”, diz Esmeralda, a protagonista do romance histórico “A Esmeralda do Rei”, de Paulo Pimentel. Num tempo tumultuoso – o séc. XII – em que as conquistas territoriais dominavam as atenções dos nossos reis, surge uma mulher que nos descreve o pulsar do dia a dia na Idade Média. Foi este o mote para que no dia 5 de fevereiro recebêssemos, da parte da manhã, a Federação de Esgrima Histórica, a Companhia Livre e a Associação de Esgrima da Rainha, que deram corpo ao que os alunos tinham lido no romance de Paulo Pimentel sobre o manejo de armas e as formas de guerra em Portugal, no séc. XII. Este grupo, que percorre o país a fazer recriações históricas, apresentou aos cerca de 150 alunos do 8.º ano da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro uma verdadeira aula viva de História de Portugal.

À tarde, foi a literatura, a poesia e a dança que dominaram a conversa com o escritor Paulo Pimentel, autor do romance histórico, e com a poetisa Catarina Gaspar, que, inspirada naquele, criou o livro de poesia “A Esmeralda, o Rei”. Centrados na descrição de Silves, na altura ainda território mouro, fizemos emergir a poesia e a literatura luso-árabe da Idade Média, com leituras feitas por vários alunos do 10.º ano. A dança do ventre, descrita poeticamente naquele livro, foi exemplificada por Vanessa Azevedo, professora de danças do ventre, em Caldas da Rainha. Uma tarde memorável onde, a partir de um livro, se construíram atividades de ligação quer à disciplina de Português, quer de História, quer de História da Cultura e das Artes para as turmas do 10.º ano da Esc. Sec. Rafael Bordalo Pinheiro.

Também inspirado no livro “A Esmeralda do Rei”, Carlos Oliveira, um escultor caldense, já com projecção nacional, realizou várias peças, alguma de grande dimensão, que integram uma exposição que está patente ao público durante o mês de fevereiro, nesta escola. No dia 21 de fevereiro, Carlos Oliveira veio dar o seu testemunho aos alunos das turmas de Artes Visuais, explicando todo o percurso que vai do desenho à produção em grande escala. Acompanhados no final com os chás e as compotas da Esmeralda, esta foi mais uma atividade em torno do livro e da leitura.

A bibliotecária
Noémia Machado

Fonte:  http://www.gazetacaldas.com/29465/esc-sec-rafael-bordalo-pinheiro/?fb_action_ids=513125408751503&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%7B%22513125408751503%22%3A523575491028215%7D&action_type_map=%7B%22513125408751503%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=%5B%5D

Ordem de Santiago

A ORDEM DE SANTIAGO
Ordens militares portuguezas
I Ordem de Santiago, por Manoel Xavier Trindade Roquette, Tenente de Infanteria, com um Prefacio de João Carlos Rodrigues da Costa, Coronel de Artilharia. Leiria, 1901.

“A Ordem de Santiago da Espada foi instituída em 1170 por D. Fernando II de Leão, e teve em Cáceres o seu primeiro assento. Passou d’aqui para Castella, estabelecendo-se em Uclès, d’onde irradiou para Portugal, recebendo de D. Afonso I, em 1172, a doação da vila da Arruda; mas, certeza nenhuma existe, dos Cavaleiros terem nestes tempos fixado domicilio no reino.

No Livro dos Copos transcreveu-se uma bula, não autentica, de Alexandre III, datada de 3 de julho de 1175, na qual ha referencia á Ordem possuir então Alcácer, Almada e Arruda, castellos, que, juntamente com o de Palmella, lhe foram doados por D. Sancho I em 28 de outubro de 1186.

Postos os Spatarios na vanguarda das conquistas cristãs, não puderam suportar o peso das armas musulmanas, e em 11Q1 estava perdido todo o território alem do Tejo, que três daquelles castellos dominavam. Conservaram porem os Cavaleiros, apesar do desastre, a protecção dei Rei, que em 1193 lhes doou a torre e paços da Alcáçova de Santarém, e em 1194 o edifício de Santos ao poente de Lisboa.”

Fonte:
“Critica e historia; estudos (1910)”
Author: Braamcamp Freire, Anselmo, 1849-1921
http://www26.us.archive.org/details/criticaehistoria00braa

Uma ligação para um site com narrativas recolhidas em Arruda dos Vinhos.

Fonte: CUNHA, Jorge da, Criações do Génio Popular, Arruda dos Vinhos, Associação para a Recuperação do Património de Arruda, 1997 , p.63-65

Site: http://www.lendarium.org/place/?council=108

 

Fonte: http://books.google.pt/books?id=o-UAAAAAYAAJ&pg=PA301&dq=arruda&lr=&as_brr=1#v=onepage&q&f=false

 

“Gazeta de Lisboa”, 1829, Número 44

“Gazeta de Lisboa”, 1829, Número 114

Fonte: http://books.google.pt/books?id=hbqZ5WfTMAgC&pg=PA38&dq=arruda+dos+vinhos&hl=pt-PT&sa=X&ei=vf0CT7i6MNSzhAezwti8BA&ved=0CF0Q6AEwBw#v=snippet&q=arruda&f=false

Fonte: http://books.google.pt/books?id=Qu6pnMf5jfEC&pg=PA38&dq=arruda+dos+vinhos&hl=pt-PT&ei=O__jS6-6EdqIOPu81OUN&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=10&ved=0CFkQ6AEwCTgK#v=onepage&q&f=false

“Gazeta de Lisboa”, 1832, Número 58

 

“Gazeta de Lisboa”, 1832, Número 21

“Gazeta de Lisboa”, 1832, Número 33

“Gazeta de Lisboa”, 1832, Número 56

“Gazeta de Lisboa”, 1832, Número 58

“Gazeta de Lisboa”, 1832, Número 72

“Gazeta de Lisboa”, 1832, Número 135

Fonte: http://books.google.pt/books?id=4lAZAAAAYAAJ&dq=arruda+dos+vinhos&lr=&as_brr=1&source=gbs_navlinks_s