Category: Ensino



A equipa representante do distrito de Lisboa, formada por alunos das escolas João Alberto Faria e Lumiar, foi a grande vencedora da oitava edição do Entre Palavras que teve a final nacional, em Braga, esta quarta-feira.

Depois de longos meses de debate de ideias que envolveram mais de 1500 alunos em 18 distritos, as equipas representantes dos distritos de Lisboa e Aveiros lograram chegar à finalíssima, da oitava edição do Entre Palavras – Fórum da Leitura e Debate de Ideias, organizado, anualmente, pelo “Jornal deNotícias”.

A adesão de alunos e professores tem sido crescente, quão gradativa tem sido, igualmente, a qualidade dos debates e a preparação dos participantes.

Rafaela Godinho, professora que acompanhou a preparação dos alunos da escola João Alberto Faria, em Arruda dos Vinhos, destacava “os benefícios” do Entre Palavras, no “desenvolvimento de competências de debate e argumentação que ajudam a preparar os exames do 9º ano”.

Além disso, a docente acrescenta outro pormenor: “Funciona como auto-estima de alunos que até têm notas negativas nas disciplinas, mas que se esforçam para terem a possibilidade de participar no Entre Palavras”.

Rafaela Godinho colocou, ainda, o assento tónico “na ajuda que o concurso dá, para a desmistificação da ideia de divisão Norte/Sul”.

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=2595480

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A escola básica do 1.º ciclo de Santiago dos Velhos em Arruda dos Vinhos ganhou o primeiro prémio do concurso “Brigadas Positivas” integrado no projeto “Missão Up – Unidos pelo Planeta” que visa promover a eficiência no consumo energético.

O projeto, que é uma iniciativa da Galp Energia, envolveu 380 mil alunos, 31 mil professores e 1720 escolas de todo o país.

Os alunos que ganharam o primeiro prémio criaram um relatório e um vídeo de 16 minutos com o título “Vamos Salvar o Mundo”, no qual fizeram encenações para abordar temas como a reciclagem, a mobilidade sustentável, a poupança de água e de eletricidade.

O projeto vencedor envolveu 20 alunos dos 1.º e 2.º anos, 11 alunos do 3.º ano e 13 do 4.º que sensibilizaram a comunidade local para a importância destes temas, distribuindo folhetos à população e interagindo com autoridades oficiais locais.

Os alunos premiados recebem bicicletas, os professores ganham aquecedores e grelhadores da Galp e a escola vencedora terá direito a uma auditoria de eficiência energética e também a aquecedores para o estabelecimento.

O segundo prémio foi para o colégio Catarina de Bragança, em Sintra, onde foi criado um hino para a Missão Up, um livro de projeto e um vídeo.

O terceiro prémio foi atribuído à escola básica do 1.º ciclo n.º 2 de Estremoz, que desenvolveu ambientadores naturais e uma máquina fotográfica solar.

Todas as escolas vencedoras ganham direito a uma auditoria de eficiência energética, de 10 mil euros no 1.º prémio, de 7.500 no segundo e de 5.000 no 3.º.

Para o colégio Manuel Bernardes, de Lisboa, foi a menção honrosa, por ter executado um duche solar em tamanho real e um livro de receitas com menor consumo energético.

A cerimónia de atribuição de prémios, que decorreu no Pavilhão do Conhecimento em Lisboa, contou com a presença do presidente executivo da Galp Energia, Manuel Ferreira de Oliveira.

“Somos um agente económico cuja atividade tem impacto no planeta e é importante que todos os cidadãos estejam conscientes do impacto que o consumo de energia tem nas nossas vidas”, disse Ferreira de Oliveira, antes de destacar “o poder” que as crianças têm na tomada de decisões de uma família.

“A melhor audiência para essa temática são as crianças. Eu sou avô, e a minha neta mais velha é deste grupo etário, e eu sei o poder que estes meninos e meninas têm nas nossas famílias”, disse o presidente da Galp, acrescentando que ao aderirem aos projetos os miúdos acabam por passar a mensagem para os país.

A empresa prevê prolongar esta iniciativa de prémios para os próximos anos.

Fonte: http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/06/15/energia-escola-em-arruda-dos-vinhos-vence-concurso-para-promover-eficiencia-energetica-atualizada

Quanto custa cada aluno?

Uma distância de cerca de 36 quilómetros separa dois colégios com custos aproximados, mas num as actividades extra-curriculares são pagas e no outro são gratuitas. Já as preocupações são as mesmas: garantir verbas para manter um ensino de excelência.

A Renascença tentou apurar quanto custa um aluno no distrito de Lisboa. Para isso, analisou dois casos: o Colégio Moderno sem apoios e o Externato de Arruda dos Vinhos com contrato de associação.

Uma distância de cerca de 36 quilómetros separam estes dois estabelecimentos, que têm as mesmas preocupações: garantir verbas para manter um ensino de excelência, mas as fontes de financiamento são diferentes.

O Colégio Moderno vai buscar o dinheiro às propinas, revela a directora Isabel Soares. Aqui cada aluno, do básico, custa por mês entre 400 e 450 euros: feitas as contas às nove mensalidades, um jovem fica em 4.000 euros/ano.

No Externato João Alberto Faria, em Arruda dos Vinhos, cada aluno custa ao Ministério da Educação 4.200 euros/ano, como adiantou o director Nuno Faria.

No último ano lectivo, o externato recebeu do Estado sete milhões e meio de euros – pelos 1.600 alunos que frequentam o estabelecimento – tendo sobrado cerca de 135 mil euros para reinvestir na escola em computadores, outros equipamentos e reparações.

No Colégio Moderno a política é a mesma, mas vai mais longe: dos 1.800 alunos, 100 não pagam nada, pois recebem bolsas de estudo atribuídas pelo colégio. Também os filhos dos funcionários não pagam propinas – o quadro de pessoal conta com 250 profissionais.

Outras receitas vêm do pagamento das actividades extracurriculares: por mês podem ser entre mais 50 a 70 euros.

Uma fonte de financiamento que o Externato João Alberto Faria não tem. Disponibiliza perto de uma dezena de clubes, como por exemplo artes, xadrez, línguas, jornalismo e teatro, que os alunos não pagam. Com os cortes decididos pelo Governo, a escola deixa de receber um milhão e duzentos mil euros. O que levou à redução dos salários das 190 pessoas que trabalham neste externato.

Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=141156

Os pais dos alunos do Externato João Alberto Faria, em Arruda dos Vinhos, arredores de Lisboa, fecharam esta manhã a escola a cadeado, em protesto contra os cortes no financiamento estatal.

Até sexta-feira, ao ritmo de 20 por dia, os colégios privados com contrato de associação fecham portas de forma simbólica, porque não querem aceitar os novos valores de financiamento propostos pela tutela, de 90 mil euros anuais por turma.

O protesto termina ao final da manhã. Pais e encarregados de educação vão permitir que os cerca de 1600 alunos desta escola tenham aulas da parte da tarde.

Ontem, a ministra da Educação afirmou que o Governo não ia recuar na questão do financiamento aos colégios privados e cooperativos com contrato de associação com o Estado.

Isabel Alçada disse aos jornalistas que o Governo não vai continuar a financiar privilégios nem lucros de algumas instituições, assegurando que serão encontradas alternativas, caso os estabelecimentos de ensino não assinem os novos contratos de associação.

Em resposta, Hernâni Silva, da associação de pais desta escola afirma que “esta não é uma escola para ricos” e sublinha que “o Externato João Alberto Faria é, há 40 anos, a única oferta pública do concelho de Arruda”.

“Há que lembrar que as escolas com contrato de associação não são colégios privados, são escolas públicas como as outras e que oferecem os serviços a que os nossos filhos têm direito”, defende ainda o encarregado de educação, lembrando que, no concelho, não há alternativas a este estabelecimento de ensino.

O Externato João Alberto Faria tem 1600 alunos, 140 professores e 40 funcionários. É a única escola do concelho com o segundo e terceiro ciclos e com o ensino secundário, razão pela qual tem contrato de associação com o Ministério da Educação.

Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=139227

O Externato João Alberto Faria, em Arruda dos Vinhos, pondera acção judicial contra o Ministério da Educação, depois de ter decidido reduzir em 20% os salários dos funcionários docentes e não docentes, devido ao corte no financiamento, revelou Nuno Faria, director do Externato.

“Tencionamos colocar o estado português em tribunal, a decisão deve ser anunciada esta semana”, adianta o director do Externato.

Já na terça-feira vão reunir-se professores, pais e direcção da escola, porque em causa “estão vencimentos que podem estar a sofrer cortes ilegais”.

Foi o corte de financiamento, na ordem dos 30%, “a meio do ano, quando existem contratos assinados com o Ministério para o ano inteiro, que consideramos ilegais, inconstitucionais e sobretudo injustos, que nos levou a ponderar a acção judicial contra o Ministério”, apontou o responsável.

Assim, o director do Externato de Arruda dos Vinhos defende que o Ministério da Educação “deve ponderar caso a caso” os cortes nos apoios ao ensino privado e cooperativo.

O Externato vai e passar a receber 90 mil euros por turma, a partir deste mês, e 80 mil, a partir de Setembro próximo, contra os 113 mil euros por turma e por ano que recebia anteriormente.

Em causa está o ensino de 1.600 alunos, e a vida profissional de 140 professores e 40 funcionários.

 Fonte: http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23186

No Externato João Alberto Faria,em Arruda dos Vinhos, com 1.600 alunos e 200 funcionários, prepara-se uma manifestação para a manhã do dia 15, contra os cortes orçamentais ao ensino privado.

Carlos Lourenço, presidente da Câmara, já garantiu que vai participar na manifestação.

A direcção do externato já disse que caso haja cortes na ordem dos 30% a solução “é fechar em Setembro” e mandar os alunos para os concelhos limítrofes

O alerta é do director pedagógico do externato, Nuno Faria, que garante que a situação “afecta pais, alunos e funcionários” e avisa que “o estado vai ter que criar alternativa caso a escola feche em Setembro”.

O externato vai promover esta quarta-feira uma marcha “juntos pelo EJAF” pelas ruas de Arruda dos Vinhos, “com as pessoas vestidas de branco, para tentar sensibilizar o governo” para as consequências dos cortes orçamentais, nos contratos com as escolas privadas.

O proprietário da escola investiu recentemente “oito milhões e meio de euros” ao fazer uma escola da raiz, ao fim de quase quatro décadas de ensino.

A situação do Externato João Alberto Faria contou já com a solidariedade do líder do CDS/PP. Paulo Portas afirmou no final da visita de ontem, que “na origem da decisão do governo está um preconceito ideológico contra o ensino privado de inspiração cristã”.

“A ministra da Educação deve preocupar-se antes de mais em apoiar o ensino de qualidade”, sublinhou o líder do CDS/PP.

Também a direcção do Externato de Penafirme, de Torres Vedras, esteve ontem presente no Externato de Arruda dos Vinhos a manifestar solidariedade com o externato de Arruda.

Fonte: http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=23119

Milhares de pessoas, entre alunos, pais e professores, desfilaram hoje pelas ruas de Arruda dos Vinhos, em protesto contra o corte de 30% nos apoios ao Externato João Alberto Faria.

O colégio assegura há quase 40 anos o ensino do segundo e terceiro ciclos do básico e o secundário num concelho sem alternativa pública, mas agora o Governo quer reduzir os apoios financeiros.

O presidente da Câmara de Arruda dos Vinhos, Carlos Lourenço, fala numa decisão inaceitável, até porque o mesmo Governo apoiou a construção do novo edifício do colégio.

“Gastaram-se aqui milhões de euros numa escola que é nova, que também foi em parte financiada pelo próprio Governo e agora está-se a meter tudo isto em causa”, afirma o autarca.

A poucos dias das férias do Natal, e sem saberem se a escola reabrirá, os pais ponderam já todas as hipóteses. Hernâni Silva presidente da Comissão de Pais, equaciona mesmo o pagamento de propinas.

Neste momento, está ainda tudo em aberto. Para já, protesta-se na esperança de que as vozes de Arruda cheguem ao Ministério da Educação.

Os cortes nos apoios aos colégios com contrato de associação vão avançar já em Janeiro. A informação foi confirmada esta manhã à Renascença por fonte do Ministério da Educação.

Com a entrada do Orçamento do Estado para 2011, os 93 colégios nessas circunstâncias vão passar a receber menos dinheiro. Ainda assim o secretário de Estado da Educação João Trocado da Mata garantiu, em declarações à Renascença, que nenhum colégio teria de fechar portas por causa do corte previsto.

Fonte: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&did=133219

É no centro e litoral do País, e nos grandes centros urbanos, que estão os concelhos com melhores resultados nos exames nacionais do secundário. Mas, curiosamente, no topo concelhio está Arruda dos Vinhos, um concelho do distrito de Lisboa com poucas provas e uma média de 12,11. Entre os três melhores estão ainda dois concelhos do distrito de Leiria. As piores notas estão nas Ilhas e no Alentejo. Os resultados mais extremados, nos concelhos onde houve menos alunos a exame.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/Interior.aspx?content_id=1687320

Realizou-se o 1º Torneio do IX Circuito de EAE Oeste no Externato João Alberto Faria – Arruda dos Vinhos com a participação dos alunos nascidos em 1997 e depois.

Participaram 73 alunos. As partidas eram de 15 minutos em sistema suíço de 7 sessões.

Classificação dos três primeiros: 1º – Francisco Cavadas (EB2 Benedita) – 7 pontos; 2º – Pedro Carvalho (Ext. João Alberto Faria) – 6 pontos; 3º – Lúcia Quitério (EB1 Ribafria) – 6 pontos.

Fonte: http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/12/22/francisco-cavadas-vence-torneio-de-xadrez/

“Não surpreende, mas salta à vista. Ao olhar para o mapa, a mancha rosa claro, que representa as melhores prestações alcançadas pelos alunos nos exames nacionais de Matemática e Português do 9º ano, sobressai nos concelhos do litoral, em particular no Centro e Norte do país. Por oposição, os tons mais carregados, associados aos piores desempenhos nas provas, acumulam-se sobretudo no interior. É nas regiões de Trás-os-Montes e Alentejo que o escuro mais se destaca.
 
Os dez concelhos com a média mais baixa ficam todos bem longe do mar. Com 2,18 de média, Carrazeda de Ansiães, no distrito de Bragança, figura no fim da tabela, logo seguido de Crato, no distrito de Portalegre.

Já os dez com melhores resultados nos exames ficam todos acima do Tejo e, quase sem excepção, encostados ao litoral. Só Miranda do Douro, no distrito de Bragança, contraria esta regra.

No entanto, é preciso ter em conta que estas médias são calculadas independentemente do número de alunos que prestam provas, o que distorce os resultados daquele concelho, onde foram realizados incomparavelmente menos exames do que noutro como Santarém, por exemplo. Dito isto, Arruda dos Vinhos, no distrito de Lisboa, foi o que conseguiu a média mais alta.”

Fonte: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/541925